BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
Publicidade
REVISTAS
VEJA
Edição 2064

11 de junho de 2008
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Diogo Mainardi
J. R. Guzzo
Lya Luft
Millôr
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 

Holofote

Felipe Patury

STEINBRUCH PODE PERDER O TREM

Marisa Cauduro/Ag. O Globo


O governo ameaça cassar a concessão da CSN, de Benjamin Steinbruch, para construir a ferrovia Transnordestina, que ligará o sertão do Piauí ao litoral nordestino. Em 2006, o governo desembolsou 100 milhões de reais para que Steinbruch construísse os primeiros 100 quilômetros da estrada. Ele concluiu apenas 10. Agora, quer mais 2,2 bilhões de reais para fazer os 1800 quilômetros que faltam. O governo diz que só lhe dará o dinheiro se ele investir 900 milhões de reais do próprio bolso. O empresário procura sócios para cumprir a exigência.

 

A CONVERSÃO DE ALCKMIN

Lailson Santos


A mais nova estratégia do tucano Geraldo Alckmin para vencer a ala do PSDB que se opõe à sua candidatura a prefeito de São Paulo é prometer apoio ao projeto do governador paulista, José Serra, de se candidatar a presidente da República em 2010. É uma reviravolta e tanto. Até agora, os aliados de Alckmin prometiam converter a prefeitura paulistana numa trincheira do governador mineiro Aécio Neves.

 

EXPORTAÇÃO DE USINAS

Joedson Alves/AFP


O processo de internacionalização da Eletrobrás vai começar pela Nicarágua. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, acertou com o governo local a construção de duas hidrelétricas no país: Boboque e Tumarin. Para erguê-las, a empreiteira pernambucana Queiroz Galvão contará com um financiamento de 500 milhões de reais do BNDES. A Eletrobrás tem ainda um projeto de construção de uma usina no Peru. A obra, a ser tocada pela OAS, está estimada em 2,5 bilhões de reais.

 

RESSACA FISCAL

Jonne Roriz/AE


Embalada por boas avaliações, a Chandon pôs em prática uma política de reajuste de preços – para cima, é claro. A intenção era fixar a idéia de que seu espumante é melhor que os demais nacionais. A mudança nos preços não foi acompanhada de aumento no recolhimento dos impostos. Por isso, o Fisco multou a Chandon em 40 milhões de reais. Davide Marcovitch, presidente da empresa, luta para derrubar o auto de infração. Já reduziu a multa à metade.

 



Foto Yala Sena/Cidadeverde.com

Com reportagem de Daniel Biasetto, Heloisa Joly, José Edward, Leonardo Coutinho e Victor De Martino



Publicidade
 
Publicidade

 
  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |