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Cartas
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"Tenho
um filho
de 17 anos, e o assunto tratado foi muito oportuno. VEJA adivinha
aquilo de que estamos precisando!"
Silvana
F. Sanchez Rosalen
São
Paulo, SP |
Carreira
A brilhante reportagem de capa "Sucesso na profissão" (4
de junho) deu uma injeção de adrenalina e entusiasmo
a minha futura carreira. VEJA conseguiu mostrar mais que as dificuldades
do mercado de trabalho: os caminhos que devem ser trilhados para
alcançar o sucesso. Uma coisa é certa: "O sol nasce
para todos", mas a sombra não!
Marcos Antônio Alexandre
João
Pessoa, PB
Excelente
a reportagem especial "Sucesso na profissão" por seu caráter
informativo e esclarecedor para a juventude brasileira. Traz informações
precisas e atualizadas sobre o mundo das profissões.
Élio José Limberger
Ji-Paraná,
RO
Meu
pai não tem diploma de ensino superior, eu não estudei
em colégio particular e também não curso universidade
pública. Faço estágio, leio e assino revistas
e jornais da minha área, estudo todos os fins de semana e
sou monitora de matemática financeira na instituição
em que estudo. "O sol nasce para todos", e acho que tenho mais vontade
e determinação de ser alguém do que qualquer
"filhinho de papai" que já tem tudo "de mão beijada",
pois sei que tudo que vou conquistar será única e
exclusivamente por meu esforço. Meu objetivo é ser
uma alta executiva, presidente de uma grande empresa, e sei que
vou chegar lá.
Vanessa Roncada
Por
e-mail
VEJA
mostrou de forma clara que, para ser um vencedor, se deve aliar
competência, determinação, excelente formação
e estar no lugar certo, na hora correta.
Danilo Wagner
Ribeirão
Preto, SP
A
reportagem especial "Ficou mais difícil" traz a foto do trote
realizado nos calouros da 40ª turma do curso de psicologia
da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão
Preto. Por retratar uma ocasião única e tão
especial, gostaria de solicitar a identificação de
meus colegas de classe, partindo da esquerda: Nichollas Areco, Marina
Cilino, Ana Paula Marquezini, Cristina Machado, Jaqueline Crempe
e Maria Fernanda Padovani. Ultrapassamos uma barreira, que é
o vestibular, porém muitas outras estão por vir. Nosso
caminho, sempre repleto de desafios, está só começando.
Conquistar um lugar no mercado de trabalho certamente será
um deles.
Sophia
Vaz
Por
e-mail
Içami
Tiba
Extraordinária a entrevista com o psiquiatra Içami
Tiba (Amarelas, 4 de junho). Falo como educadora e, principalmente,
como mãe que, preocupada com o futuro de minha filha nesta
sociedade doente e corrompida pela droga e pelo álcool, pode
contar com tão conceituado especialista que dá a orientação
necessária para cuidarmos do futuro de nosso país,
que são nossos filhos e alunos.
Adriana Lúcia Olbertz
Curitiba,
PR
Instalado
na região do Butantã há 65 anos, o Colégio
Joana D'Arc tem como tradição a qualidade do ensino,
a disciplina e a realização de campanhas de combate
ao uso de todo tipo de droga entre seus alunos. Esse esforço,
desenvolvido há anos, nos levou à condição
de termos índice zero no consumo de maconha e outras drogas
no interior da escola.
José Carlos Pomarico
Diretor
do Colégio Joana D'Arc
São Paulo, SP
Stephen
Kanitz
Apesar de estar gostando do desempenho do governo atual, espero
que o recado manifestado no artigo "A ilusão monetária"
(Ponto de vista, 4 de junho) atinja seus objetivos. A receita é
clara, simples e de uma inteligência inigualável. O
ministro Muda poderia não ser fictício. Bastaria a
intenção política de aproveitar as boas idéias
emanadas pela real intelectualidade brasileira. Viva o Brasil!
Angelo D'Addio Junior
São
Paulo, SP
Governo
Estou fora do Brasil desde as últimas eleições,
mas acompanho constantemente a atuação do novo governo
lendo VEJA. Toda mudança gera desconforto, e nos bate-papos
a comparo com uma mudança de casa. Primeiro, o desconforto,
a bagunça. Depois, aos poucos, tudo vai se ajeitando. Acredito
que no final deste mandato a casa começará a ficar
em ordem. Fui por muitos anos anti-PT, mas vejo Lula como um grande
líder e acredito em sua equipe ("Sem medo de ser feliz na
cadeira de presidente", 4 de junho).
Claudete Bomm
Londres,
Inglaterra
Ministérios
Parece ser o exercício de um companheirismo espúrio
dar emprego às mulheres dos companheiros que exercem provisoriamente
o poder, em detrimento do erário nacional. A reportagem "Cota
das companheiras" (4 de junho) revela o nepotismo descarado do PT,
violando as regras do sistema de mérito concursal e as próprias
pregações teóricas do partido. Os empregos
públicos outorgados diretamente, sem aprovação
regular em concurso público, aos familiares dos políticos
se traduzem em atos administrativos nulos, por vícios de
ilegalidade e imoralidade. Que o Ministério Público
promova a responsabilização penal, civil e administrativa
dos responsáveis, sem cólera nem favor, bem como a
revogação explícita das nomeações
irregulares.
Carlos Alberto Dias Ferreira
Rio
de Janeiro, RJ
A
reportagem "Cota das companheiras" acertou ao dizer que o emprego
das "companheiras" não se configura como nepotismo. Na verdade,
esse absurdo de nomear parentes para cargos públicos, no
governo do PT, é nePTismo. Sou um eleitor de Lula, já
arrependido.
José Edmar Urano de Carvalho
Por
e-mail
Crime
A tragédia que acometeu a família Wunder chocou o
Brasil. Percebemos, a cada crime como esse, a extrema dependência
do brasileiro ao consumo desenfreado. Uma simples crise financeira
faz um pai de família tirar a vida de esposa e filhas sem
que elas dessem motivo para tal ("Era uma vez uma família
feliz", 4 de junho).
Bárbara Bianchi
Joinville,
SC
Sérgio
Abranches
Eu também vejo, e toda a sociedade precisa compreender, por
que o governo federal tem o apoio forte e formal dos governadores
dos Estados apenas para a reforma da Previdência. É
fácil: todos vislumbram aumento de arrecadação,
que tem uma das fontes, acreditem, na taxação do aposentado.
Com isso talvez resolvam o problema de caixa do governo. Não
interessa se o aposentado ou pensionista, beneficiário do
sistema, conseguirá fechar o caixa. Isso é detalhe.
Já quanto à reforma tributária não existe
consenso, pois, da forma como está sendo proposta, ocorre
o contrário, com ICMS cobrado no destino e desoneração
das exportações. Resumindo: está claro, em
todos os níveis de governo, que o que interessa é
arrecadar. O resto é detalhe ("Jogo das aparências",
Em foco, 4 de junho).
José Antonio Rodrigues Agostinho
Maringá,
PR
Florianópolis
Em que pese haver revelado que o número de assassinatos por
100.000 habitantes tenha dado um salto nos últimos dois anos,
chegando a patamares próximos aos de São Paulo, creio
que a reportagem intitulada "A Flórida brasileira" (4 de
junho) não apresenta a verdadeira realidade de Florianópolis.
Floripa não é mais aquela cidade tranqüila de
outrora, com "charme interiorano". A violência não
está restrita aos bairros populares, já atingiu locais
até então pacatos, como Ribeirão da Ilha e
Sambaqui, onde uma senhora, antiga moradora, foi recentemente assassinada
em sua casa, a maioria das praias e lagoas está poluída,
há problemas sérios no abastecimento de água
e o trânsito, mesmo com os novos elevados, ainda é
um caos.
Fábio Ramos Bittencourt
Florianópolis,
SC
VEJA
esqueceu de mencionar na reportagem "A Flórida brasileira"
que, durante os três meses de temporada no verão
, as vias públicas de Florianópolis ficam intransitáveis,
faltam água e luz nos principais bairros e, principalmente,
transporte público adequado. Nossa prefeita deveria ter vergonha
de atribuir tal elogio ("Aqui é a Miami brasileira") a uma
cidade tão deficiente no planejamento urbano e na estrutura
pública.
Letícia Losso
Florianópolis,
SC
Televisão
Muito oportuna a reportagem "Guerra de números" (4 de junho).
Depois de sua leitura, algumas dúvidas que eu tinha sobre
a veracidade dos números publicados pelo Ibope começaram
a ser desfeitas. Quem serão os beneficiários da manutenção
de um único medidor de audiência? Decerto não
será o público.
Allison Lannes
São
Paulo, SP
Veja
essa
A edição 1.805 de VEJA trouxe a frase dita confusa
da apresentadora Luciana Gimenez (Veja essa, 4 de junho). Não
creio ter sido confusa, e sim direta e correta. Afinal, o INSS que
hoje aí está é um lixo. Ele serve somente para
atender a interesses daqueles que menos, ou nada, contribuem com
o sistema. Enquanto isso, o trabalhador brasileiro fica esperando
para ver se sobrará algo ao completar seu longo período
de contribuição. Afinal, assistência médica
e aposentadoria do trabalhador do setor privado são um lixo.
Antonio Carlos Rodrigues
São
Caetano do Sul, SP
Arc
O marciano Arc está muito bem acompanhado, provavelmente
no Havaí, gozando suas merecidas férias. Claro que
esqueceu a guerra, a violência, os juros altos. Está
carregando as baterias e voltará com força total,
para alegria de todos os seus leitores ("As férias do Arc",
4 de junho).
Maria de Fátima Fernandes Ferreira
São
Paulo, SP
VEJA
Especial Criança
Tenho 29 anos e sou casada há dois anos e meio. Mas já
estou com meu marido há oito anos. Já falamos várias
vezes em ter filhos, mas, como a vida é cheia de altos e
baixos, adiamos esse projeto. Bem, naquele domingo da edição
especial Criança (maio de 2003), quando meu marido
foi buscar VEJA na caixinha do correio, tudo mudou. Ele me perguntou
se eu não queria ler a revista, e eu, muito preguiçosa,
disse que não e continuei vendo TV. Ele insistiu, e eu novamente
disse não. Meu marido, com um enorme sorriso, me mostrou
a capa da revista, com aquele enorme bebê fofo, e me perguntou:
"Tem certeza? Então que tal termos um deste?". Minhas pernas
simplesmente estremeceram. Após alguns segundos para respirar,
perguntei se ele estava falando sério, e apenas com olhares
percebemos que a hora havia chegado. Queria dividir com vocês
esta nossa alegria, esta decisão na vida de um casal.
Tatiana Leitenski
Porto
Alegre, RS
Pesca
O
estoque pesqueiro de nossa zona econômica exclusiva (ZEE)
tem sido historicamente subestimado. Levantamentos recentes revelam
que o Brasil tem mais pescados do que imaginávamos possuir.
O maior avanço que o Brasil pode dar na pesca no Atlântico
é em águas oceânicas, pescando recursos altamente
migratórios, principalmente atuns e afins. Está sendo
negociada com a International Comission for the Conservation of
the Atlantic Tuna (Iccat) uma cota anual de pesca no Atlântico
de 120.000 toneladas (de uma produção
anual no Atlântico da ordem de 600.000
toneladas). É possível aumentar ainda mais a cota
brasileira de atuns e afins. O país tem o direito de pescar
metade do estoque de todo o Atlântico, ou cerca de 300.000
toneladas ao ano, o que resultaria em renda equivalente a cerca
de 1,2 bilhão de dólares ("Vai faltar peixe", 4 de
junho).
Ministro José Fritsch
Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência
da República
Brasília, DF
Diogo
Mainardi
Ao
xará, e aos demais plagiados, minha solidariedade. Pior que
essa nova mania de fazê-lo com restaurantes, bares e, agora,
até prédios, só mesmo o hábito de dar
aos cachorros o nome da gente ("Vergonha de ser Diogo", 4 de junho).
Diogo Ribeiro da Luz
São Paulo, SP
Diogo
bateu todos os recordes. Agora, ele resolveu comprar briga até
com a própria mãe, ao detratar o nome que ela lhe
deu.
Károly Agra
Campina Grande, PB
Ministérios
2
Sobre
a reportagem "Cota das companheiras" (4 de junho), gostaria de informar
que não sou aposentada. Saí do Banco do Brasil há
oito anos, por meio do programa de demissão voluntária,
e não há quatro. A deputada Selma Chons e o deputado
Paulo Bernardo convidaram-me para assessorá-los pelo meu
currículo, que inclui vinte anos de militância sindical
e partidária, tendo sido diretora, por cinco anos, do Sindicato
dos Bancários de São Paulo e assessora do Diretório
Nacional do PT. A remuneração que recebo é
compatível com outras que recebi durante minha vida profissional
e adequada ao meu currículo.
Sonia Rodrigues,
esposa do ministro Ricardo Berzoini
Por e-mail
Emprego
Na
seção Sobe e Desce da edição 1 805 de
VEJA (4 de junho) há uma referência à taxa de
desemprego em São Paulo. Lá consta que a fonte é
o Dieese. Gostaria de informar que o correto é Seade-Dieese.
Virginia Ribeiro
Assessoria de imprensa Seade
São Paulo, SP
Rodeio
O
rodeio no Brasil somente será uma festa para a família
quando os organizadores passarem a respeitar o público ("O
touro tem uma tonelada", 4 de junho). As acomodações
normalmente são desconfortáveis e o evento nunca começa
no horário previsto. Isso vale também para shows artísticos
que normalmente são marcados para as 22 horas e se iniciam
depois das 24 horas. Como levar crianças aos rodeios e aos
shows?
Wanderley Adao Pestana
Rondonópolis, MT
Álcool
líquido
Quero
cumprimentar VEJA pela reportagem "O álcool líquido
continua no mercado" (4 de junho). Como cirurgião plástico
de um Centro de Tratamento de Queimados posso testemunhar com satisfação
a significativa redução do número de ocorrências
de queimaduras com álcool, principalmente entre as crianças,
após a introdução do produto em gel. Infelizmente,
numa clara demonstração de desprezo pelas vítimas
de queimaduras e guiando-se unicamente por interesses financeiros,
algumas indústrias obtiveram autorização judicial
para a comercialização do álcool na forma líquida.
André Luis Fernandes Baima
Rio de Janeiro, RJ
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Palavra
rara
Uma
palavra utilizada em dois textos da edição
1 801 de VEJA chamou a atenção do leitor
Laércio de Oliveira e Silva Filho, de Brasília.
Ele ficou intrigado com o termo obnubilação,
publicado em "A dama no centro do governo" (Ensaio,
7 de maio). Obnubilação, segundo o dicionário
Aurélio, significa, em medicina, um estado
de "perturbação da consciência,
caracterizada por obscurecimento e lentidão do
pensamento". Do latim obnubilarem, aparece na
reportagem "Apesar de você, Fidel,...", da mesma
edição, o verbo obnubilar: "Há
três motivos básicos que lhes obnubilam
o juízo", diz o texto antes de enumerar as razões
que levam intelectuais de todo o mundo a aceitar as
justificativas de Fidel Castro para a falta de liberdade
de expressão em seu país. "Agradeço
por ter sido apresentado a essa palavra", escreveu Silva
Filho.
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Vilas
e cidades
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A
reportagem "Além
de Minas e do Pelô" (Guia, 26 de fevereiro)
citou João Pessoa como a terceira cidade mais
antiga do Brasil. O leitor Paulo Cesar Silva Boiteux,
de Miguel Pereira (RJ), questionou a informação:
"João Pessoa foi a décima primeira cidade
a ser fundada, e não a terceira". José
Roberto Evangelista Marques, de Santos (SP), também
estranhou a informação: "Pelo que sei,
São Vicente, Salvador, São Paulo e Rio
de Janeiro são mais antigas". A professora da
Universidade Federal da Paraíba Rosa Maria Godoy
Silveira, pós-doutorada em história do
Brasil, explica a questão. Segundo ela, a nomeação
de cidades era prerrogativa do rei de Portugal, que
o fazia por meio de decreto, conforme estabeleciam as
Ordenações do Reino. Nestor Goulart Reis,
professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade de São Paulo, confirma o que diz
a professora Rosa Maria, e ainda acrescenta: "Nas capitanias,
os donatários só podiam criar vilas, e
não cidades. Apenas as capitanias da Coroa tinham
o poder de criar cidades, mencionadas às vezes
como cidades reais". Portanto, existem cidades mais
antigas, mas que foram fundadas como vila e só
bem mais tarde ganharam aquele status. Por esse critério,
são estas as três primeiras cidades do
Brasil e sua respectiva data de fundação:
Salvador:
1549
Rio de Janeiro: 1565
João Pessoa: 1585
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Carreira
e sucesso
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A
reportagem "Ficou
mais difícil" (4 de junho), que analisou
as chances de um jovem universitário brasileiro
conseguir sucesso na carreira que escolheu, mereceu
dos leitores algumas dezenas de mensagens lembrando
cursos e profissões que não constaram
da reportagem. "VEJA cometeu uma grande injustiça,
ou desatenção, ao ignorar a classe dos
contabilistas", escreveu Luiz Henrique Pierre, de Campinas,
São Paulo. "Excelente reportagem. Lamento, porém,
não terem sido abordados cursos como o de relações
internacionais", escreveu Lana Danubia Ferreira Pimentel,
de São Paulo. Como não seria razoável
analisar as centenas de profissões existentes,
VEJA optou pelos cursos que concentram o maior número
de alunos. Para isso, utilizaram-se dados do Ministério
da Educação. Com base nessa relação,
a revista preparou uma segunda lista, tomando como critério
aquelas que apresentam mais novidades. Daí o
número mágico de dezessete profissões
analisadas. As profissões lembradas pelos leitores,
que não foram abordadas pelas razões expostas,
são, em ordem alfabética: agronomia, antropologia,
artes cênicas, artes plásticas, biblioteconomia,
biomedicina, ciências contábeis, desenho
industrial, farmácia, filosofia, física,
fisioterapia, história, hotelaria, medicina,
música, nutrição, relações
internacionais, relações públicas,
serviço social, turismo, vendas, veterinária,
zootecnia.
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