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Gente
Novelinha infantil, nunca mais
Fotos Cida Souza e Luis Crispino/Playboy
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| Flávia, agora e antes: sem saudade da professorinha
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Desde que Chiquititas acabou, em 2001, a preocupação
da professorinha Flávia Monteiro era desvincular sua
imagem do público infantil. Agora, de contrato assinado com
o SBT para estrelar Os Ricos Também Choram, enterrou
de vez a antiga persona posando para a Playboy de maio. "Tirar
a roupa não foi problema. Afinal, estreei pelada", relata
a atriz, referindo-se ao filme A Menina do Lado, em que,
aos 14 anos, protagonizou cenas tórridas com Reginaldo Faria.
A título de preparação, Flavia, 32 anos, 1,60
metro, intensificou a alimentação. "Comi muito para
ganhar mais corpo", conta. O esforço rendeu 2 quilos: passou
para 46. Felizmente, no lugar certo.
A noitinha cai, e a Sandy
vem
Andre Porto/Folha Imagem
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| Sandy no banquinho bossa-nova: nervosismo
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Diante de uma platéia lotada de simpatizantes (família,
namorado, amigos de infância), a cantora Sandy estreou
em seara totalmente inédita: sozinha, numa casa de jazz,
entoando bossa nova. Não fez feio, apesar do nervosismo
intervalo sim, intervalo não, pedia desculpas pela inexperiência.
Foi sua a escolha das músicas, "coisas que costumo ouvir
no meu quarto". Alguma ínfima intenção de se
separar de Júnior? Não, nunca, jamais: "É só
um projeto paralelo, um outro lado meu que estou conhecendo". Decepção,
só mesmo das cinco fãs barradas na porta do camarim
"Gastamos 150 reais à toa". É que Sandy tinha
aula cedinho no dia seguinte.
Te cuida, Paulo Coelho
Flavio Torres/Fotomidia
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| Gisele e Patrícia, com papai: romance com
herói sociólogo |
Pai da modelo Gisele, o consultor Valdir Bündchen
está lançando seu segundo livro. O romance O Enigma
da Mudança conta a história de um sociólogo
que se mete em uma aventura filosófico-policial depois de
arrematar em um leilão supostos documentos raros, usando
parte da gorda indenização recebida do governo brasileiro
pela perseguição que sofrera durante o regime militar.
Parece complicado, e é mesmo. "Esse livro faz uma conexão
entre um trabalho chamado estudo de perfil com planejamento estratégico
pessoal e um outro sobre a importância da escolha de uma filosofia
e dos nossos hábitos no resultado da vida", resume Bündchen.
Na base de tudo, a experiência de quem é pai de seis
meninas. "Pobrezinhas, acabaram sendo um laboratório para
mim", diz.
Muito brilho, alguma briga
e pouco Chanel
Evan Agostini/AFP
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Peter Kramer/AFP
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| As Versace, mãe e filha, e Elle
com seu chinelinho de dedo: festa chique |
Todo mundo que é alguém
foi à inauguração da exposição
sobre a maison Chanel no Metropolitan Museum de Nova York. Quer
dizer, quase todo mundo os convidados de Dolce&Gabanna,
entre eles Gisele Bündchen, se escusaram. Ocorre que a mesa
de 150 000 dólares ficava no fundo. Dolce não gostou,
Gabbana tampouco, e pintou o boicote. E em noite de homenagem todo
mundo tirou seu Chanel do armário? Nada disso. Donatella
Versace foi de Donatella Versace: cabelão, muito brilho,
seios de plástico e um ar algo mais saudável depois
da propalada recuperação do vício da cocaína.
Já a filha e herdeira Allegra, evidentemente anoréxica,
não parece nada recuperada. Altas horas, cansaço geral,
a modelo Elle MacPherson vangloriava-se: complementou seu
Calvin Klein dourado com um confortável chinelinho de dedo.
Laura, a desesperada
Jim Watson/AFP
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Normalmente entediante, o jantar anual que a Casa Branca oferece
a jornalistas dessa vez deixou os americanos eletrizados. Responsável:
Laura Bush, a quietinha mulher de George W., que disparou a contar
piadas sobre a falta de, digamos, entusiasmo do marido, entre outras
insinuações de duplo sentido. "Essa, de novo, não",
interrompeu, ensaiadamente, quando W desfiava uma piada sem graça.
As dela, obviamente escritas por um profissional, foram muito mais
interessantes. Uma amostra:
"George diz que adora estes jantares.
Mentira. A esta hora, geralmente está dormindo. Nossa noite
típica é assim: 9 horas, o senhor Animação
dorme profundamente e eu assisto a Desperate Housewives.
Senhoras e senhores, eu sou uma dona-de-casa desesperada".
"As pessoas me perguntam como
é ficar em Kennebunkport (onde o clã Bush tem casa).
Vou resumir: primeiro prêmio três dias com os
Bush; segundo prêmio dez dias."
"Tantas mães não
ligam para os filhos. Barbara Bush não sofre desse mal. As
pessoas acham que minha sogra é uma doce vovozinha. Ela está
mais para... bem... Don Corleone."
"George aprendeu muito sobre
fazendas desde que, no nosso primeiro ano lá (no Texas),
tentou tirar leite do cavalo. Não égua cavalo."
Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui e Roberta Salomone
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