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Edição 2099

11 de fevereiro de 2009
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André Petry - 129
Estrelas gospel - 84
Caso Robinho (capa) - 38
Mauricio de Sousa (Entrevista) - 22
Diogo Mainardi - 17

 

Caso Robinho

Muito triste a reportagem "Por que eles não crescem?" (4 de fevereiro), que relata o drama vivido por Robinho na Inglaterra. Infelizmente, a falta de estrutura familiar e de preparo para lidar com o sucesso faz com que muitos desses grandes craques vivam uma vida totalmente desregrada e sem limites. Mas, felizmente, o mundo do futebol não é feito apenas de gente como Robinho, Ronaldo, Edmundo ou Djalminha. É importante frisar que há gente com ótima cabeça e preparo para lidar com o sucesso: Raí, Kaká, Zidane, Zico e muitos outros craques.
Luciano Gama
São Paulo, SP

Dinheiro e fama não compram educação, moral nem conhecimento. Esses atletas deveriam aproveitar o dinheiro para investir no desenvolvimento pessoal, dando continuidade aos estudos. Assim poderiam aproveitar o dinheiro e a fama de forma mais sadia e menos arriscada.
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

Lendo a reportagem sobre os desmandos cometidos pelos jogadores, particularmente os brasileiros, que não conseguem conciliar dinheiro com sucesso e bom comportamento, lembrei-me, com saudade, de um adágio popular que resume com precisão todo o conteúdo da matéria: "Quem nunca comeu melado quando come se lambuza".
Maria Lucia de Almeida Furquim
Curitiba, PR

Ricardo Nogueira/Folha Imagem

 

"Os atletas deveriam aproveitar o dinheiro e a fama de forma mais sadia e menos arriscada. Se não tiveram uma estrutura familiar, ainda podem investir positivamente em si mesmos."
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

 

Cartão vermelho
Suzy Fleury, psicóloga: "O dinheiro e a fama criam armadilhas muito sedutoras para quem vem de uma condição precária em termos morais, intelectuais e emocionais na infância"

 

André Petry

André Petry, no artigo "Lembra-te de Dar-win" (4 de fevereiro), tem toda a razão quando diz que é um absurdo ensinar criacionismo nas aulas de ciências. Aos que acreditam no criacionismo, eu perguntaria: afinal, qual o homem que Deus criou, o Australopithecus, o Pithecanthropus erectus, o homem de Neandertal ou o Cro-Magnon (Homo sapiens sapiens)?
José Rubens do Amaral
Valinhos, SP

O artigo do senhor Petry, com sua forte reação ao ensino do criacionismo em aulas de biologia, pode ser entendido dentro do contexto de uma sociedade que elevou a ciência exata ao pedestal da verdade inquestionável. Embora não aceite o criacionismo científico na sua forma simplista, entendo que os que assim o defendem agem de forma a proteger seus filhos (não necessariamente contra a influência da ciência moderna) das implicações filosóficas, psicológicas e religiosas do ensino do naturalismo evolucionário, o qual afirma categoricamente que nosso cérebro se desenvolveu apenas por processos naturais.
Paulo F. Ribeiro
Grand Rapids, Michigan, EUA

Ao contrário do que parece, os pais que optam por uma escola confessional demonstram incrível sabedoria. Eles sabem que seus filhos têm discernimento para separar o que é ciência do que é religião, bem como livre-arbítrio para escolher aquilo que julgarem correto.
Andréa Kwiatkoski
São Paulo, SP

 

Estrelas da música religiosa

VEJA me surpreendeu ao publicar uma reportagem sobre cantores e bandas cristãos de nosso país ("Cantar com fé", 4 de fevereiro). Sou evangélico e admito que fiquei surpreso com a reportagem, apesar de ser um pouco superficial com relação a alguns dos grupos citados. Acredito que já é um grande passo adiante dado por VEJA, quebrando preconceitos.
Ipérides Junior
João Pessoa, PB

Com todo o respeito aos seguidores de qualquer religião, é impressionante o número de pessoas que nem sequer acreditam em Deus e são fãs do padre Fábio de Melo. Sua postura diferente da de outros religiosos, aliada a uma psicologia eficiente e compreensível para o cidadão comum, faz com que seu programa seja visto e aprovado por um público sempre crescente. Na verdade, ele fala para as pessoas, e não para os devotos. Essa é sua principal qualidade. É bonito? É. No entanto, podem crer, essa não é sua principal qualidade.
Lenita Ballarotti
Londrina, PR

Um homem bonito e inteligente fazendo sucesso não pode ser um padre? Tudo muda, até a Igreja Católica, para conquistar novos fiéis. Isso desperta sentimentos não tão nobres em algumas pessoas. Confesso que o padre Fábio de Melo realmente é muito bonito e inteligente. Que mulher na face da Terra não gostaria de ter um homem assim ao seu lado? Mas este já está comprometido com a Igreja; então, vamos respeitar.
Luciana F. Dias
São Paulo, SP

 

Mauricio de Sousa

Impressionantes os números de venda da revista Mônica Jovem. Depois de ler a entrevista com Mauricio de Sousa, talvez se possa explicar o seu sucesso. Sua postura revela um equilíbrio e uma percepção rara, se não única, no meio dos profissionais da comunicação hoje no Brasil. Fica muito acima dos rótulos que passaram a justificar abordagens de todos os tipos, em nome do tal "politicamente correto". Mauricio de Sousa mostra isso, particularmente, quando justifica o cuidado com a criação de um personagem gay, numa postura corajosa e equilibrada que, certamente, motivará cartas "indignadas", mas também o conforto de quem descobre que há opções mais racionais para abordar o assunto. Parabéns pela entrevista (Amarelas, 4 de fevereiro).
Etienne Douat
Joinville, SC

Não tenho vergonha de dizer que, aos 42 anos, sou colecionadora dos gibis e bonecos do Chico Bento. Essa é uma paixão antiga, que foi aumentando à medida que eu crescia e acabou contagiando toda a minha família. Sou fã incondicional do personagem e de seu criador, Mauricio de Sousa. Parabéns pela bela entrevista e pelo respeito aos seus leitores. Mauricio é motivo de orgulho para nós, brasileiros. Como diria o Chico Bento: Ocê é batuta dimais, sô!
Nádia Segatto
Diadema, SP

 

Diogo Mainardi

Eis que Diogo Mainardi volta com toda a sua verve a respeito dos desmandos deste país ("Questão de tradição", 4 de fevereiro). O jornalista escreve sobre a derrapada de nosso governo, asilando Cesare Battisti. Fato que provocou e provoca nas pessoas de bem, que vivem e trabalham no Brasil, sentimento de revolta e desconsolo. Que sina a brasileira, acolher estrangeiros, em particular os criminosos.
Izabel Avallone
Alto da Boa Vista, SP

Mainardi, você esqueceu o mais "brasileiro" dos bandidos: Ronald Arthur Biggs. O criminoso britânico mais conhecido pelo assalto a um trem pagador em 1963. Ele e seus comparsas roubaram, naquela época, 2,6 milhões de libras. Bin Laden, seja bem-vindo!
Roberto Andrade
João Pessoa, PB

 

José Alencar

Quero cumprimentar VEJA pela reportagem "Vamos agora ao jogo da vida" (4 de fevereiro), que aborda de maneira profissional e humana uma das etapas mais difíceis do tratamento do vice-presidente da República, José Alencar. Para instituições de ponta como o Hospital Sírio-Libanês, é motivo de orgulho poder contribuir para a realização de uma cirurgia de altíssima complexidade, com o nível de sucesso alcançado até aqui. Mas, acima de tudo, a reportagem é um relato preciso do avanço obtido pela medicina brasileira, que hoje conta com grandes centros, profissionais qualificados e tecnologia de ponta, para oferecer o que há de melhor e mais moderno para o tratamento de seus pacientes. Com toda a certeza, o trabalho realizado com extrema competência pela equipe médica está à altura da força de vontade, da vitalidade e do exemplo que o excelentíssimo senhor vice-presidente da República, José Alencar, está dando a todos nós, brasileiros.
Gonzalo Vecina Neto
Superintendente Corporativo do Hospital Sírio-Libanês
São Paulo, SP

 

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