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Guia
Mergulho
limpo
Mantenha a piscina saudável e cristalina
Heudes Régis
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A
qualidade da água de uma piscina depende de dois cuidados:
prevenir a proliferação de micróbios e filtrar
e remover as partículas visíveis a olho nu. A segunda
parte é resolvida com o filtro comum e com peneiras de uso
manual. O controle de microrganismos é mais delicado. Exige
antes de tudo que a água tenha o equilíbrio químico
correto, o chamado controle de pH (acidez) da água, atingido
com a ajuda de substâncias estabilizadoras. Uma vez alcançado,
fica facilitada a desinfecção. Esta pode ser química
ou com o uso de equipamentos, que duram em média três
anos e requerem manutenção anual, explica Carlos Mumme,
diretor técnico da associação nacional de fabricantes
de piscinas.
Com equipamentos
Ultravioleta
Um
tubo com lâmpada UV no sistema de filtro mata as bactérias
quando a água passa. Reduz a necessidade de produtos químicos,
mas a lâmpada perde eficiência quando cai sua luminosidade.
Preço: 3 000 a 6 000 reais
Ionização
Um aparelho conectado ao sistema de filtro libera íons de
cobre. Evita adição constante de produtos, mas pode
manchar a parede da piscina.
Preço: 5 000 a 7 000 reais
Ozonização
Um aparelho gera ozônio, que mata os microrganismos. O efeito
dura poucos dias, e o equipamento não dispensa o uso de cloro.
Preço: 5 000 a 7 000 reais
Salinização
Adiciona-se
sal à água e instala-se um aparelho chamado célula
eletrolítica, que transforma o sal em cloro gasoso. De um
lado, causa menos irritação nos olhos e na pele. De
outro, eleva o pH da água.
Preço: 3 500 a 7 000 reais
Processos químicos
Cloração
Adição
de cloro sólido ou líquido, é o mais eficiente
para acabar com as bactérias, mas pode irritar a pele e os
olhos.
Preço: 100 reais por mês em uma piscina pequena (4
x 8 metros, 1,25 metro de fundo)
Orgânico
Um polímero orgânico, líquido, mata e evita
bactérias. Não forma subprodutos tóxicos, mas
é mais caro que o cloro.
Preço: 140 reais por mês
Banho
de sentidos
O
que faz cada ingrediente dos sabonetes artesanais
A
sofisticação das ultraperfumadas lojas de sabonetes
artesanais levou para o banho ingredientes antes improváveis,
como canela e café. Cada produto pode ter propriedades calmantes,
energizantes, hidratantes ou até afrodisíacas, segundo
os fabricantes. Alguns casos têm base científica. "O
chocolate é considerado hidratante por ter gordura e não
ressecar a pele", explica Elcio de Souza, químico consultor
da Associação Brasileira de Cosmetologia. Ele lembra
que um sabonete nunca deve ser considerado substituto para um tratamento
médico. Conheça a ação de cada ingrediente.
Revigorantes ou regeneradores: alecrim, aloe vera, cítricos
(laranja, limão, tangerina), eucalipto, hortelã, menta,
própolis.
Relaxantes: baunilha, calêndula, camomila, erva-cidreira,
germe de trigo, hamamélis, lavanda, melissa, pepino, rosas.
Hidratantes: abacate, amêndoa doce, aveia,
banana, chocolate, leite de cabra, macadâmia, manga, rosas
brancas.
Afrodisíacos: canela, cravo, gengibre, ilangue-ilangue,
jasmim, rosas.
Fonte:
Nei Naiff, consultor de aromaterapia
Epidemia virtual
Vírus
de computador como o Mydoom exigem mais que antivírus, explica
Ricardo Costa, diretor técnico da Symantec: é preciso
ter um firewall, capaz de perceber o envio de e-mails pelo vírus,
e um detector de intrusos, que inibe a entrada de hackers. Conheça
mais sobre as ameaças recentes.
Mydoom/Novarg
– Permitem que o computador infectado seja acessado remotamente
e coordenam ataques a determinados sites. Propagam-se por e-mail.
Dumaru
– Armazena teclas digitadas pelo usuário e as envia a
um hacker. Pode, por exemplo, capturar senhas de banco.
HLLW
– Ataca máquinas ligadas em redes. Permite acesso remoto
e afeta o funcionamento dos programas antivírus.
Trojan.Qhosts
– É
um cavalo-de-tróia, programa que não se reproduz,
mas se instala no computador. Contamina a máquina de quem
abre uma página na internet contendo um código com
o vírus.
Prancha
na medida
Surfistas
profissionais, ou quase, devem encomendar a prancha a um shaper,
que desenha modelos sob medida. "Existem até programas de
computador para cortar as peças com precisão", explica
o shaper carioca Beto Santos. A prancha do shaper pode sair um pouco
mais barata que a da loja (a partir de 600 reais), mas é
preciso esperar algumas semanas. Se seu negócio é
só brincar nos feriados, é possível achar pranchas
usadas baratas. Mas peça orientação a um especialista
de uma surf shop. Escolha entre os tipos abaixo.
Fotos Claudio Rossi
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Editado por André Fontenelle.
Colaboraram Helena Fruet, Juliana Guarany,
Luís Perez, Tatiana Penido e Tatiana Schibuola
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