Clique nos nomes
e leia as notas
|
 |
Londres
A vitória
de Ken, o Vermelho
AP
|
Na hora de eleger quem vai mandar em Londres nos próximos
quatro anos, os londrinos escolheram tudo o que o primeiro-ministro
Tony Blair não queria: Ken "Vermelho" Livingstone
(foto),
um socialista à moda antiga, expulso do trabalhismo
por excesso de esquerdismo. É dele a afirmação
de que o capitalismo já matou mais gente que o nazismo.
Candidato, defendia a "ação direta", como protestos
violentos contra o FMI. A eleição, realizada
na quinta-feira passada, é a primeira pelo voto direto.
Ken Vermelho vai mandar num território que representa
15% do PIB inglês e já prometeu fazer do cargo
uma trincheira contra o liberalismo econômico de Blair.
Opõe-se à privatização do metrô,
quer a volta dos cobradores aos ônibus e pretende expulsar
da cidade 15% dos carros particulares. Agora que está
eleito é possível que esqueça as ameaças.
Não apenas porque tem pouco poder real, mas também
porque estuda a oferta de voltar ao Partido Trabalhista
Diagnóstico da arte
Examinando obras de arte, o médico americano
Carlos Espinel diagnosticou algumas doenças.
O que ele descobriu
|
AP
 |
Divulação
Gallery of Art
 |
Divulação
Gallery of A
 |
Michelangelo
(pintado por Rafael): os nódulos no joelho indicam
acúmulo de ácido úrico, sintoma
de gota |
Rembrant
(auto-retrato): inchaço quase imperceptível
na testa é sinal de arterite, inflamação
de uma artéria |
Mona
Lisa
(por Leonardo da Vinci): o sorriso enigmático
é resultado de paralisia facial parcial |
Nova
York
Giuliani pula a cerca
Uma semana depois de revelar que sofre de
câncer na próstata, Rudolph Giuliani, prefeito
de Nova York e candidato ao Senado, admitiu ter uma amante,
dez anos mais jovem. Casado há dezesseis anos com
a jornalista Donna Hanover, Giuliani diz agora que o casamento
acabou. A primeira-dama Hillary Clinton, sua adversária
na corrida ao Senado, está rindo à toa. Ela
já não é a única com esse problema
em casa.
Reuters |
Relíquias roubadas
Violentos protestos acompanharam em Hong
Kong dois leilões de peças de arte saqueadas
de palácios chineses por tropas francesas e
inglesas no século XIX. O governo chinês
exigiu a devolução das peças,
mas, para se garantir, mandou uma estatal arrematar
as obras.
|