Edição 1 648 -10/5/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
Veja recomenda
Os mais vendidos

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

ONDE ESTÁ O DECRETO?

Ana Araújo


O governador de Goiás, Marconi Perillo, prometeu demitir sua esposa, Valéria, do cargo de assessora para "assuntos especiais" após VEJA publicar que ela recebia 3.500 reais só por ser primeira-dama. Ainda não o fez. Passou a semana no Canadá e não pôde explicar-se. Seu porta-voz afirmou que o governador já assinou um decreto dando fim à boa vida da esposa. Só não soube dizer por que o tal decreto ainda não foi publicado no Diário Oficial do Estado. Enquanto isso, Valéria Perillo continua lá.

 

A DURA SEMANA DO MINISTRO

Raul Junior


O ministro Francisco Dornelles começou a semana pesando 75 quilos e terminou com 72. O motivo foi o excesso de problemas. Viveu os mais atribulados dias desde que assumiu a Pasta do Trabalho. Em jornadas de dezoito horas, participou do acordo que pôs fim à greve dos caminhoneiros, lutou pelo mínimo regional no Congresso e reuniu-se com 400 cobradores de ônibus. Quando voltou ao Rio de Janeiro, ainda tomou uma bronca da família: não dava notícias desde segunda-feira.

 

OPERAÇÃO SOCORRO

Oscar Cabral

Cansada de tomar banhos de audiência dos filmes do SBT nas noites de terça-feira, a direção da Rede Globo definiu uma estratégia para tentar decolar o programa Muvuca, de Regina Casé. Ela vai gravar participações em outros programas para promover o seu. Vai visitar o Mais Você, de Ana Maria Braga, o Caldeirão, de Luciano Huck, e o Casseta & Planeta, Urgente!. Era isso ou tirar o programa do ar.

 

ELE GRAVA TUDO

Roberto Jayme

O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio de Mello tem um hábito fora do comum. Ele não usa máquina de escrever nem computador para redigir relatórios ou sentenças. Prefere gravar tudo numa fita cassete, que depois é passada para o papel por um de seus auxiliares. Faz isso desde 1975, quando trabalhava na Procuradoria do Trabalho do Rio de Janeiro. Na época, foi convencido por um otorrinolaringologista a abandonar sua barulhenta máquina de escrever. Estava lhe provocando problemas auditivos.

 

Editado por Ricardo Villela. Colaboraram Adriana Setti,
André Palhano, Bruno Weis e Juliana Lopes