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Edição 1 746 - 10 de abril de 2002
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Spacey do espaço

Kevin Spacey banca o ET
no lamentável K-Pax

Marcelo Marthe

Divulgação
O ator em cena: ele também late


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Que o americano Kevin Spacey é um ator competente, ninguém discorda. Já mostrou do que é capaz em fitas como Los Angeles – Cidade Proibida e Beleza Americana. Desde que ganhou o Oscar de melhor ator por esse último trabalho, contudo, ele retomou uma constante de sua carreira – a de estrelar filme ruim atrás de filme ruim. Em 2000, fez o intragável A Corrente do Bem. Agora, protagoniza K-Pax – O Caminho da Luz (K-Pax, Estados Unidos, 2001), que estréia no país nesta sexta-feira. Nesse drama para lá de piegas, Spacey interpreta Prot, um sujeito que afirma ter vindo de outro planeta. Como defende insistentemente a sua origem alienígena, Prot é internado num hospício, onde sua presença fará com que os pacientes recuperem a alegria e a auto-estima. Pois é, ET bom é ET internado. Lá pelo meio do filme, no entanto, a trama sofre uma reviravolta esdrúxula. Deve ter sido concebida para surpreender o espectador, mas só faz ressaltar a inverossimilhança do enredo. A atuação de Spacey é uma canastrice do início ao fim. Ele entra em cena sob luz diáfana e trilha sonora new age, de óculos escuros, ultrablasé. "Tinha esquecido como o seu planeta é brilhante", diz a um interlocutor. No filme, o ator também come uma banana com casca e ajoelha-se para conversar com um cãozinho. Como? Latindo, ora.

   
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