Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 746 - 10 de abril de 2002
Cartas

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Especial
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

CLIQUE NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS

"A administração do próprio negócio é a melhor e mais eficaz pós-graduação de que se tem conhecimento."
Haroldo Kalleder
São Paulo, SP

 

Empreendedor

Muito bom o destaque que VEJA deu às pessoas que obtiveram sucesso no próprio negócio. Tendo uma boa idéia, talento, vontade e vocação, você consegue o que quer. No Brasil falta emprego, mas sobra trabalho. O que vale é não ficar parado ("Como e por que eles venceram", 3 de abril).
Bruno Ladorucki Meier
Joinville, SC

Matérias como essa mostram por que VEJA é a grande revista brasileira. Não havia lido ainda um estudo tão sério e profundo sobre esses raros brasileiros que venceram o ceticismo geral e tornaram-se empresários de sucesso.
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

Apesar da carga tributária perversa a que somos submetidos neste país, verificamos que existem empreendedores que não se deixam abater e fazem das dificuldades desafios.
Antônio José dos Anjos Brito
Salvador, BA

Se 71% das novas empresas abertas só sobrevivem até cinco anos, eu me considero abençoado por Deus por ter sobrevivido numa microempresa 22 anos consecutivos e ininterruptos. Tocando a vida por conta própria, a pessoa descobre que tem competência e forças para o trabalho que ela jamais imaginara que tivesse.
Generoso Rodrigues de Sousa
Barra do Garças, MT

O sucesso do empreendedor está destinado aos que possuem grande motivação pessoal, disposição para enfrentar e vencer novos desafios e já identificaram uma oportunidade realmente promissora de negócio. Sólida experiência na área em que se pretende atuar é muito importante. A administração do próprio negócio é a melhor e mais eficaz pós-graduação. As experiências adquiridas no dia-a-dia não encontram paralelo no mundo acadêmico.
Haroldo Kalleder
São Paulo, SP

 

Xuxa

Custa acreditar que neste mundo não exista um homem sincero, amável e disposto a dividir sua vida com uma mulher tão bem-sucedida e linda como a Xuxa. Resta saber se ela está disposta a dividir sua vida com um homem normal e mortal, já que seus eleitos, diga-se "os mais cobiçados da Terra", como John Kennedy Jr. e Ayrton Senna, não fazem mais parte deste mundo. Restam, portanto, duas opções: ou ela diminui seu nível de exigência ou deixa para realizar seus sonhos no paraíso, não esquecendo que John John já está acompanhado ("Nunca houve uma mulher como Xuxa", 27 de março).
Ivete S. Andreo
Amsterdã, Holanda

 

Sari Nusseibeh

Parabéns pela entrevista com Sari Nusseibeh (Amarelas, 3 de abril). Se os palestinos tivessem mostrado à sociedade israelense que não querem destruir o Estado de Israel, e sim viver em paz com os israelenses, conforme prega o entrevistado, um acordo na região já teria sido alcançado de há longa data.
Jorge A. Nurkin
São Paulo, SP

Muito boa a entrevista com o representante da OLP em Jerusalém, Sari Nusseibeh. Ele mostrou que a esperança e o diálogo são as únicas alternativas cabíveis para que se alcance a tão esperada pacificação entre os povos.
Hugo Lins Coelho
Recife, PE

É a primeira vez que vejo um palestino demonstrar que não vislumbra a destruição de Israel como única solução do conflito. É ilusão pensar que os atentados são retaliações às ações israelenses, pois todas as vezes que Israel caminhou em direção à paz, seja com Rabin, Peres ou Barak, recebeu como resposta uma seqüência de atentados suicidas desumanos.
Fabio Beildeck
Rio de Janeiro, RJ

 

Stephen Kanitz

Excelente o artigo de Stephen Kanitz sobre duas palavras aparentemente tão banais ("Ordem ou progresso?", Ponto de vista, 3 de abril). Só mesmo uma revista de Progresso como VEJA para ajudar a colocar Ordem em nossas idéias.
Marcelo Jaued Noronha Braga
Belo Horizonte, MG

Fiquei espantado com a coluna do professor Kanitz, na qual propõe "desordem para o progresso". Fico imaginando quanta criatividade e empreendedorismo foram alavancados com a desordem institucional e a falta de regras das sociedades africanas mergulhadas em guerras civis, o mesmo sendo aplicado a boa parte da América Latina e ao Brasil, em certa medida. O desenvolvimento dos EUA não se teria escorado justamente na transparência das regras do jogo econômico e na ordem política?
Eduardo Pattas
Salvador, BA

 

Reforma agrária

Li a reportagem sobre o MST e a invasão da fazenda de FHC ("Os sem-limite atacam de novo", 3 de abril). VEJA define o movimento como "Movimento político que manipula massas empobrecidas". Então a mídia é o quê? Nunca vi definições tão parecidas para coisas que parecem ser tão diferentes. Bem, a mídia não é movimento, mas também manipula.
Tomas Batista
Münden, Alemanha

Ao invadirem a fazenda Córrego da Ponte, com a pretensão de atingir a figura do presidente, os terroristas do MST praticaram um ato contra todos os brasileiros que elegeram este governo. Cadeia neles!
Rodolfo Sevecenco
Mongaguá, SP

Os militantes do MST mostraram novamente que não são "heróis nacionalistas e revolucionários" com respeito pelo país, mas pessoas sem escrúpulos.
Fernando Stefanelli Gallucci
Cotia, SP

Os tais líderes do MST deixaram bem claro a que vieram: instaurar a desordem social, em nome da "reforma agrária".
Isa Rodrigues
São Luís, MA

Apesar de julgar necessária uma reforma agrária que permita aumentar a produtividade das terras brasileiras, não creio que sejam as atitudes absurdas do MST que ajudarão nesse sentido. Um porcentual bem pequeno dos militantes efetivamente põe a mão na enxada. A grande maioria continua com o trabalho nada produtivo de invadir fazendas e terras de pessoas, muitas vezes, honestas.
Eduardo Luis Gallo
São Paulo, SP

 
SER ENGRAÇADO É DIFÍCIL

O título "A nível de coragem, palmas para Jade" (Gente, 27 de março) provocou brava reação dos leitores. Cento e quarenta e quatro deles escreveram para criticar a expressão, tão em desuso quanto errada. "Favor verificarem em seus arquivos, na edição de 10 de setembro de 1997, a entrevista com o professor Pasquale Cipro Neto", relembrou o mineiro Frederico de Araújo Rezende, de Belo Horizonte. Na entrevista que deu a VEJA, Pasquale disse: "O a nível de é uma daquelas bizarrices que surgem da cabeça do cidadão que, na falta de conteúdo, tenta sofisticar seu discurso lascando no meio umas expressões de efeito". VEJA não esqueceu a lição do professor. Tanto que o assunto foi tratado na matéria "Fuja do a nível de" (Guia, 17 de março de 1999). Na oportunidade, VEJA alertou: "A expressão a nível de não existe". O "a nível de coragem" da recente nota publicada na seção Gente foi uma tentativa – pelas reações adversas dos leitores, não muito bem-sucedida – de fazer humor combinando-a com outra expressão condenável, "enquanto Jade", usada pela atriz Giovanna Antonelli.

 

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS