Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 746 - 10 de abril de 2002
Carta ao leitor

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Especial
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA on-line
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Um século de sabedoria

Charles Ford
Jacques Barzun: infância com Apollinaire e Gide

O entrevistado das páginas amarelas de VEJA nesta semana é um sábio de raras qualidades. Educador, crítico cultural, ensaísta e historiador, Jacques Barzun é uma espécie de cápsula do tempo que concentrou boa parte do conhecimento e da sabedoria do século XX. Francês de nascimento, passou quase toda a vida adulta nos Estados Unidos. Aos 94 anos, ele se retirou no ano passado da cátedra que manteve por décadas na Universidade Colúmbia, em Nova York. Atualmente vive em San Antonio, no Texas, de onde conversou por telefone com Carlos Graieb, editor de Artes e Espetáculos de VEJA. "A lucidez dele é espantosa. Falou durante mais de uma hora com correção e beleza sobre os mais diversos assuntos", comenta Graieb. Barzun lembrou sua infância, quando a casa dos pais era freqüentada por gênios da literatura e da pintura. Ele se recorda de ter convivido com o romancista André Gide (1869-1951) e de ter aprendido a ler as horas com a ajuda do poeta Guillaume Apollinaire (1880-1918). "Foi um dos grandes períodos criativos de nossa cultura", diz Barzun, que estudou português para ler Camões e agora se prepara para enfrentar a obra do padre Antônio Vieira.

As entrevistas de VEJA firmaram uma tradição de qualidade no jornalismo brasileiro. Graieb mesmo já entrevistou diversos outros autores consagrados internacionalmente, como o americano Tom Wolfe, o peruano Vargas Llosa e o inglês Paul Johnson. As páginas amarelas são uma seção em que chefes de Estado, líderes empresariais, pensadores e cientistas brasileiros e estrangeiros de renome se revezam com outros personagens que se qualificam como entrevistados menos por seu saber e mais por sua personalidade única. Nos últimos meses, VEJA entrevistou gente de peso, como Shimon Peres, ministro das Relações Exteriores de Israel, Horst Koehler, diretor-geral do FMI, e Tony Blair, primeiro-ministro britânico. Mesmo numa galeria dessas, Jacques Barzun consegue se destacar.

 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS