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Ivan segue terrívelEle andava sumido desde o escândalo do mensalão. Braço direito de Delúbio Soares no caixa da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 e ex-presidente do estatal Banco Popular, Ivan Guimarães desapareceu quando se descobriu que ele operava no governo para favorecer o Banco Rural e o empresário Daniel Dantas. Nos últimos meses, saiu da Sibéria. Ivan articula a aliança mineira do PT e do PMDB. Ele tenta cacifar o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, favorável ao acordo, e implodir a pretensão do petista Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, de disputar o governo do estado.
Quanta humanidade..Em 2007, o país se estarreceu com a história de uma adolescente presa por 24 dias em uma cela masculina no Pará. Torturada e seviciada pelos detentos, ela foi incluída no programa de proteção a testemunhas e enviada a Brasília, onde deveria ser protegida pela Secretaria dos Direitos Humanos, do ministro Paulo Vannuchi, que anda muito empenhado em criar mecanismos para censurar a imprensa. Na capital, ela mendigou e passou a usar crack. Resgatada por uma ONG, foi alojada em um quarto com rapazes drogados. Agora, está internada em uma clínica para se recuperar do vício.
Samba, bola e etanolOs usineiros decidiram criar uma entidade de classe nacional. Inspirada no sucesso da Unica, que atua em São Paulo, ela se chamará Unica Brasil e terá como tarefa converter o álcool combustível em um símbolo nacional. Os empresários querem que o produto passe a ser chamado de etanol e pretendem usar a Copa do Mundo e a Olimpíada do Rio para fortalecer a marca. A inspiração paulista não deverá ser suficiente, porém, para que Marcos Jank, presidente da Unica paulista, dirija a futura entidade. Ele pode ceder o lugar a André Luiz Rocha, de Goiás.
"Ai,
que saudade da Bahia..."
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| Fernando Vivas/ FolhaPress ![]() |
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, pretende arregimentar 100 000 voluntários para a campanha presidencial do governador paulista, José Serra. São tucanos do país inteiro que se credenciarão para participar do projeto Comunicar, que divulgará as ideias que o partido quer disseminar, como as de que o governo Lula não é melhor que o de FHC, os programas sociais começaram na era tucana e as bases do desenvolvimento foram lançadas ainda naquele período. Esse exército será dividido em falanges de 150 homens. A meta é formar 400 batalhões até junho.
Colaborou Leonardo Coutinho
A Telebrás é uma novela sem final feliz
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