Para usar

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Roberto Civita

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos de 2000

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

Desinformação, o mal da impotência sexual

Sérgio de Divitiis


A maior parte dos homens desconhece que a impotência sexual pode estar ligada ao uso de cigarro, álcool ou drogas, além de problemas como diabetes, stress e efeitos colaterais de medicamentos. A conclusão é do médico Alfredo Romero, diretor do Instituto Brasileiro para a Saúde Sexual (Ibrasexo), com base em levantamento feito de setembro de 1999 a agosto de 2000. Dificuldades com ereção, ejaculação precoce e tamanho do pênis foram algumas das questões que mais motivaram quase 4.000 pessoas a entrar em contato com o Ibrasexo naquele período. "Homens com impotência podem ser tratados e curados, com terapia, medicamentos ou cirurgia, sendo que 97% deles ficam satisfeitos", explica Romero.

 

Rivalidade sob o mesmo teto

Claus Stellfield

A maneira como os pais interferem nas brigas entre irmãos é decisiva, segundo a psicóloga Magdalena Ramos, do Núcleo de Casal e Família da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Dar proteção a uma delas pode aumentar a rivalidade e fortalecer o sentimento de mágoa – aquele que se sente injustiçado tenderá a ser ainda mais agressivo. Os pais só devem entrar quando a situação estiver realmente fora de controle, como o uso de violência, por exemplo. "Se elas brigam e fazem as pazes, não há problema. Mas, se ficam sem se falar por muito tempo, isso indica algo errado", diz a psicóloga.

 

Férias mas nem tanto

O período de férias não pode representar uma ruptura radical na rotina das crianças. Especialista em comportamento infantil, a educadora Jan Faull, da Universidade de Washington (EUA), recomenda aos pais manter uma escala de horários e atividades, fator essencial para a estabilidade emocional delas. Freqüência ilimitada a shoppings, lanches rápidos em vez de pausas para as refeições e televisão até a madrugada acabam por deixá-las irritadas e cansadas. Jan Faull aconselha ainda a incluir as crianças em algumas tarefas domésticas diárias.

 

O carteiro é quem traz o vírus

Antes, o principiacute;rus de computador eram os disquetes. Agora, de cada dez infecções, praticamente nove têm origem no correio eletrônico, segundo levantamento do ICSA Labs, dos EUA. Quando o e-mail contiver arquivo anexado, Vicente Lima, diretor-geral da Symantec, recomenda simplesmente não abri-lo caso venha de fonte desconhecida. Fique esperto também com os engraçados – e perigosos – cartões-postais da internet. E tenha sempre ativo um bom programa antivírus em seu terminal.

 

Com êxtase e sem memória

Ricardo Benichio


O uso freqüente de ecstasy pode causar danos de longa duração no cérebro. É o que afirma uma pesquisa inglesa do University College London (UCL). Estudos já sugeriam o efeito destruidor da droga nos neurônios, mas é a primeira vez que se encontram evidências em testes com seres humanos – os anteriores foram feitos em macacos. A pesquisa foi realizada com quase 100 usuários e ex-usuários da droga e indicou que, mesmo após um ano ou mais de abstinência, os consumidores apresentam problemas de memória.

 

Você escolheu a profissão certa?

Para saber a resposta, faça o teste elaborado pela consultora Andrea Huggard-Caine, presidente no Brasil da Hewitt Associates, um dos expoentes mundiais na área de recursos humanos

1. Em seu tempo livre, você se interessa por coisas relativas à profissão? Lê artigos de revistas e jornais, conversa com colegas, procura informações na internet?
a) sempre
b) às vezes
c) nunca

2. Comparado a seus colegas de turma, e pensando na carreira que escolheu, você pode dizer que:
a) está entre os que se deram melhor na vida
b) não existem grandes diferenças
c) não entende por que ficou para trás

3. Você se pergunta se teria tido mais sucesso em outra profissão?
a) nem passa pela sua cabeça; você adora o que faz
b) às vezes imagina o que teria acontecido se tivesse feito outra coisa
c) constantemente questiona se fez a escolha certa

4. Seu círculo de amizades inclui outras pessoas que atuam na mesma área profissional?
a) um grande número de amigos meus é da mesma profissão
b) tenho alguns amigos da mesma profissão
c) a última coisa que quero é ter amigos da mesma profissão

5. Durante seu expediente de trabalho:
a) você nem sente a hora passar
b) chega o fim da tarde e você está pronto para ir embora
c) mal pode esperar o dia terminar para fazer outras coisas

6. Seus colegas ligam para pedir opiniões profissionais:
a) freqüentemente
b) às vezes
c) nunca

7. Durante seu trabalho, qual o porcentual de tempo que você passa fazendo coisas de que gosta?
a) mais de 70%
b) de 40% a 70%
c) menos de 40%

8. Segunda-feira:
a) é um dia para aplicar as idéias que você teve no fim de semana
b) é um dia qualquer
c) é o pior dia da semana

9. As outras pessoas comentam sobre a facilidade e a naturalidade com que você desempenha suas funções?
a) sempre
b) às vezes
c) nunca

10. Você se decidiu pela profissão:
a) porque achou que gostaria dela
b) porque dá dinheiro
c) por influência dos pais

 

Pontuação

 

 

 

Confira as respostas

Menos de 6 pontos
de 6 a 10 pontos
de 11 a 15 pontos
acima de 15 pontos

 

O bem que faz a blindagem natural

Enquanto no mundo da ficção a virada do milênio é símbolo de alta tecnologia, a vida real promete algo diferente para os cuidados com a saúde. Segundo especialistas do Instituto Americano para a Pesquisa do Câncer, 2001 será um marco no uso preventivo de alimentos naturais. "Pela primeira vez, os interessados em diminuir o risco de ataque cardíaco, derrame e câncer estão dando ouvidos a essa mensagem clara e simples", explica Melanie Polk, diretora de educação em nutrição da entidade. O efeito protetor de frutas, legumes ou cereais vem sendo investigado no mundo todo. Na Universidade Shizuoka, no Japão, por exemplo, comprovaram-se os poderes do abacate para enfrentar toxinas que prejudicam o fígado. Entre 22 frutas, o abacate mostrou-se a mais capaz de diminuir os danos provocados no órgão por fatores semelhantes aos causados por hepatites virais. Já na Universidade Vanderbilt, nos EUA, coube à soja evidenciar suas características. Os médicos mediram o nível de isoflavona, uma substância presente no grão, na urina de 120 mulheres. As que apresentavam maior concentração do composto tiveram o risco de desenvolver câncer de mama reduzido em 50%. A inclusão da soja nas refeições deve começar cedo, desde a adolescência pelo menos, atesta Dulcinéia Abdalla, farmacêutica bioquímica da Universidade de São Paulo. O arroz integral, cujos predicados sempre foram conhecidos nos países orientais, agora tem novas aplicações. Cientistas da Universidade Shinshu, também no Japão, deixaram o arroz integral de molho a 32 graus Celsius, por 22 horas, até germinar. Isso ajudou a liberar um tipo de ácido conhecido por melhorar o desempenho dos rins. Até a cerveja preta tem novidades. No Canadá, concluiu-se que alguns compostos antioxidantes encontrados na bebida contribuem para evitar danos celulares similares aos da catarata.

 

BOA NOTÍCIA

Bebês mais espertos

Depois de acompanharem o crescimento de 280 bebês, pesquisadores da Nova Zelândia encontraram boas evidências de vínculo entre a duração do aleitamento e o quociente de inteligência (QI). Quem recebeu leite materno, direto do peito ou em garrafas, por oito meses ou mais obteve maior pontuação no QI verbal (em média, 6 pontos mais alta) do que o grupo ao qual não foi dado o alimento.

 

MÁ NOTÍCIA

Sobrou para os dentes

Doenças respiratórias podem aumentar os riscos de ocorrência de problemas ortodônticos, como dentes desalinhados ou projetados para a frente. Pesquisa da dentista Viviana Cristina Martins Faria, de São Paulo, com 61 asmáticos, mostrou que 42,5% tinham "mordida cruzada". Além disso, a arcada dentária era mais estreita, possivelmente pela respiração bucal, que pode levar ao desequilíbrio dos ossos da face e da arcada superior.

 

De olho na "panelinha"

Ilustração Wander Mendes


Relacionar-se bem com as chefias e os colegas da empresa é um dos requisitos básicos para a vida em qualquer ambiente de trabalho. Saber lidar com as "panelinhas" faz parte da adaptação do profissional. A seguir, as dicas de Gutemberg de Macedo, da Gutemberg Consultores, e de Rosa Bernhoeft, da Alba & Bernhoeft Associados:

Tente estabelecer relações com os indivíduos, independentemente da "panelinha" à qual pertencem. Transite entre os diversos grupos e não se fixe em nenhum deles. Crie suas próprias relações.

Tenha espírito de humildade para se adaptar a um novo ambiente e às novas pessoas. Converse com os funcionários mais antigos para conhecer em profundidade a filosofia, os valores e os problemas da empresa.

Procure aproximar-se dos colegas sem arrogância. Convide-os para um almoço, bate-papo ou para uma visita a sua sala.

A melhor maneira de se defender de possíveis boicotes por não pertencer a um grupo é reforçar suas responsabilidades na função que desempenha.

 

Editado por Flamínio Fantini
e-mail: parausar@abril.com.br

 

Copyright 2001
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Curitiba
Veja BH | Veja Fortaleza | Veja Porto Alegre | Veja Recife
Edições especiais | Especiais on-line | Estação Veja
Arquivos | Próxima VEJA | Fale conosco