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Desinformação,
o mal da impotência sexual
Sérgio de Divitiis
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A maior parte dos homens desconhece que a impotência sexual
pode estar ligada ao uso de cigarro, álcool ou drogas,
além de problemas como diabetes, stress e efeitos colaterais
de medicamentos. A conclusão é do médico
Alfredo Romero, diretor do Instituto Brasileiro para a Saúde
Sexual (Ibrasexo), com base em levantamento feito de setembro
de 1999 a agosto de 2000. Dificuldades com ereção,
ejaculação precoce e tamanho do pênis foram
algumas das questões que mais motivaram quase 4.000
pessoas a entrar em contato com o Ibrasexo naquele período.
"Homens com impotência podem ser tratados e curados, com
terapia, medicamentos ou cirurgia, sendo que 97% deles ficam satisfeitos",
explica Romero.
Rivalidade
sob o mesmo teto
Claus Stellfield
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A maneira
como os pais interferem nas brigas entre irmãos é
decisiva, segundo a psicóloga Magdalena Ramos, do Núcleo
de Casal e Família da Pontifícia Universidade Católica
de São Paulo. Dar proteção a uma delas pode
aumentar a rivalidade e fortalecer o sentimento de mágoa
aquele que se sente injustiçado tenderá a ser
ainda mais agressivo. Os pais só devem entrar quando a situação
estiver realmente fora de controle, como o uso de violência,
por exemplo. "Se elas brigam e fazem as pazes, não há
problema. Mas, se ficam sem se falar por muito tempo, isso indica
algo errado", diz a psicóloga.
Férias
mas nem tanto
O período de férias não pode representar
uma ruptura radical na rotina das crianças. Especialista
em comportamento infantil, a educadora Jan Faull, da Universidade
de Washington (EUA), recomenda aos pais manter uma escala de horários
e atividades, fator essencial para a estabilidade emocional delas.
Freqüência ilimitada a shoppings, lanches rápidos
em vez de pausas para as refeições e televisão
até a madrugada acabam por deixá-las irritadas e
cansadas. Jan Faull aconselha ainda a incluir as crianças
em algumas tarefas domésticas diárias.
O
carteiro é quem traz o vírus
Antes,
o principiacute;rus de computador eram os
disquetes. Agora, de cada dez infecções, praticamente
nove têm origem no correio eletrônico, segundo levantamento
do ICSA Labs, dos EUA. Quando o e-mail contiver arquivo anexado,
Vicente Lima, diretor-geral da Symantec, recomenda simplesmente
não abri-lo caso venha de fonte desconhecida. Fique esperto
também com os engraçados e perigosos
cartões-postais da internet. E tenha sempre ativo um bom
programa antivírus em seu terminal.
Com
êxtase e sem memória
Ricardo Benichio
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O uso freqüente de ecstasy pode causar danos de longa duração
no cérebro. É o que afirma uma pesquisa inglesa
do University College London (UCL). Estudos já sugeriam
o efeito destruidor da droga nos neurônios, mas é
a primeira vez que se encontram evidências em testes com
seres humanos os anteriores foram feitos em macacos. A
pesquisa foi realizada com quase 100 usuários e ex-usuários
da droga e indicou que, mesmo após um ano ou mais de abstinência,
os consumidores apresentam problemas de memória.
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escolheu a profissão certa?
Para
saber a resposta, faça o teste elaborado pela consultora
Andrea Huggard-Caine, presidente no Brasil da Hewitt Associates,
um dos expoentes mundiais na área de recursos humanos
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O
bem que faz a blindagem
natural
Enquanto
no mundo da ficção a virada do milênio
é símbolo de alta tecnologia, a vida real
promete algo diferente para os cuidados com a saúde.
Segundo especialistas do Instituto Americano para a Pesquisa
do Câncer, 2001 será um marco no uso preventivo
de alimentos naturais. "Pela primeira vez, os interessados
em diminuir o risco de ataque cardíaco, derrame e
câncer estão dando ouvidos a essa mensagem
clara e simples", explica Melanie Polk, diretora de educação
em nutrição da entidade. O efeito protetor
de frutas, legumes ou cereais vem sendo investigado no mundo
todo. Na Universidade Shizuoka, no Japão, por exemplo,
comprovaram-se os poderes do abacate para enfrentar
toxinas que prejudicam o fígado. Entre 22 frutas,
o abacate mostrou-se a mais capaz de diminuir os danos provocados
no órgão por fatores semelhantes aos causados
por hepatites virais. Já na Universidade Vanderbilt,
nos EUA, coube à soja evidenciar suas características.
Os médicos mediram o nível de isoflavona,
uma substância presente no grão, na urina de
120 mulheres. As que apresentavam maior concentração
do composto tiveram o risco de desenvolver câncer
de mama reduzido em 50%. A inclusão da soja nas refeições
deve começar cedo, desde a adolescência pelo
menos, atesta Dulcinéia Abdalla, farmacêutica
bioquímica da Universidade de São Paulo. O
arroz integral, cujos predicados sempre foram conhecidos
nos países orientais, agora tem novas aplicações.
Cientistas da Universidade Shinshu, também no Japão,
deixaram o arroz integral de molho a 32 graus Celsius, por
22 horas, até germinar. Isso ajudou a liberar um
tipo de ácido conhecido por melhorar o desempenho
dos rins. Até a cerveja preta tem novidades.
No Canadá, concluiu-se que alguns compostos antioxidantes
encontrados na bebida contribuem para evitar danos celulares
similares aos da catarata.
BOA
NOTÍCIA
Bebês
mais espertos
Depois de acompanharem o crescimento de 280 bebês,
pesquisadores da Nova Zelândia encontraram boas evidências
de vínculo entre a duração do aleitamento
e o quociente de inteligência (QI). Quem recebeu leite
materno, direto do peito ou em garrafas, por oito meses
ou mais obteve maior pontuação no QI verbal
(em média, 6 pontos mais alta) do que o grupo ao
qual não foi dado o alimento.
MÁ
NOTÍCIA
Sobrou
para os dentes
Doenças respiratórias podem aumentar os riscos
de ocorrência de problemas ortodônticos, como
dentes desalinhados ou projetados para a frente. Pesquisa
da dentista Viviana Cristina Martins Faria, de São
Paulo, com 61 asmáticos, mostrou que 42,5% tinham
"mordida cruzada". Além disso, a arcada dentária
era mais estreita, possivelmente pela respiração
bucal, que pode levar ao desequilíbrio dos ossos
da face e da arcada superior.
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De
olho na "panelinha"
Ilustração Wander Mendes
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Relacionar-se bem com as chefias e os colegas da empresa
é um dos requisitos básicos para a vida em
qualquer ambiente de trabalho. Saber lidar com as "panelinhas"
faz parte da adaptação do profissional. A
seguir, as dicas de Gutemberg de Macedo, da Gutemberg Consultores,
e de Rosa Bernhoeft, da Alba & Bernhoeft Associados:
Tente estabelecer relações
com os indivíduos, independentemente da "panelinha"
à qual pertencem. Transite entre os diversos grupos
e não se fixe em nenhum deles. Crie suas próprias
relações.
Tenha espírito de humildade
para se adaptar a um novo ambiente e às novas pessoas.
Converse com os funcionários mais antigos para conhecer
em profundidade a filosofia, os valores e os problemas da
empresa.
Procure aproximar-se dos colegas
sem arrogância. Convide-os para um almoço,
bate-papo ou para uma visita a sua sala.
A melhor maneira de se defender de
possíveis boicotes por não pertencer a um
grupo é reforçar suas responsabilidades na
função que desempenha.
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Editado
por Flamínio Fantini
e-mail: parausar@abril.com.br
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