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JERUSALÉM

Como ficam os refugiados?

AP
Em Gaza: casa palestina destruída pelos israelenses


Sempre que avança, a busca por uma solução permanente para o conflito no Oriente Médio bate em novo muro. Na semana passada, o líder palestino Yasser Arafat deu seu o.k., ainda que condicional, ao plano de paz do presidente Bill Clinton. Em linhas gerais, significa a criação de um Estado palestino em boa parte do território ocupado pelos israelenses desde 1967 e nos bairros árabes de Jerusalém. Mas o que se fará com 3,5 milhões de refugiados criados com a instituição do Estado judeu, em 1948? Vivem no Líbano, Síria, Jordânia e na própria Palestina e Arafat diz que sem a admissão do "direito de retorno" deles ao território israelense não haverá paz. Israel pondera que aceitá-los equivaleria a um suicídio nacional e prefere indenizá-los para que fiquem onde estão. Procura-se uma fórmula para saltar mais esse muro.

 

TEERÃ

Infeliz Ano-Novo

AP
Depois das chibatadas


A polícia religiosa iraniana esteve muito atarefada na passagem do ano. Mais de 250 pessoas acabaram na prisão por se atrever a celebrar a data, sobretudo nos bairros mais ricos de Teerã. A mulher à esquerda na foto abaixo foi punida com vinte chibatadas pelo "comportamento antiislâmico" de ter participado de uma festa em companhia de pessoas do sexo oposto.

 

AP

BUENOS AIRES

Rindo à toa – Ao lado da namorada, a ex-miss Universo Cecilia Bolocco, Carlos Menem festejou seu aniversário com o ego inflado: foi o único argentino convidado para a posse do novo presidente americano, George W. Bush.

 

 

FRANKFURT

Verde com passado vermelho

Fotos revelam militância violenta na juventude de ministro pacifista alemão

Fischer hoje e na foto da Stern: "Joguei pedras, mas nunca fui terrorista"

Joschka Fischer, ministro das Relações Exteriores e líder do Partido Verde da Alemanha, nunca escondeu seu passado de estudante esquerdista, mas garantiu que nada teve a ver com os grupos terroristas. Fotos de 1973 publicadas pela revista Stern na semana passada parecem mostrar outra coisa. Ele aparece de capacete de motociclista atacando um policial durante uma manifestação. O passado voltou à tona depois de Fischer ter sido chamado a depor como testemunha no julgamento de Hanz-Joachim Klein, um companheiro de juventude acusado pela morte de três pessoas no ataque terrorista à conferência da Opep em 1975. "Foi um grande erro", desculpou-se o ministro.

 

 

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