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"Vai
ser difícil produzir algo melhor que esta edição.
Pela primeira vez vou chegar à próxima VEJA
sem me desgrudar da anterior."
Luiz Fontenelle
lfontenelle@vesper.com.br |
VEJA
Especial 2000
Jóia rara, essa última edição de VEJA
(27 de dezembro). Pode-se dizer que conseguiu reunir as melhores
dezesseis cabeças pensantes do mundo em brilhantes e geniais
artigos. Essa edição é para ser guardada
em cofre e para fazer parte de toda biblioteca do país.
Jorge David
jordavis@ig.com.br
Que
magnífico presente VEJA deu de Natal a seus leitores. Sem
desfazer das demais, quão precisas e extraordinariamente
bem colocadas as visões de Roberto Pompeu de Toledo e Renato
Mezan, seja no exemplo do bom selvagem, seja no do mal-estar da
modernidade. Os ensaios encaixam-se com uma harmonia digna dos
anseios de Montesquieu, sem ferir, nem ultrapassar, os limites
um do outro.
Maria Thereza Rezende Teixeira
tetert@infolink.com.br
VEJA
chegou às portas do terceiro milênio em grande estilo,
com uma edição maravilhosa. Tenho orgulho de comprar
a revista desde o primeiro exemplar, que guardo até hoje.
Mário Annuza
Rio de Janeiro, RJ
Excelentes
as reflexões dos vários autores convidados por VEJA.
A exceção foi Domingo Cavallo. Com a arrogância
que lhe é peculiar, sua explanação nos faz
pensar que a economia argentina é a oitava maravilha do
mundo. Nem parece que até a semana passada os investidores
estavam fugindo do país como o diabo foge da cruz.
Roque Taboni
Manaus, AM
A
História nos mostra causas muito mais profundas que a simples
afirmação de Paul Johnson de que o caos em que vivemos
é um estágio da evolução humana ou
apenas uma determinação natural, inerente a todos
nós. A idéia de que a liberdade e as leis naturais
consolidaram o capitalismo é, no mínimo, tendenciosa.
Larissa Penelu Bitencourt Pacheco
Feira de Santana, BA
A
edição especial de VEJA nos trouxe um balanço
inteligente do ano 2000 e nos abriu, de forma reflexiva e diversificada,
as portas do século XXI. E VEJA Vida Digital complementou
esse trabalho, inserindo-nos ainda mais nesta nova época,
que exigirá atualização constante.
Jaime Luiz Leitão Rodrigues
Rio Claro, SP
Valeu
a pena ficar uma semana sem VEJA para poder ler com calma os dezesseis
textos que analisam com profundidade e competência as principais
perspectivas para o próximo século. Espero que essa
iniciativa se repita mais vezes.
Marcus
Vinícius Augusto
Verol
Rio
de Janeiro, RJ
Ao
final de cada texto, é apresentado um pequeno item, chamado
"conclusão", que pretensamente resume os pontos cruciais
levantados pelo autor e que, em teoria, facilitaria a compreensão
do texto pelo leitor. A colocação desse adendo constituiu
uma afronta à inteligência do leitor. Sugiro que,
em edições futuras, tenham o cuidado de permitir
a exposição de idéias que nos levem a refletir
sobre os assuntos expostos.
Andre
O. Simões
Campinas,
SP
A
última edição de VEJA é, no mínimo,
antidemocrática, pois faltaram pontos de vista diversos.
Esta revista tenta, desta vez com o texto de Paul Johnson, incutir
nas pessoas a idéia de que o neoliberalismo cruel e excludente
que vivemos hoje será a única perspectiva para o
novo século.
William
Vieira
wilvieira@ig.com.br
São
Paulo, SP
Gostei
muito da reflexão da ex-juíza Denise Frossard sobre
corrupção. Certamente ela é uma das poucas
autoridades brasileiras credenciadas para falar do assunto. Todavia,
gostaria que ela tivesse deixado claro que não são
ações isoladas que irão ferir mortalmente
a corrupção.
José
Vilarim
Brasília,
DF
É
uma verdadeira lição de História, não
aquela História informativa, mas aquela que nos remete
ao inconsciente coletivo, faz uma verdadeira devassa interior
e nos expõe como seres humanos. Confessamos: é dolorido
e, paradoxalmente, um grande alívio fazer essa leitura
sociológica. Guardaremos a revista para utilizar como instrumento
de apoio às conversas sérias que temos e teremos
com nossos filhos que hoje têm 11 e 8 anos. Temos certeza
de que será de grande utilidade.
Paulo
e Silmar
Manaus,
AM
Gostaria de registrar o prazer oferecido pela leitura dos artigos
publicados pela edição especial de VEJA do milênio.
Autores inteligentíssimos, plugados na realidade e apresentando
suas idéias de forma inteligível a todo e qualquer
leitor, por mais leigo que seja. Foi um belo presente a todos
nós.
Washington
de Bessa
Barbosa
Júnior
Ribeirão
Preto, SP
Beleza
A respeito da reportagem "Fábrica de misses" (13 de dezembro
de 2000), quero esclarecer que jamais ofereci cirurgia plástica
como premiação a nenhuma miss. Nossos serviços,
quando solicitados, são pagos pelas pacientes ou por seus
responsáveis diretos.
Célio
José de Oliveira
Contagem,
MG
CORREÇÕES:
O papa Pio XII ainda não foi beatificado, embora esteja
na fila dos candidatos a santo. A rainha católica Mary
Stuart, da Escócia, não foi canonizada ("Santo,
você ainda pode ser um", 20 de dezembro).
No
artigo "Dez perguntas (e respostas) sobre a globalização",
de Thomas Friedman (27 de dezembro), a frase que inicia o terceiro
parágrafo da página 92 está incorreta. A
frase correta é: "(...) os países em que o McDonald's
tinha instalado lanchonetes jamais haviam declarado guerra um
contra o outro depois que seus povos passaram a ter acesso ao
Big Mac e a batatas fritas".
Na reportagem "A escola faz prova" (27 de dezembro),
nos quadros sobre "Qualidade no ensino médio e superior",
os dados atribuídos à escola pública referem-se
à escola particular e os dados da escola privada dizem
respeito à escola pública.