VEJA Recomenda
CINEMA
Divulgação

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CINEMA
James Brown em O Poder do Soul: boxe e música na África
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O
PODER DO SOUL (Soul Power; Estados Unidos, 2009; a partir de sexta-feira em São
Paulo)
Em 1974, Muhammad
Ali venceu George Foreman na disputa pelo título de campeão dos
pesos-pesados. A luta uma das mais marcantes da história do boxe
teve lugar em Kinshasa, no Zaire (atual República Democrática
do Congo). Para acompanhar o embate, foi promovido um festival de música
que reuniu astros das mais variadas vertentes da música negra, incluindo
o blues de B.B. King, a mistura caribenha de Celia Cruz e do combo Fania All Stars
e o funk explosivo de James Brown, no topo de sua forma física e artística.
Os shows, claro, são o ponto alto deste documentário do diretor
Jeffrey Levy-Hinte. Mas há também grandes cenas de bastidores, com
Ali entre uma e outra pregação ingênua sobre a "liberdade"
que se respirava na África praticando boxe com um assustado vocalista
do grupo The Spinners
DVDs
A CULPA É DO FIDEL! (La Faute à Fidel,
França, 2006. Videofilmes)
Divulgação
 
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DVD
A
Culpa É do Fidel!: uma criança
reprimida pelos dogmas esquerdistas dos pais |
Anna tem 9 anos, é filha de um casal bem de vida e estuda em
um colégio católico de Paris. Repentinamente, sua vida vira
do avesso. É 1970 e seu pai (o sempre excelente Stefano Accorsi), um advogado
espanhol cuja família teve ligações com o regime do caudilho
Francisco Franco, começa a limpar a consciência trabalhando em prol da eleição do socialista Salvador Allende no Chile. Sua mãe
(Julie Dépardieu, filha de Gérard), jornalista, se torna feminista
devota. E, assim, mudam também as regras impostas a Anna: Mickey vira fascista,
a comida servida em casa imita a dos camponeses e a religião, claro, é
pecado. A estupenda Nina Kervel, que interpreta a inteligente e compreensivelmente
indignada Anna, é a engrenagem delicada e precisa que movimenta este filme
sagaz da diretora estreante Julie Gavras. Que, veja só, é filha
de Costa-Gavras, o autor de ícones do cinema de esquerda como Z e Estado de Sítio.
LIVE
FROM THE ROYAL ALBERT HALL, The Killers (Universal)
Gary
Gershoff/Wireimage/Getty Images
 
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DVD
Brandon Flowers, do The Killers: o dom
de magnetizar a plateia |
Há três semanas, o quarteto americano The Killers fez uma
única apresentação em São Paulo. Chovia a cântaros,
e o local, a céu aberto, era péssimo eles só foram
vistos por 12 000 pessoas, público abaixo
das expectativas. É uma pena: pelo que mostram em Live from the Royal
Albert Hall, os Killers rendem mais no palco do que nos estúdios. O quarteto faz um pop meio genérico, mas é formado por excelentes
músicos. A estrela é Brandon Flowers, o carismático
vocalista, que sabe magnetizar a plateia. Canções como Somebody
Told Me e Read My Mind mostram uma banda que domina a fórmula
da canção rápida, fácil e dançante. Live
from the Royal Albert Hall traz ainda entrevistas e um CD com boa parte
das músicas presentes no DVD.
BEETHOVEN: SÉTIMA SINFONIA;
BRUCH: CONCERTO PARA VIOLINO; e STRAVINSKY: SINFONIA EM TRÊS MOVIMENTOS,
Simon Rattle, Vadim Repin e Filarmônica de Berlim (Music Brokers)
Mike
Hoban/Topfoto/Grupo Keystone
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DVD
Simon Rattle: a Filarmônica de
Berlim no que
ela sabe fazer de melhor |
O regente inglês Simon Rattle assumiu a direção artística
da Filarmônica de Berlim em setembro de 2000. Uma de suas prioridades foi
modernizar o repertório da orquestra com compositores contemporâneos,
como o inglês Thomas Ades e o americano John Adams. Mas Rattle não
ignorou as peças que se tornaram a especialidade da orquestra alemã.
Neste DVD, gravado no Conservatório Tchaikovsky, em Moscou, Rattle e a
Filarmônica de Berlim apresentam versões estupendas do clássico
Beethoven e do romântico Bruch. A Sinfonia em Três Movimentos, de Stravinsky, embora fiel ao modernismo do século XX, vem de um período
em que o músico russo flertava com o classicismo. Os solos do violinista
russo Vadim Repin, no concerto de Bruch, estão entre os momentos memoráveis
deste DVD.
DISCO
SUÍTES
BRASILEIRAS, Antonio Meneses (Independente)
Há alguns anos, o violoncelista pernambucano Antonio Meneses fez uma proposta ousada a sete compositores eruditos brasileiros. Meneses queria
que eles criassem obras baseadas nas Suítes para Violoncelo, do
compositor barroco Johann Sebastian Bach (1685-1750). Suítes Brasileiras apresenta essas peças feitas por encomenda. Boa parte das obras faz
referência às raízes nordestinas do músico (o que,
em alguns momentos do disco, dá uma sonoridade agreste ao violoncelo).
Todas as composições são instigantes, mas algumas conseguiram
ir além da proposta inicial. Cantoria 1 para Violoncelo Solo, de
Marlos Nobre, conjuga Bach e melodias atonais. E a Pequena Seresta de Bach, de Edino Krieger, é especialmente feliz nas suas referências à
música brasileira.
LIVRO
O
MUNDO PÓS-ANIVERSÁRIO, de Lionel Shriver (tradução
de Vera Ribeiro; Intrínseca; 544 páginas; 49,90 reais)
Americana radicada na Inglaterra, Lionel Shriver, de 52 anos, encontrou
a consagração com Precisamos Falar sobre o Kevin, romance
sobre um menino que mata onze colegas na escola, nos moldes da chacina de Columbine,
em 1999. O Mundo Pós-Aniversário não tem famílias
disfuncionais, desvios psicológicos graves nem assassinatos. Na comparação,
é um livro suave mas não menos envolvente. O tema são
as escolhas amorosas de uma mulher, a americana Irina, ilustradora de livros infantis
que mora em Londres com o namorado, Lawrence, um tipo intelectual. Irina sente-se
atraída por Ramsey, um jogador de sinuca profissional. O livro narra, em
paralelo, as vidas alternativas que ela teria ficando com Lawrence ou vivendo
um caso com Ramsey. Longe do simplismo, a autora mostra que qualquer opção é difícil e nenhuma é satisfatória. Leia o trecho.
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[A|B#]
A] posição do livro na semana anterior
B] há quantas semanas o livro aparece na lista
#] semanas não
consecutivas
Fontes: Balneário
Camboriú: Livrarias Catarinense; Belém: Laselva; Belo Horizonte:
Laselva, Leitura; Betim: Leitura; Blumenau: Livrarias Catarinense; Brasília:
Cultura, Fnac, Laselva, Leitura, Nobel, Saraiva, Siciliano; Campinas: Cultura,
Fnac, Laselva, Siciliano; Campo Grande: Leitura; Caxias do Sul: Siciliano; Curitiba:
Fnac, Laselva, Saraiva, Siciliano; Florianópolis: Laselva, Livrarias Catarinense,
Siciliano; Fortaleza: Laselva, Siciliano; Foz do Iguaçu: Laselva; Goiânia:
Leitura, Saraiva, Siciliano; Governador Valadares: Leitura; Ipatinga: Leitura;
João Pessoa: Siciliano; Juiz de Fora: Leitura; Jundiaí: Siciliano;
Londrina: Livrarias Porto; Maceió: Laselva; Mogi das Cruzes: Siciliano;
Mossoró: Siciliano; Natal: Siciliano; Navegantes: Laselva; Niterói:
Siciliano; Petrópolis: Nobel; Piracicaba: Nobel; Porto Alegre: Fnac, Cultura,
Livrarias Porto, Saraiva, Siciliano; Recife: Cultura, Laselva, Saraiva; Ribeirão
Preto: Paraler, Siciliano; Rio Claro: Siciliano; Rio de Janeiro: Argumento, Fnac,
Laselva, Saraiva, Siciliano, Travessa; Salvador: Saraiva, Siciliano; Santa Bárbara
dOeste: Nobel; Santo André: Siciliano; Santos: Siciliano; São
José dos Campos: Siciliano; São Paulo: Cultura, Fnac, Laselva,
Livraria da Vila, Martins Fontes, Nobel, Saraiva, Siciliano; São Vicente:
Siciliano; Sorocaba: Siciliano; Uberlândia: Siciliano; Vila Velha: Siciliano;
Vitória: Laselva, Leitura, Siciliano; internet: Cultura, Fnac, Laselva,
Leitura, Nobel, Saraiva, Siciliano, Submarino. |
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