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Home  »  Revistas  »  Edição 2129 / 9 de setembro de 2009


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Leitor

Assuntos mais comentados

Marina Silva (Entrevista) - 61
MST (capa) - 28
Antonio Palocci - 17
Políticas raciais - 14
Centro administrativo mineiro - 10

 

MST

"Se um simples mortal abre um negócio qualquer sem a devida papelada,
não faltam fiscais para lhe aplicar multas. Como o MST tem se mantido
sem identidade jurídica por todo esse tempo?"
João Trigueiro de Almeida
São Paulo, SP

Eduardo Knapp/Folha Imagem

Chupim do estado
Marco Antonio Villa, historiador:
"O MST só sobrevive para parasitar
o estado e conseguir meios para
se sustentar"


Capa altamente sugestiva, excelente a reportagem "Por dentro do cofre do MST" (2 de setembro). O boné se tornou o famigerado símbolo da submissão do atual governo às ordens e aos caprichos dessa poderosa organização – marginal, oportunista, político-ideológica radical e parasitária – que se cobre com o manto de movimento social para camuflar os seus reais objetivos.
Vítor Menezes
Boa Esperança, MG

Fiquei extremamente emocionada de saber que finalmente uma revista séria como VEJA resolveu mexer nesse esgoto que é o MST. Quanto à influência do dinheiro público e às ONGs forjadas, isso é bem conhecido, mas a imprensa nunca se manifestou tão claramente como nessa reportagem. Nós, que trabalhamos, não podemos permitir que nosso dinheiro continue entrando nesse ralo.
Tereza Barcellos
Medianeira, PR

É de arrepiar o nível de promiscuidade entre esses movimentos de sem-terra e o governo brasileiro no que diz respeito ao uso de dinheiro público para subsidiar os crimes que esses delinquentes vêm impondo ao país, principalmente ao longo do governo Lula, sem que instituições como o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público e a Justiça ponham um paradeiro nisso tudo.
Zulma Jacinto Garcia
Curitiba, PR

O agronegócio movimenta bilhões de reais por ano, é importantíssimo para alavancar o PIB nacional e não pode ser ameaçado por invasores que desejam tomar propriedades alheias à força. Do jeito como a reforma agrária anda sendo conduzida no Brasil, teremos em pouco tempo uma guerra civil no campo.
Carlos Fabian Seixas de Oliveira
Campos dos Goytacazes, RJ

O MST há muito deixou de ser um movimento legítimo de luta pela distribuição justa da terra para transformar-se em grupo miliciano, cujo principal interesse é angariar verbas públicas e patrocinar tumultos de toda ordem, relegando a último plano a discussão sobre a função social da propriedade rural, núcleo central do tema reforma agrária.
Glauber Ramos de França Lima
Goiânia, GO

 

Marina Silva

Bela entrevista com a senadora Marina Silva (Amarelas, 2 de setembro). No meio de tantos desaprumos e aloprados, sua linha de pensamento – clara, reta e simples – sem dúvida mostra que temos uma luz no fim do túnel. Avante, Marina, você pode!
Rosângela Silva Alves dos Santos
João Pessoa, PB

Finalmente um nome "imaculadamente ético" para 2010. Sem agredir, sem negar sua fé, sem negar suas paixões, Marina conseguiu alimentar de novo o meu ânimo. Talvez seja a hora de "menas laranja" podre na política!
Aécio Ribeiro
São Paulo, SP

A senadora Marina Silva demonstrou equilíbrio e bom senso na entrevista a VEJA. É bem do feitio dela. Suas ideias são simples, porém claras. Apenas seu pensamento a respeito do criacionismo deixou-me admirado. Mas é a fé dela, e tem de ser respeitada. Marina é capaz de realizar muito pelo nosso país.
José Aldeni Marinho de Sousa
Pacoti, CE

Poucas vezes se tem a oportunidade de ler entrevista com político tão eivada de sinceridade, doçura, simplicidade e ética como a realizada com a senadora Marina Silva. Sem meias palavras, ela nos presenteou com uma verdadeira aula de sobriedade, virtude tão escassa nos meandros políticos. Aliás, caso a senadora se candidate à Presidência, como se cogita, sabe-se que ela será a verdadeira candidata, posto que, etimologicamente, candidatus, em latim, significa "vestido de branco", representando, pois, a pureza que só Marina é capaz de mostrar.
Olney Braga
Colatina, ES

 

Antonio Palocci

É lamentável ver confirmado aquilo que a maioria de nós já suspeitava com relação ao destino de Francenildo Costa ("Palocci de volta ao jogo", 2 de setembro). Destino cruel esse de ser castigado com o desemprego por ter sido corajoso o suficiente para denunciar falcatruas. Ao contrário de políticos, ele teve a dignidade de enfrentar pessoas poderosas, e agora arca com o peso de sobreviver fazendo bicos. Triste inversão de valores.
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso
Bauru, SP

Segundo Ideli Salvatti (PT-SC), é possível superar o episódio do caseiro divulgando a competência de Palocci. Vem aí uma passada de esponja nos deslizes cometidos por ele. Assim, o PT combina com Lula um jeito de ludibriar a população, trata o eleitor como idiota, apostando que a presença de Palocci na famosa "república de Ribeirão" e a invasão da conta do caseiro serão esquecidas facilmente.
Izabel Avallone
São Paulo, SP

 

Políticas raciais

Cumprimento VEJA pela reportagem especial "Queremos dividir o Brasil como na foto?" (2 de setembro), sobre as ideias do livro Uma Gota de Sangue, do sociólogo Demétrio Magnoli. Concordo quando ele diz que os defensores das cotas querem criar um racismo de massas no Brasil.
Carlos Alberto Pereira de Sousa
Teresina, PI

O Brasil está produzindo uma guerra de raças, sem sentido nem necessidade.
É preciso mérito para obter as vitórias. Ainda há chance para a paz.
Elcimar Lucas
Por e-mail

Se pessoas brancas, amarelas, vermelhas e negras fazem parte da sociedade, por que tenho de ver apenas as pessoas brancas nos desfiles, nos filmes, na televisão, nas lojas etc.? As cotas são justas, pois acabam com a cota de 100% para brancos. Quero que meus parentes, familiares e amigos vejam brancos, amarelos, vermelhos e negros em todos os lugares da sociedade. Malaika Kimani
São Paulo, SP

 

Centro administrativo mineiro

Sou gaúcha, resido em Santa Catarina e nunca pisei no solo de Minas Gerais, mas admiro esse estado. Essa união – a Cidade Administrativa Tancredo Neves ("O legado de Aécio em concreto", 2 de setembro) – entre JK, Niemeyer e Aécio Neves supera as expectativas de uma administração pública forte, ética e eficaz.
Mariza Viecili
Balneário Camboriú, SC

Parabéns, governador Aécio, Minas e todo o Brasil estão orgulhosos por mais esse legado. Sem fanfarronice, essa importante obra deveria servir de exemplo para os administradores que ainda têm respeito e compromisso para com a causa pública.
Herminio Fernandes
Vitória, ES



MST e reforma agrária

É uma vergonha que esses elementos travestidos de defensores da reforma agrária, e que na verdade são aproveitadores profissionais, recebam milhões de reais desse governo populista, gastador e imoral.
Jorge Jossi Wagner
Ribeirão Preto, SP

É revoltante ver o dinheiro suado do trabalhador brasileiro ser confiscado por uma carga tributária imoral desse governo, para em seguida ser desviado para sustentar a farra dos parasitas do MST. Parabéns a VEJA por desmascarar mais uma vez esse movimento de bandidos chamado MST.
Paulo Cesar Leite Imperiano
Campina Grande, PB

Conversa

Já não me assusto quando vejo alguém como Kleber Bambam pensando em se candidatar ("Lula também não era levado a sério", Conversa, 2 de setembro). Nossa política está tão diversificada que só faltava um ex-integrante do BBB. Agora não temos mais essa preocupação, pois o Bambam está com esse propósito. Ele nem sequer sabe quais são os ideais do partido, muito menos o que vai defender, mas já tem certeza de que será eleito.
Ronaldo Adriano Fiúza Cardoso
Brasília, DF

Holofote

Em relação à nota "O gás de Kakay", publicada na seção Holofote (2 de setembro), gostaria que fosse registrado que só fiquei sabendo da nomeação do Marco Antônio para o cargo de secretário nacional de Petróleo e Gás quando li a nota. Sou realmente primo do Marco, mas nem sequer sabia que cargo ele ocupava antes de ser nomeado secretário. Nunca conversei com quem quer que seja sobre o trabalho dele.
Antonio Carlos de Almeida Castro
Brasília, DF

O projeto Educar para Crescer

Foi de bom alvitre a notícia dada pela revista VEJA: de que a Editora Abril está preocupada com o envolvimento da família com a escola ("Lição valiosa", 2 de setembro). Os encartes nas revistas da editora direcionados a pais com filhos em escolas públicas ou particulares, favorecendo o incentivo da leitura e orientando como partilhar em conversa informal com os filhos, merecem nossos aplausos. Se não é possível fazer tudo, que façamos uma parte. Tenho certeza de que essa parte somará bastante.
Maria Dilma Ponte de Brito
Professora
Parnaíba, PI

Sono

Concordo que dormir seis horas por noite é pouco. Mas não é tarefa simples encaixar todas as outras atividades que temos de exercer nas dezoito horas restantes. Talvez pudéssemos considerar, então, o estilo de sono de Leonardo da Vinci: uma hora e meia por dia. O detalhe é que ele dormia quinze minutos a cada quatro horas. Quem de nós pode se reservar o direito desses pequenos cochilos ao longo do dia? Sem contar que não somos Leonardo da Vinci! Por essas e outras, mesmo diante de adversidades, vou continuar tentando dormir tanto quanto possível, que me seja saudável, até o sono final ("Muito além da sonolência", 2 de setembro).
Patrícia L. Denipotti Aveiro
Ribeirão Preto, SP

Correções: o livro Para uma Menina com uma Flor, de Vinicius de Moraes, foi publicado pela Companhia das Letras, e não pela editora Record, como publicado na nota "O pincel do poeta" (Radar, 26 de agosto). n O norte-coreano Goh Myong Seop não lutou na Guerra da Coreia, como informou a reportagem "O país mais fechado (e estranho) do mundo" (26 de agosto). Na verdade, ele sobreviveu a ela, quando criança. n Quem aparece na foto da página 86 da edição 2 128 de VEJA ("O bote do leão sindical", 2 de setembro) ao lado de Lina Vieira é Luiz Sérgio Fonseca Soares, ex-superintendente da Receita Federal em São Paulo, e não Otacílio Cartaxo, o atual secretário.

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