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Uma tira, outra veste

Oscar Cabral
Luciana, de terno: "Mick tem de mostrar o dinheiro"


Duas ex do roqueiro Mick Jagger inverteram papéis na semana passada. Em Londres, a ex-mulher Jerry Hall, 44 anos, exibiu-se mais despida do que nunca na pré-estréia da peça A Primeira Noite de um Homem. Jerry aparece nua oito segundos – a grande atração do espetáculo em que, de resto, tudo na modelo, da atuação à empostação de voz, passando pelo sotaque texano, foi massacrado pela crítica. Sem contar que o corpinho perde de dez a zero para Luciana Gimenez, 30, mãe de Lucas, o caçula de Jagger. Excepcionalmente circunspecta, Luciana cobriu-se num terno vermelho em desfile para uma grife masculina. "É legal desfilar vestida", comentou a rainha do biquíni, enquanto espera que o ex-namorado cumpra a ordem da Justiça americana de revelar seus rendimentos, como parte do processo em que reivindica pensão de 35 000 dólares para o baby. "O Mick tem de mostrar o dinheirinho dele", argumenta a moça.

 

Nova York, me aguarde

Todo mundo em idade para já se preocupar com rugas lembra da menina de boina e vestidinho jeca que, aos 11 anos, ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante em O Piano. Seis anos e treze filmes depois, Anna Paquin melhorou um pouco em matéria de gosto para roupas – e também tem algo a mais para mostrar. Nascida no Canadá e criada na Nova Zelândia, a ex-menina prodígio vai estrear na vida adulta de verdade em breve, quando deixar a casa da mamãe para morar em Nova York e estudar na Universidade Columbia. Quem quiser matar saudade vai ter de tentar identificá-la em X-Men, em que faz uma mutante do bem.

 

Strip-tease com regulamento

Selmy Yassuda
Tallula, Pussy, Visa e Vera: de uniforme


O quarteto da foto tira a roupa toda, sim, mas com muita disciplina. Pussy Duty-Free, Miss Tallula, Visa East e Vera Cardamone integram o espetáculo francês Crazy Horse Saloon, que se apresenta no Brasil com catorze de suas 33 dançarinas. No trabalho, a rotina é de internato: só andam em grupo, usam uniforme, não dão bola para a platéia e não podem perder nem ganhar mais de 2 quilos, pesados todo domingo. Saltos diferentes garantem a todas 1,80 metro de altura. Seios grandes, jamais. "Atrapalha a coreografia", diz a coordenadora Polly.

 

Um rei para polir a imagem

 
Ana Carolina Fernandes/Folha Imagem
Pelé, com Reichstul: cuidado com o vazamento

Muda daqui, muda dali, mas Pelé continua a ser o brasileiro mais conhecido no mundo. Por isso, arrematou um contrato de ouro para promover a imagem externa da Petrobras. O pontapé inicial será nesta semana, num lançamento de ações da estatal em Wall Street. Péssimo timing, em face da sucessão de desastres ambientais da empresa. "O acordo é anterior aos vazamentos", diz seu presidente, Henri Philippe Reichstul. Pelé que se cuide. Com o carma de Reichstul, até a imagem do rei pode sair manchada.

 

E a universidade, já escolheu?

Sasha na escola: "Qui tá bom"

Depois de um passeio nos Estados Unidos, Sasha, 2 anos, pegou a mochilinha pink e foi para a escola: é a nova aluna de um maternal grã-fino do Rio. Xuxa, como toda mãe, levou a filha e ficou lá, roendo as unhas na adaptação – tudo normalíssimo, não andasse a dupla acompanhada por oito parrudos seguranças e um batalhão de fotógrafos. A escola segue o construtivismo de Jean Piaget, mas na escolha o que pesou mesmo foi a vontade de Sasha. "Mamãe, qui tá bom", aprovou, depois de visitarem juntas nove maternais.

 

 

Turminha dos Thurman é beleza pura

Quem viu um viu todos – e nunca esquece. Irmão da deslumbrante Uma ("além da beleza") Thurman, o modelo Mipam (herói da mitologia tibetana) Thurman, 22 anos, deslancha na carreira e se inicia como ator, exatamente como uma versão masculina da maninha famosa. O outro irmão, Dechen ("aquele que está sempre feliz"), igualmente a cara de Uma, segue caminho mais discreto: é professor de massagem shiatsu. A beleza, a loirice e os olhos azuis do trio vêm da mãe sueca. Os nomes esquisitos, do pai, um americano que foi monge no Tibete e se transformou em especialista em budismo.

Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Aida Veiga,
Marcelo Camacho e Silvia Rogar

 

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