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"VEJA presta um grande serviço quando torna públicas as verdadeiras máfias localizadas dentro dos órgãos governamentais."
José Henrique Gomes Gondim
Natal, RN

 

Crime

Havia tempo o Brasil não assistia, nariz vermelho na cara, à revelação em detalhes de um esquema mafioso tão bem urdido como esse do juiz Lalau ("A anatomia do crime", 2 de agosto). É claro que alguém saiu rico dessa sujeira toda, alguém graúdo, e não só o juiz Lalau. Prendê-lo e parar nisso, como se vê, não resolve. Cadê o cacau, juiz Lalau?
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Recife, PE

Essa reportagem merece uma premiação. Além dos fatos, fica a cargo do leitor tirar as conclusões que as entrelinhas sugerem. Uma das melhores reportagens deste ano.
Hiram Fernandes R. Ferreira
Fortaleza, CE

Eu sempre pensei que juiz ladrão só existisse no futebol. Esse Lalau, apesar da idade e da bagagem acadêmica, ainda não aprendeu que o crime não compensa. Principalmente quando se trata de crime contra o Tesouro Nacional, que empobrece ainda mais o país. É de pasmar.
Benedito José do Espirito Santo
São José dos Campos, SP

Uma grande reportagem. Tão grande quanto o choque que causa saber como é fácil roubar tanto e por tanto tempo no Brasil. A maneira acintosa de gastar e de se portar revela o escárnio com que esses assaltantes consideram a Justiça.
Marcelo Amoy
m_amoy@yahoo.com.br

 

Claudio de Moura Castro

Não fique triste em reconhecer que a ciência não chegou ao povão. Nem nos Estados Unidos, nem na Europa, nem no Japão, nem no Brasil (por que seríamos diferentes?), nem em lugar nenhum. A maioria das pessoas continua limitada apenas a seu dia-a-dia (Ponto de vista, 2 de agosto).
Alfrêdo Gomes Neto
alfredo@zaitek.com.br

O artigo é oportuno por lembrar que precisamos estar atentos a esse sério problema de desinformação científica de nosso povo. Se a coisa é complicada lá nos Estados Unidos, aqui é ainda pior. Acredito que boa parte da responsabilidade por esse estado de coisas é da imprensa (escrita e falada). A revista VEJA é uma das poucas que não cederam à tentação de ganhos fáceis com o sensacionalismo barato.
Sergio Navega
snavega@attglobal.net

 

Tostão

Corretíssima a análise que o ex-jogador e comentarista esportivo Tostão faz da seleção brasileira. Devemos ter uma visão mais realista do futebol brasileiro. É hipocrisia dizer que só porque temos craques como Ronaldo e Rivaldo nossa seleção será sempre a melhor do mundo (Amarelas, 2 de agosto).
Gustavo Pereira
Santos, SP

Tostão retratou de maneira fiel a atual situação do futebol brasileiro. Nosso futebol perdeu a magia, o encanto e agora é movido pela máquina do dinheiro. Uma pena. Resta apenas repassar os tapes dos mundiais dos anos 50, 60 e 70 e me encantar com o verdadeiro futebol arte, que acabou antes mesmo que eu nascesse.
Sarisa de Alencar Pinto Machado
Fotaleza, CE

 

Galvão Bueno

Por que a Rede Globo paga todo esse dinheiro para um torcedor (chato) narrar eventos esportivos? Garanto que por muito menos encontraria gente disposta a fazer esse mesmo trabalho falando menos besteira. A posição do senhor Galvão Bueno como narrador preferido do Brasil reflete fielmente o nível de nossa televisão aberta – insuportável de ser assistida. Por onde anda o espirituoso Sílvio Luiz ("O mais amado e odiado do país", 2 de agosto)?
Eduardo Yacyszyn

Natal, RN

Realmente, o Galvão Bueno é um excelente torcedor, principalmente quando se trata de equipes do Rio e de São Paulo contra as de outros Estados.
Uliana Carolina França de Oliveira
Belo Horizonte, MG

 

Encol

Com relação à reportagem "Todos os homens de Eduardo Jorge" (2 de agosto), registro que não fui e não sou "homem de Eduardo Jorge". Nunca "ajudei a Encol na diretoria do BB" – fui diretor de crédito geral, recuperação de créditos e seguridade do Banco do Brasil de fevereiro de 1995 a março de 1999. Durante esse período, defendi o patrimônio do banco, cumpri meu dever. As negociações realizadas com a participação da diretoria do Banco do Brasil resultaram em redução líquida de 31,9 milhões de reais no endividamento da empresa Encol com o banco e redução de 47,2 milhões de reais considerando o grupo Encol como um todo.
Edson Soares Ferreira
Brasília, DF

 

Holofote

Em relação à nota "Onde está o dinheiro" (Holofote, 2 de agosto), faço questão de esclarecer que Klaus Ebone jamais teve sua honestidade questionada por mim ou por Miguel Falabella. Mais do que isso, trata-se de uma pessoa íntegra, de nossa confiança.
Gugu Liberato

São Paulo, SP

 

Municípios

Apesar de São Francisco de Itabapoana ser um município novo, conta com os três poderes constituídos (Executivo, Legislativo e Judiciário, cuja comarca foi instalada em janeiro de 1999). Atualmente, existem 72 escolas municipais, com cerca de 9.200 estudantes em sua rede, além de um hospital municipal, quatro mini-hospitais 24 horas e dezesseis postos de saúde ("Retrato a óleo", 12 de julho).
José Antônio Barbosa Lemos
Prefeito
São Francisco de Itabapoana, RJ

 

CORREÇÃO: A foto de Tostão publicada na entrevista (Amarelas) da edição de 2 de agosto é de autoria de Eugenio Savio.

 

 



 

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