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Home  »  Revistas  »  Edição 2168 / 9 de junho de 2010


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Leitor

Assuntos mais comentados
Artigo de Gustavo Ioschpe
Guia interativo da Copa da África do Sul (capa)
José Serra versus droga boliviana
Crime ambiental em Mato Grosso
Marina Silva

 

Guia interativo da Copa da África do Sul

"Sensacional o trabalho de VEJA. Um verdadeiro gol de letra jornalístico. Com esse guia interativo estaremos por dentro do que acontecerá no Mundial da África do Sul e ficaremos na torcida para que a nossa seleção conquiste o hexa."
Leonardo Rocha Guglierme
São Paulo, SP

VEJA nos traz um belo presente na edição 2 167 (2 de junho): o Guia da Copa de 2010. Recheado de informações e ilustrações, esse material supera em muito até mesmo aquele de revistas especializadas em esporte. E mais: arrisca palpites sobre a performance das seleções na competição. Isso é interatividade ao gosto dos leitores. Parabéns.
Osny Martins
Joinville, SC

Discordo do que está escrito na capa do Guia da Copa de 2010: "Pela primeira vez na história, o Brasil chega à Copa com uma das melhores defesas do mundo e um goleiro ‘fenômeno’, Júlio César". Esqueceram o grande Marcos, goleiro do Palmeiras e da seleção brasileira na Copa de 2002? Ah, sou corintiano.
Maurício Bezerra de Araújo
São Paulo, SP

A reportagem "Eternos culpados" (página 158 do Guia da Copa) relacionou uma galeria de jogadores que entraram para a história pela "porta de trás", após resultados negativos em Copas. VEJA se esqueceu de relacionar um jogador, mas a torcida não: Zico perdeu um pênalti no jogo contra a França, na Copa de 1986, que foi determinante no resultado – empate no tempo normal. Depois, na decisão por penalidades, o Brasil foi desclassificado pelos franceses.
Delvo Jose Vargas de Araujo
Por e-mail

 

Golaço de VEJA
Nesta primeira edição interativa de VEJA, o leitor pode observar detalhes das seleções da Copa de 2010, fazer barulho com as cornetas africanas, "vestir" camisas históricas da seleção brasileira, sentir a emoção em uma cobrança de pênalti e muito mais

 

 

Artigo de Gustavo Ioschpe

Como algumas escolas públicas conseguem bons resultados e a maioria não, se as condições e os salários muitas vezes são os mesmos? Porque nas primeiras existem bons gestores, capazes de conduzir sua equipe com dinamismo e determinação. Tenho orgulho de ser diretora de uma dessas escolas (www.floramarela.org.br), apesar de receber o parco salário de professora estadual. Escolhi essa profissão mesmo sabendo que nunca enriqueceria com ela, e sei que fiz a escolha certa. Parabéns, Ioschpe, continue nos ensinando a ouvir as verdades. Lutar pela boa educação em nosso país depende de todos nós, cidadãos brasileiros ("Mudar os professores ou mudar de professores", 2 de junho).
Renata Arantes Villela
São Vicente de Minas, MG

Por experiência em sala de aula (sou professora de matemática) e na direção de uma escola pública há dez anos, concordo com o colunista que "ensinar com eficiência não exige competência extraordinária. É feijão com arroz". Nos tempos atuais, o certo mesmo é que há no mercado de trabalho educacional, público ou privado, profissionais despreparados e sem comprometimento, "coisa que salário não muda". Aonde chegaremos?
Alexandrina Mariana Neta Pinheiro
Mutum, MG

Não há como discordar de Gustavo Ioschpe quando diz que apenas aumentar o salário dos professores não é certeza de melhora no aprendizado do aluno. Entretanto, não há como negar que os salários dos docentes das escolas públicas são, no mínimo, vergonhosos para uma atividade da maior responsabilidade, absolutamente essencial para a formação do cidadão e para o futuro do desenvolvimento do Brasil. Para quem conhece um pouco do perfil do quadro docente hoje, não há milagre que seja capaz de motivar e envolver esses profissionais em programas de capacitação. Ao longo de décadas, tantas foram as desilusões que hoje não há credibilidade em nada nem em ninguém. Portanto, a proposta de Gustavo Ioschpe para que se adotem as soluções mais simples e baratas jamais vai encontrar ressonância nessa classe. A única solução possível é uma completa reestruturação do sistema educacional brasileiro que, acima de tudo, privilegie e valorize o professor, inclusive com salários dignos e compatíveis com suas necessidades, identificando no quadro existente os mais preparados e motivados – e mudando, sim, os demais.
Oscar Hipólito
Ex-diretor do Instituto de Física e Química de São Carlos – USP
São Paulo, SP

Sinto angústia ao ler sobre a educação no Brasil. São milhares de professores que, no dia a dia, se doam da melhor maneira possível para educar crianças e jovens. Poucas pessoas se atrevem a conhecer a dura e insana realidade de uma sala de aula com quarenta alunos ou mais. Concordo que a qualidade na educação se faz com soluções simples e baratas. Mas construir escolas para que a razão aluno-professor diminua, para que se garantam melhorias e para que saiam delas homens e mulheres de bem, capazes de discernir o certo do errado, o justo do injusto, o legal do ilegal e, principalmente, que saibam escolher quem os represente no governo, isso sim deve ser muito caro.
Danila Carareto de Oliveira
Professora
São Paulo, SP

Convido o senhor Gustavo Ioschpe para vir praticar seu feijão com arroz em uma escola pública, durante um ano letivo, trabalhando em dois ou três turnos. Pensando melhor, pode ser em um turno só. Usando as próprias palavras do articulista: convido-o a vir "transmitir conhecimentos de forma eficiente e sistemática...". Afinal, basta ser bem-intencionado, não é?
Regina Resende
Professora
Belo Horizonte, MG

 

José Serra versus droga boliviana

VEJA merece os aplausos de todos os brasileiros que têm a capacidade de se indignar com os erros do governo Lula, sobretudo na condução da política externa. É reveladora a reportagem "José Serra vai direto ao ponto" (2 de junho), sobre o apoio que o presidente boliviano Evo Morales vem dando a seus colegas cocaleiros. Esse incentivo elevou em até 90% a participação da Bolívia na cocaína consumida no Brasil. São graves os fatos denunciados por VEJA, entre eles um empréstimo de 332 milhões de dólares à Bolívia pelo
BNDES, destinado à construção da rodovia que facilitará o transporte de cocaína para o Brasil. Meus parabéns à revista VEJA pelo relevante serviço prestado ao Brasil, comprovando ora a omissão, ora a conivência do governo brasileiro com práticas de países vizinhos contrárias aos interesses nacionais.
Roberto Magalhães
Deputado federal e vice-líder do Democratas
Brasília, DF

Sou ex-cidadão boliviano, naturalizado brasileiro e médico. Vivi quarenta anos na Bolívia e acompanhei o surgimento da maldita droga e o aumento das plantações de coca, produto que tem utilidade medicinal se for usado em chá, mas que, misturado com substâncias químicas, é convertido em um veneno que acaba com as pessoas que o consomem e com famílias de todas as classes sociais. Como a Bolívia não dispõe de saída marítima, a máfia tem de usar as fronteiras para exportar a droga – e a principal é a brasileira. Como médico de pronto-socorro, recebo muitos jovens viciados, vários dos quais chegam a morrer mesmo após receber os primeiros atendimentos. O presidente eleito em 2010 terá a missão de lutar contra a entrada de drogas da Bolívia. Só assim se poderá dar fim às ambições do "presidente cocaleiro boliviano", que representa a máfia cocaleira e não os cidadãos bolivianos e as famílias de bem desse sofrido país.
Joaquin Reyes
São Paulo, SP

Droga e violência sempre estiveram diretamente correlacionadas. Triste e deplorável a atitude do presidente Evo Morales, que desestimula em seus compatriotas a atitude cidadã da produção de alimentos e fomenta a produção do mal em forma de pó.
Manuel Souza Neto
Fortaleza, CE

As drogas estão destruindo a sociedade brasileira para ajudar a economia boliviana. Não adiantará criar planos para a recuperação de drogados se não combatermos o fabricante e distribuidor do produto que causa essa desgraça.
Jorge Roriz
Salvador, BA

 

Crime ambiental em Mato Grosso

Fiquei surpresa com o que informou a reportagem "Eles não deixam a floresta em paz" (2 de junho): uma quadrilha mato-grossense, com funcionários da Secretaria do Meio Ambiente, derrubou ilegalmente uma quantidade de madeira que daria para encher 50.000 caminhões. Se os encarregados de proteger a floresta brasileira desempenham o papel de destruidores ambientais, posso concluir que, infelizmente, não existe futuro para nossa riqueza florestal.
Marina Alneng Osborn
São Paulo, SP

 


Jamie Oliver

Com relação à entrevista com o chef de cozinha inglês Jamie Oliver ("A cozinha é para todos", Amarelas, 2 de junho), gostaríamos de esclarecer alguns aspectos mencionados pelo entrevistado sobre os produtos McDonald’s. Nossos hambúrgueres são elaborados integralmente com carne 100% pura, sem aditivos, e podem ser acompanhados por saladas ou por uma porção de cenoura crua. A salada do McDonald’s conta com cinco tipos de verdura, como alface-romana, chicória, escarola, radicchio e alface-americana, além de tomate. Se quiser, o cliente poderá ainda optar por água, refrigerantes, bebidas de frutas ou água de coco e por fruta como sobremesa. Acreditamos que há espaço no mercado para uma boa alimentação em todos os restaurantes que trabalham com altos padrões operacionais e ingredientes de qualidade.
Lúcio Mocsanyi
Diretor de comunicação e relações institucionais da Arcos Dourados, empresa que opera a marca McDonald’s no Brasil
Por e-mail

O chef Jamie Oliver mostra como a culinária é simples, maravilhosa e perfeita. Basta gostar e pôr esse sentimento em prática.
Luis Lima
Rondonópolis, MT

 

Marina Silva

Tenho 16 anos, e chama atenção o fato de jovens como eu demonstrarem vontade de mudança para o país. Estamos cansados do que estamos vendo. Serra e Dilma estão no topo das pesquisas porque os partidos deles são fortes. Marina já foi ministra do Meio Ambiente e tem uma nova visão política. Além disso, a história de vida dela é um exemplo para todo o Brasil. Marina está, sim, preparada para ser presidente. Quando algo está errado, ela não mede palavras para corrigir o erro ("É jovem? É moderno? É Marina", 2 de junho).
Edy Alyson A. Ribeiro
Maracaí, SP

Gostaria muito de votar em Marina. Isso me traria grande satisfação pessoal e sentimento de dever cumprido. Mas, ao mesmo tempo, minha consciência me pressiona a tentar deter a quadrilha do PT, votando em Serra. Deve ser por causa da idade (tenho 60 anos). Sinceramente, não sei o que fazer.
Sonia H. Vicentini
Santo André, SP

 

Impostos no Brasil

A reportagem "Depois de 148 dias... chega o 1º dia livre de impostos" (2 de junho) nos ajudou a entender um pouco melhor como o brasileiro é enganado. O imposto é uma praga que impede o empresariado de investir e ajudar o país em seu desenvolvimento. Agora, outra praga são os nossos políticos, que não aplicam uma reforma tributária de fato.
Heraldo Marqueti Soares
Bauru, SP

VEJA traz ao debate esse assunto importantíssimo, a absurda carga tributária, e tem razão quando afirma que "os políticos brasileiros fogem do assunto e, quando instados a comentá-lo, refugiam-se em respostas vagas". Eu acrescentaria: partem para a demagogia. Cito como exemplo a candidata petista, que, em entrevista à Rádio Record (São Paulo, 26 de maio), declarou que "nos remédios é um absurdo a tributação. A próxima ação imediata é remédio, porque é uma questão de sobrevivência da população". Será que só agora, depois de oito anos no governo Lula, a todo-poderosa ex-ministra da Casa Civil se deu conta disso?
Humberto Viana Guimarães
Salvador, BA

 

Delegado assassinado na Bahia

Ao ler a reportagem "Assassinato ao vivo" (2 de junho), sobre o homicídio do delegado Clayton Leão Chaves, na região metropolitana de Salvador, e a "rapidez" com que o caso foi resolvido – em trinta horas –, não consigo compreender o aumento da criminalidade por aqui.
Andrei Brettas Grunwald
Salvador, BA

Pergunto-me: como pode um marginal, que fora condenado em 2002 por homicídio, estar solto e livre para cometer outro crime igual? O que explica isso? Nosso sistema penal é complacente com os criminosos. Que tenhamos penas compatíveis com os delitos, e que elas sejam devidamente cumpridas. Chega! Basta! Que nossa Justiça tranque de vez esses marginais. Só assim seremos vistos como um país sério.
Frederico Alves de Souza
São Paulo, SP

 

Consumo de sal

De grande importância a reportagem "Quando menos é mais" (2 de junho), sobre a utilização do sal refinado na alimentação diária dos brasileiros. A forma como foi apresentado o cardápio ideal não só elucida a quantidade correta de sal, como também mostra uma dieta equilibrada que deveria ser adotada diariamente. Ressalto ainda a importância de lembrarmos que os alimentos servidos em fast-foods excedem a quantidade indicada de sódio, mas cada vez mais se tornam habituais entre crianças e adolescentes, deixando-os vulneráveis à hipertensão na idade adulta.
Teresa Cristina Alves Barbosa
Nutricionista especialista em gerontologia
São Paulo, SP

O sal, muito utilizado como conservante na indústria, está presente até no biscoito doce. Aconselho retirá-lo do cardápio e temperar os alimentos com alho, cebola, salsa, orégano, manjericão, açafrão ou ervas de modo geral. Seu coração agradece.
Fátima Nunes
Nutricionista
Natal, RN

 

Rúgbi no Brasil

A reportagem "O desafio do rúgbi" (2 de junho) trouxe importantes informações sobre o rúgbi mundial. Mas pecou ao avaliar esse esporte no Brasil mostrando somente uma equipe de Niterói (RJ). Orgulho-me de presidir a confederação da prática do rúgbi em 22 estados brasileiros, organizados em federações estaduais, cujos valores são educação, companheirismo e respeito. No país e no exterior, o rúgbi é inclusive ferramenta educacional e de ação em comunidades carentes. Os brasileiros não precisam se preocupar com "vexames": orgulhamo-nos de ter a 27ª seleção masculina do mundo (no ranking oficial de 95 países) e uma seleção feminina hexacampeã sul-americana. Não há garantia de participação do rúgbi brasileiro nos Jogos Olímpicos de 2016, mas lutaremos pela classificação.
Sami Arap Sobrinho
Presidente da Confederação Brasileira de Rúgbi
São Paulo, SP

 

Veja Essa

A reação de Lula ante o fracasso de sua diplomacia nuclear no Irã resultou num palavreado tão chulo e impróprio de um governante que acabou sobressaindo ao tema polêmico (Veja Essa, 2 de junho).
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso
Bauru, SP

 

Radar

A prática da concessão de empréstimos é corriqueira na economia capitalista. Em tempos de "crise" e/ou de ajustamento de mercados, cidadãos e empresas se valem desse expediente para buscar o capital necessário para a sobrevivência ou expansão. Mas, como a via é de mão dupla, cada centavo emprestado deve retornar, com os acréscimos legais, aos cofres do financiador, sobretudo quando se trata de recursos públicos. Importante a iniciativa do TCU, por meio de auditoria específica, para quantificar o prejuízo causado pela desídia em recuperar o capital emprestado pelo Banco do Nordeste, conforme noticiado na seção Radar ("Um bilhão e meio à deriva", 2 de junho).
Marcelo Henrique Pereira
Presidente da Federação Nacional das Entidades de Servidores dos Tribunais de Contas do Brasil (Fenastc)
São José, SC

 

Casa do Lago Sul

Como advogado militante, por força de dispositivo legal, sou obrigado a manter o devido sigilo sobre as conversações havidas com clientes, potenciais clientes ou qualquer outra pessoa que busque os meus serviços profissionais, independentemente da aceitação ou não dos trabalhos requeridos. Não sendo assim pertinente nenhuma referência ou informação de minha parte quanto ao assunto abordado na reportagem "Ordem na casa do Lago Sul" (2 de junho), informo jamais ter estado no endereço indicado. Confirmo apenas ter sido sondado a prestar assessoria àquele escritório, não tendo aceitado por divergir cabalmente quanto à metodologia e ao direcionamento dos trabalhos a ser ali executados.
Onézimo Sousa
Advogado
OAB-DF 13.600

Correções: a frase de Maradona publicada na seção Veja Essa (2 de junho) foi retirada de uma entrevista do técnico argentino à revista ESPN. • A cidade sul-africana de Nelspruit tem 221 500 habitantes, e não 21 500, como informou o Guia da Copa de 2010 (2 de junho), na página 103.O polêmico gol da França contra a Irlanda, na repescagem europeia para uma vaga na Copa de 2010, não foi marcado por Henry (página 111 do Guia da Copa). O francês dominou a bola com a mão e deu o passe para Gallas fazer o gol da classificação.Ao contrário do que informou o Guia da Copa na página 112, a seleção uruguaia já avançou à segunda fase em Mundiais nos últimos quarenta anos. O Uruguai chegou às oitavas de final nas Copas de 1986 e 1990. Em jogos de Copa do Mundo diante do Brasil, a Argentina tem três gols a favor e cinco contra, e não o contrário (página 114 do Guia da Copa).

 

 

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