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Cartas
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"Sempre
acreditei que a alimentação saudável
é sinônimo de qualidade de vida. VEJA aumentou
essa certeza com a matéria."
Luana
Giannotti, nutricionista
Jaguariúna, SP
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Alimentação
Excelente a reportagem "O menu que prolonga a juventude" (2 de junho).
Muitas informações úteis sobre a melhor maneira
de se alimentar e uma relação de alimentos comprovados
cientificamente como capazes de prevenir doenças.
Maurício Alves Rodrigues Pugas
Rondonópolis (MT)
Buscamos tantas formas de melhorar a qualidade de vida e não
nos damos conta de que um ato tão corriqueiro e simples como
o de "comer adequadamente" pode resultar em tantos benefícios.
Kátia Sgarbi
Marau, RS
Alguns dos alimentos da lista publicada em VEJA têm baixo
custo e podemos consumir sem maiores problemas, mas a castanha-do-pará,
a noz, o salmão, o bacalhau e o azeite de oliva são
caros à beça.
Lucy Buzzulini
Campinas,
SP
Mais uma vez, VEJA foi brilhante ao explorar o assunto. Entretanto,
a parte comestível do alho não é a raiz, mas
o bulbo. Na foto da página 102 (prato principal) são
esquecidas a alface e a cenoura. É mais correto tecnicamente
incluir legumes e verduras no grupo das hortaliças.
Assis Marinho Carvalho
Taguatinga, DF
Lidia Weber
Com que presente VEJA nos brindou na edição 1 856!
Terminei a leitura da entrevista (Amarelas, 2 de junho) com lágrimas
de emoção. É chocante: a tolerância mascarando
o pouco afeto. Acordem, papais e mamães! Que as palavras
dessa estudiosa lhes sirvam de estímulo! Aprendamos a fazer
muitos elogios aos nossos filhos e eliminemos de vez todo o resquício
de sarcasmo. Não me lembro de ter lido algo tão deliciosamente
tocante e bem exemplificado nestes 27 anos como leitora desta formidável
revista: anseio por mais "Dra. Lidia Weber".
Maria Teresa Priante Schuber
Belém, PA
As idéias de Lidia Weber são tão profundas
e verdadeiras que deveriam ser divulgadas com maior afinco. Nossa
sociedade só teria a ganhar e nossos filhos naturalmente
teriam melhores chances de se tornar vencedores no mais amplo e
irrestrito sentido da palavra. Concordo plenamente que só
o amor, o afeto, o envolvimento, a participação e
o companheirismo podem criar laços verdadeiros entre pais
e filhos.
Sandra Malerbi
São Paulo, SP
A entrevista de Lidia Weber lembrou-me do meu posicionamento favorável
à palmada como expediente para a educação de
filhos. Também já me servi do castigo. A partir de
agora serei contra a palmada, por entender tratar-se de um instrumento
desencadeador da violência. O castigo, no entanto, é
um mecanismo útil, por ser capaz de promover, durante seu
cumprimento, a reflexão. Os pais que o utilizam expressam
controle e paciência, numa evidente demonstração
de sua autoridade de pai e educador. Os filhos aprendem o que é
tolerância.
Antonio Joaquim Gomes Neto
Goiânia, GO
Todos os pais deveriam ler essa entrevista. Quatro lições
dela são tiradas: 1) Dar amor, carinho e afeto às
crianças, sempre motivando-as para aumentar a auto-estima;
2) Saber ouvi-las; 3) Dar apenas castigos que os pais possam fazer
cumprir; 4) Ser amigo dos amigos dos filhos.
Claudius Régis Maia de Sousa
Fortaleza, CE
Lya Luft
Gostaríamos de registrar nosso imenso apreço pela
nova colunista Lya Luft, principalmente por ser a autora um colírio
para a mente. Temos a certeza de que muitos dos leitores e assinantes
também acharão prazerosa sua leitura quinzenal.
Irineu Davoli, 80 anos, e Pedro
Henrique Davoli, 20 anos
São José dos Campos, SP
Lendo a coluna Ponto de vista da edição 1 856 ("Nós,
os Picassos", 2 de junho), fui agraciado com os conselhos da escritora,
quando diz: "enquanto palpita em nossa alma alguma emoção,
e brilha alguma inquietação em nosso pensamento",
devemos "tomar nas mãos as rédeas da nossa sorte e
criar: se não quadros maravilhosos, pelo menos a nossa própria
vida". É isso aí, Lya, a idade avançada, como
dizemos, não deve ser motivo para pararmos no tempo. O tempo
permanece sempre presente e nós é que passamos, às
vezes, sem perceber.
Francisco Ribeiro Melo de Carvalho
Vitória da Conquista, BA
VEJA sempre nos surpreende: degustar uma leitura serena, harmoniosa
e rica é ler e reler Lya Luft, que a partir de agora nos
presenteia com o seu Ponto de vista. Obrigada, Lya. Obrigada, VEJA.
Regina Emiliana Bitencourt Botti
Aracaju, SE
Fiquei muito feliz ao saber da nova colunista, Lya Luft, que, como
o professor Stephen Kanitz, escreve com lucidez, pés no chão
e sabedoria. Eles sempre nos "chacoalham" a mente e mostram outras
facetas das coisas... Parabéns a VEJA e aos leitores por
mais essa surpresa agradável.
Paul Siegfried Schwabe
Por e-mail
Contexto
A derrota da cidade do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas
de 2012 é uma resposta ao senhor César Maia e à
senhora Rosinha Garotinho. Ter infra-estrutura, seriedade, segurança
é fundamental ("Sete derrotas na disputa por uma Olimpíada",
Contexto, 2 de junho)!
Ana Cristina Martins
São Bernardo do Campo, SP
Holofote
Na nota "A batuta da Votorantim" (Holofote, 2 de junho), mais um
dos grandes feitos deste grande homem, Antônio Ermírio
de Moraes. Notícias dessa natureza merecem uma reportagem
de página inteira, com grande destaque. Se os bem-sucedidos
deste país se doassem um pouco mais, como esse notável
cidadão, seria menos complicada a construção
de uma sociedade mais humana e com menos problemas de violência.
Maria Helena Cruz
Campo Grande, MS
MST
Sou produtor rural, há tempos venho acompanhando o Movimento
dos Sem-Terra e gostaria de fazer algumas ponderações:
Senhores, os produtores rurais são uma classe de pessoas
dirigidas a produzir alimentos para nosso povo, nos dá a
maior satisfação saber que nosso produto entrará
na casa dos brasileiros para trazer-lhes saúde, energia e
felicidade. Ao mesmo tempo estamos gerando divisas e empregos para
o país. Será que tudo isso está errado? Não!
O que está errado, gente do MST, é a posição
na qual vocês estão segurando as enxadas, foices e
outros instrumentos de trabalho. A posição correta
é para baixo, cultivando a terra e fazendo-a produzir, e
não para cima, sendo brandidas como arma, intimidando e atrapalhando
quem produz. Se um dia as cidades forem destruídas, os campos
as reconstruirão, porém se os campos forem destruídos,
as cidades morrerão ("O MST ataca o Brasil que dá
certo", 2 de junho).
Max Conzo Monteiro
Ourinhos, SP
Arábia Saudita
Fiquei chocada com a reportagem "A vida atrás do véu"
(2 de junho). É lamentável que em pleno século
XXI ainda tenhamos de presenciar casos de violência contra
a mulher como o de Rania, quando já deveríamos ter
atingido a igualdade entre os sexos. Está certo que nós,
mulheres do Ocidente, conseguimos um avanço muito maior no
que diz respeito aos nossos direitos, mas ainda assim há
muitos casos de violência doméstica aqui mesmo no Brasil.
Além disso, as estatísticas mostram que muitas vezes
essa violência não é denunciada. E é
por sua coragem que considero Rania um exemplo e uma heroína.
Melany Mattoso Scorcione
São Paulo, SP
Design
Parabéns por nos brindar com a reportagem de capa "Design
O poder do belo" (26 de maio). Gostaria que soubessem que,
como professor de disciplinas relacionadas às técnicas
de desenho e pintura do curso de desenho industrial da Universidade
Federal de Campina Grande, programei uma série de atividades
a serem desenvolvidas pelos alunos em cima da reportagem de VEJA,
no que tange aos produtos de design e ao texto, agradabilíssimo
de ler e que esclarece aos leigos o significado e a propriedade
dessa profissão tão gratificante quanto não
reconhecida: o design industrial.
Adriano Marinho Martins
Campina Grande, PB
Cartas
A
respeito da carta enviada pelo deputado José Edmar (Cartas,
2 de junho), em resposta à reportagem "A casa do espanto",
de 26 de maio, na qual o parlamentar atribui a mim a responsabilidade
por sua prisão, que, aliás, ocorreu por conseqüência
de inquérito da Polícia Federal, gostaria de esclarecer:
atribuo as assertivas do referido deputado ao seu estado emocional
e psicológico, lamentavelmente abalado depois dos acontecimentos
a que a revista se referiu na reportagem e de outros de largo conhecimento
da comunidade brasiliense. Gostaria de acrescentar que as afirmações
do deputado se constituem em grave afronta e desrespeito à
minha trajetória profissional e política, ao Ministério
Público e ao Poder Judiciário.
Eurides Brito
Deputada distrital
Brasília, DF
Juliana
Paes
Uma
gracinha essa Juliana Paes (Auto-retrato, 2 de junho). Em sua breve
entrevista, ela deixa transparecer sua imaturidade. Quando diz que
não há homem que não traia, ela prova que ainda
não conheceu um homem de verdade. E não é de
admirar. Afinal, no meio em que ela vive, homem é realmente
coisa rara, como ela mesma afirma. E ela se contenta em fingir orgasmos
e ser enganada desde que a tratem como uma rainha. Só não
percebeu ainda que seu reinado vai durar pouco, até que sua
beleza física murche como uma flor.
Luiz Michielin Neto
Araras, SP
Justiça
Muito
oportuna a matéria "Vagas abertas" (2 de junho). Os juízes
brasileiros não endossam as nomeações levadas
a efeito pelo presidente do STJ, ministro Edson Vidigal. O concurso
constitui a forma mais democrática de admissão no
serviço público. Na reforma do Judiciário (PEC
29/00), a Associação Nacional dos Magistrados Estaduais
(Anamages) apresentou diversas propostas visando ao aperfeiçoamento
da máquina judiciária e dos serviços por ela
prestados. A Anamages defende a proibição de nomear
parentes de membros do tribunal. A associação apresentará
sugestão no sentido de que os ocupantes de cargos comissionados
sejam escolhidos entre os servidores concursados.
Juiz Elpídio Donizetti
Presidente da Anamages
Por e-mail
CORREÇÕES:
A psicóloga Lidia Weber (Amarelas, 2 de junho) tem dois
filhos Erik, de 10 anos, e Tatiana, de 12 , e não
três, como foi publicado. .As
salas que teriam pertencido à Universidade de Alexandria,
encontradas por arqueólogos no Egito, não eram salas
de leitura, mas auditórios, e sua capacidade total era de
5.000 alunos (Datas, 2 de junho).
| NASCEU
O BEBÊ DE TATIANA |
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| Marco,
Tatiana e o bebê: edição especial
Criança precipitou sua chegada |
A
beleza do bebê que enfeitou a capa da edição
especial Criança (maio de 2003) precipitou
uma decisão muito importante na vida dos leitores
Tatiana Leitenski e Marco Lúcio, de Porto Alegre.
"Meu marido, com um enorme sorriso, me mostrou a capa
da edição especial, com aquele enorme
bebê fofo, e me perguntou: Que tal termos um deste?",
contou Tatiana na carta que anunciava, em fevereiro,
sua gravidez de 21 semanas. Agora, ela escreve novamente
para informar o nascimento de Marco Lúcio Filho,
no dia 23 de maio, com 49,5 centímetros e 3,335
quilos. "Tenho a honra de dividir essa alegria com vocês
de VEJA e seus leitores. Tenho a certeza de que mais
pessoas como eu e meu marido, que lêem a revista
toda semana, têm uma história para contar.
Não tenham receio nem vergonha de dividir suas
emoções com os demais leitores. Se a revista
faz parte de nossa vida, por que não fazer parte
dela também? Pensem nisso!", diz Tatiana, que
envia a foto de seu garotinho para mostrar aos demais
leitores da revista. Parabéns, Tatiana e Marco!
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