Edição 1857 . 9 de junho de 2004

Índice
Brasil
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Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
Datas
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Cartas

 

"Sempre acreditei que a alimentação saudável é sinônimo de qualidade de vida. VEJA aumentou essa certeza com a matéria."
Luana Giannotti, nutricionista
Jaguariúna, SP

Alimentação

Excelente a reportagem "O menu que prolonga a juventude" (2 de junho). Muitas informações úteis sobre a melhor maneira de se alimentar e uma relação de alimentos comprovados cientificamente como capazes de prevenir doenças.
Maurício Alves Rodrigues Pugas
Rondonópolis (MT)

Buscamos tantas formas de melhorar a qualidade de vida e não nos damos conta de que um ato tão corriqueiro e simples como o de "comer adequadamente" pode resultar em tantos benefícios.
Kátia Sgarbi
Marau, RS

Alguns dos alimentos da lista publicada em VEJA têm baixo custo e podemos consumir sem maiores problemas, mas a castanha-do-pará, a noz, o salmão, o bacalhau e o azeite de oliva são caros à beça.
Lucy Buzzulini

 

Campinas, SP

Mais uma vez, VEJA foi brilhante ao explorar o assunto. Entretanto, a parte comestível do alho não é a raiz, mas o bulbo. Na foto da página 102 (prato principal) são esquecidas a alface e a cenoura. É mais correto tecnicamente incluir legumes e verduras no grupo das hortaliças.
Assis Marinho Carvalho
Taguatinga, DF

 

Lidia Weber

Com que presente VEJA nos brindou na edição 1 856! Terminei a leitura da entrevista (Amarelas, 2 de junho) com lágrimas de emoção. É chocante: a tolerância mascarando o pouco afeto. Acordem, papais e mamães! Que as palavras dessa estudiosa lhes sirvam de estímulo! Aprendamos a fazer muitos elogios aos nossos filhos e eliminemos de vez todo o resquício de sarcasmo. Não me lembro de ter lido algo tão deliciosamente tocante e bem exemplificado nestes 27 anos como leitora desta formidável revista: anseio por mais "Dra. Lidia Weber".
Maria Teresa Priante Schuber
Belém, PA

As idéias de Lidia Weber são tão profundas e verdadeiras que deveriam ser divulgadas com maior afinco. Nossa sociedade só teria a ganhar e nossos filhos naturalmente teriam melhores chances de se tornar vencedores no mais amplo e irrestrito sentido da palavra. Concordo plenamente que só o amor, o afeto, o envolvimento, a participação e o companheirismo podem criar laços verdadeiros entre pais e filhos.
Sandra Malerbi
São Paulo, SP

A entrevista de Lidia Weber lembrou-me do meu posicionamento favorável à palmada como expediente para a educação de filhos. Também já me servi do castigo. A partir de agora serei contra a palmada, por entender tratar-se de um instrumento desencadeador da violência. O castigo, no entanto, é um mecanismo útil, por ser capaz de promover, durante seu cumprimento, a reflexão. Os pais que o utilizam expressam controle e paciência, numa evidente demonstração de sua autoridade de pai e educador. Os filhos aprendem o que é tolerância.
Antonio Joaquim Gomes Neto
Goiânia, GO

Todos os pais deveriam ler essa entrevista. Quatro lições dela são tiradas: 1) Dar amor, carinho e afeto às crianças, sempre motivando-as para aumentar a auto-estima; 2) Saber ouvi-las; 3) Dar apenas castigos que os pais possam fazer cumprir; 4) Ser amigo dos amigos dos filhos.
Claudius Régis Maia de Sousa
Fortaleza, CE

 

Lya Luft

Gostaríamos de registrar nosso imenso apreço pela nova colunista Lya Luft, principalmente por ser a autora um colírio para a mente. Temos a certeza de que muitos dos leitores e assinantes também acharão prazerosa sua leitura quinzenal.
Irineu Davoli, 80 anos, e Pedro Henrique Davoli, 20 anos
São José dos Campos, SP

Lendo a coluna Ponto de vista da edição 1 856 ("Nós, os Picassos", 2 de junho), fui agraciado com os conselhos da escritora, quando diz: "enquanto palpita em nossa alma alguma emoção, e brilha alguma inquietação em nosso pensamento", devemos "tomar nas mãos as rédeas da nossa sorte e criar: se não quadros maravilhosos, pelo menos a nossa própria vida". É isso aí, Lya, a idade avançada, como dizemos, não deve ser motivo para pararmos no tempo. O tempo permanece sempre presente e nós é que passamos, às vezes, sem perceber.
Francisco Ribeiro Melo de Carvalho
Vitória da Conquista, BA

VEJA sempre nos surpreende: degustar uma leitura serena, harmoniosa e rica é ler e reler Lya Luft, que a partir de agora nos presenteia com o seu Ponto de vista. Obrigada, Lya. Obrigada, VEJA.
Regina Emiliana Bitencourt Botti
Aracaju, SE

Fiquei muito feliz ao saber da nova colunista, Lya Luft, que, como o professor Stephen Kanitz, escreve com lucidez, pés no chão e sabedoria. Eles sempre nos "chacoalham" a mente e mostram outras facetas das coisas... Parabéns a VEJA e aos leitores por mais essa surpresa agradável.
Paul Siegfried Schwabe
Por e-mail

 

Contexto

A derrota da cidade do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2012 é uma resposta ao senhor César Maia e à senhora Rosinha Garotinho. Ter infra-estrutura, seriedade, segurança é fundamental ("Sete derrotas na disputa por uma Olimpíada", Contexto, 2 de junho)!
Ana Cristina Martins
São Bernardo do Campo, SP

 

Holofote

Na nota "A batuta da Votorantim" (Holofote, 2 de junho), mais um dos grandes feitos deste grande homem, Antônio Ermírio de Moraes. Notícias dessa natureza merecem uma reportagem de página inteira, com grande destaque. Se os bem-sucedidos deste país se doassem um pouco mais, como esse notável cidadão, seria menos complicada a construção de uma sociedade mais humana e com menos problemas de violência.
Maria Helena Cruz
Campo Grande, MS

 

MST

Sou produtor rural, há tempos venho acompanhando o Movimento dos Sem-Terra e gostaria de fazer algumas ponderações: Senhores, os produtores rurais são uma classe de pessoas dirigidas a produzir alimentos para nosso povo, nos dá a maior satisfação saber que nosso produto entrará na casa dos brasileiros para trazer-lhes saúde, energia e felicidade. Ao mesmo tempo estamos gerando divisas e empregos para o país. Será que tudo isso está errado? Não! O que está errado, gente do MST, é a posição na qual vocês estão segurando as enxadas, foices e outros instrumentos de trabalho. A posição correta é para baixo, cultivando a terra e fazendo-a produzir, e não para cima, sendo brandidas como arma, intimidando e atrapalhando quem produz. Se um dia as cidades forem destruídas, os campos as reconstruirão, porém se os campos forem destruídos, as cidades morrerão ("O MST ataca o Brasil que dá certo", 2 de junho).
Max Conzo Monteiro
Ourinhos, SP

 

Arábia Saudita

Fiquei chocada com a reportagem "A vida atrás do véu" (2 de junho). É lamentável que em pleno século XXI ainda tenhamos de presenciar casos de violência contra a mulher como o de Rania, quando já deveríamos ter atingido a igualdade entre os sexos. Está certo que nós, mulheres do Ocidente, conseguimos um avanço muito maior no que diz respeito aos nossos direitos, mas ainda assim há muitos casos de violência doméstica aqui mesmo no Brasil. Além disso, as estatísticas mostram que muitas vezes essa violência não é denunciada. E é por sua coragem que considero Rania um exemplo e uma heroína.
Melany Mattoso Scorcione
São Paulo, SP

 

Design

Parabéns por nos brindar com a reportagem de capa "Design – O poder do belo" (26 de maio). Gostaria que soubessem que, como professor de disciplinas relacionadas às técnicas de desenho e pintura do curso de desenho industrial da Universidade Federal de Campina Grande, programei uma série de atividades a serem desenvolvidas pelos alunos em cima da reportagem de VEJA, no que tange aos produtos de design e ao texto, agradabilíssimo de ler e que esclarece aos leigos o significado e a propriedade dessa profissão tão gratificante quanto não reconhecida: o design industrial.
Adriano Marinho Martins
Campina Grande, PB

 

Cartas

A respeito da carta enviada pelo deputado José Edmar (Cartas, 2 de junho), em resposta à reportagem "A casa do espanto", de 26 de maio, na qual o parlamentar atribui a mim a responsabilidade por sua prisão, que, aliás, ocorreu por conseqüência de inquérito da Polícia Federal, gostaria de esclarecer: atribuo as assertivas do referido deputado ao seu estado emocional e psicológico, lamentavelmente abalado depois dos acontecimentos a que a revista se referiu na reportagem e de outros de largo conhecimento da comunidade brasiliense. Gostaria de acrescentar que as afirmações do deputado se constituem em grave afronta e desrespeito à minha trajetória profissional e política, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.
Eurides Brito
Deputada distrital
Brasília, DF

 

Juliana Paes

Uma gracinha essa Juliana Paes (Auto-retrato, 2 de junho). Em sua breve entrevista, ela deixa transparecer sua imaturidade. Quando diz que não há homem que não traia, ela prova que ainda não conheceu um homem de verdade. E não é de admirar. Afinal, no meio em que ela vive, homem é realmente coisa rara, como ela mesma afirma. E ela se contenta em fingir orgasmos e ser enganada desde que a tratem como uma rainha. Só não percebeu ainda que seu reinado vai durar pouco, até que sua beleza física murche como uma flor.
Luiz Michielin Neto
Araras, SP

 

Justiça

Muito oportuna a matéria "Vagas abertas" (2 de junho). Os juízes brasileiros não endossam as nomeações levadas a efeito pelo presidente do STJ, ministro Edson Vidigal. O concurso constitui a forma mais democrática de admissão no serviço público. Na reforma do Judiciário (PEC 29/00), a Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages) apresentou diversas propostas visando ao aperfeiçoamento da máquina judiciária e dos serviços por ela prestados. A Anamages defende a proibição de nomear parentes de membros do tribunal. A associação apresentará sugestão no sentido de que os ocupantes de cargos comissionados sejam escolhidos entre os servidores concursados.
Juiz Elpídio Donizetti
Presidente da Anamages
Por e-mail

CORREÇÕES: A psicóloga Lidia Weber (Amarelas, 2 de junho) tem dois filhos – Erik, de 10 anos, e Tatiana, de 12 –, e não três, como foi publicado. .As salas que teriam pertencido à Universidade de Alexandria, encontradas por arqueólogos no Egito, não eram salas de leitura, mas auditórios, e sua capacidade total era de 5.000 alunos (Datas, 2 de junho).

 
NASCEU O BEBÊ DE TATIANA

Marco, Tatiana e o bebê: edição especial Criança precipitou sua chegada

A beleza do bebê que enfeitou a capa da edição especial Criança (maio de 2003) precipitou uma decisão muito importante na vida dos leitores Tatiana Leitenski e Marco Lúcio, de Porto Alegre. "Meu marido, com um enorme sorriso, me mostrou a capa da edição especial, com aquele enorme bebê fofo, e me perguntou: Que tal termos um deste?", contou Tatiana na carta que anunciava, em fevereiro, sua gravidez de 21 semanas. Agora, ela escreve novamente para informar o nascimento de Marco Lúcio Filho, no dia 23 de maio, com 49,5 centímetros e 3,335 quilos. "Tenho a honra de dividir essa alegria com vocês de VEJA e seus leitores. Tenho a certeza de que mais pessoas como eu e meu marido, que lêem a revista toda semana, têm uma história para contar. Não tenham receio nem vergonha de dividir suas emoções com os demais leitores. Se a revista faz parte de nossa vida, por que não fazer parte dela também? Pensem nisso!", diz Tatiana, que envia a foto de seu garotinho para mostrar aos demais leitores da revista. Parabéns, Tatiana e Marco!

 

 
 
 
 
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