BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2007

9 de maio de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Millôr
Lya Luft
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Artigo
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Datas

J.R. Duran
Octavio Frias de Oliveira: empreendedorismo e respeito pela notícia


Morreu:
o empresário Octavio Frias de Oliveira, publisher do jornal Folha de S.Paulo. Frias transformou um jornal quebrado num veículo ágil, moderno e campeão de circulação. Com Victor Civita, fundador da Editora Abril, que publica VEJA, e Roberto Marinho, das Organizações Globo, compôs a tríade de empresários que profissionalizaram a imprensa brasileira na segunda metade do século XX. Penúltimo de nove irmãos, ele nasceu no ramo pobre de uma família rica. Começou a trabalhar aos 14 anos como office-boy. Foi banqueiro, dono de corretora e incorporador imobiliário antes de comprar a Folha, aos 50 anos. Não entrou no novo negócio movido por veleidades políticas ou "paixão pela notícia", mas pela perspectiva de ganhar dinheiro, como ele próprio dizia. Dono de um estilo direto e realista, sempre demonstrou um grande respeito pela notícia. O mesmo espírito pragmático transformou-o em apologista da independência financeira como pedra fundamental da autonomia editorial. Dia 29, aos 94 anos, de insuficiência renal, em São Paulo.  

Sergio Castrro/AE
Champinha: de volta à prisão


Recapturado:
Roberto Aparecido Alves Cardoso, o "Champinha". Na noite do dia 2 de maio, ele fugiu da antiga Febem com notável facilidade, mas horas depois um irmão contou à polícia onde estava escondido. Em 2003, Champinha protagonizou um dos crimes mais bárbaros dos últimos tempos: o assassinato do casal de namorados Liana Friedenbach, de 16 anos, e Felipe Caffé, de 19, transformando-se num caso emblemático de menor que comete atos hediondos. Hoje com 20 anos, continua detido porque um laudo médico atesta que é alta a possibilidade de voltar ao crime. Dia 3, em São Paulo.
   

Anunciada: a quebra de patente do anti-retroviral Efavirenz, usado por pacientes com aids. Desde novembro, o governo negociava a redução do seu preço com o laboratório Merck Sharp&Dohme. O fabricante ofereceu um desconto de 30%. O governo prefere importar um genérico indiano com o qual economizará 30 milhões de dólares por ano. Dia 4, em Brasília.

Vetado: pelo Supremo Tribunal Federal o artigo do Estatuto do Desarmamento que tornava inafiançáveis os crimes de porte e disparo de arma de fogo. A corte também invalidou o dispositivo que negava liberdade provisória aos acusados de comércio ilegal e tráfico internacional de armas. Dia 2, em Brasília.

Nilton Fukuda/AE
Dom Geraldo Lyrio: o novo líder da CNBB


Eleito:
o arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, para a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Ele substitui o cardeal dom Geraldo Majella Agnelo, arcebispo primaz do Brasil, e é um representante da tendência dominante da atual geração de bispos: nem conservador nem identificado com a Teologia da Libertação. Sua primeira tarefa será comandar a recepção ao papa Bento XVI nesta semana. Dia 3, em Indaiatuba, São Paulo.

Assumiu: o cargo de representante em Brasília da Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) o jornalista Fernando Martins, 63 anos. Martins construiu uma sólida carreira como repórter e editor em alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil. Foi também diretor executivo da Associação Nacional de Jornais. Ele substitui Murillo de Aragão, que deixa a Aner depois de vinte anos.

 

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |