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Edição 1 699 - 9 de maio de 2001
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A ajuda chinesa

Arthur Cavaliere/Strana


Depois de se recuperarem de problemas de saúde, muitos idosos têm dificuldade de voltar às atividades físicas normais. Um caminho suave para o retorno é o tai chi chuan, exercício de origem chinesa. De acordo com pesquisadores do Instituto de Pesquisa Oregon (EUA), os movimentos ajudam a aumentar o equilíbrio e a flexibilidade de forma gradativa.

 

 

 

A bombinha da asma
em nova versão


A aflição dos asmáticos tem agora um novo alívio, com o lançamento do remédio Symbicort, que combina as qualidades de broncodilatador e de antiinflamatório em um só produto. Muitos pacientes têm de usar bombinhas diferentes, em aerossol, para borrifar o remédio. Uma para cada função. O Symbicort é um inalador. De acordo com o pneumologista Rafael Stelmach, do Hospital das Clínicas de São Paulo, a associação dos dois princípios ativos aumenta a potência do tratamento e permite diminuir a dose de inalação diária. "Quanto maior a dose do remédio que se receita para um asmático, mais difícil fica para manter o controle e a seqüência do tratamento. Essa é a maior vantagem do Symbicort", explica.

 

Fale. Eles escutam

Uma pesquisa americana com mais de 1 000 entrevistados mostrou que, na hora de tomar decisões relativas à vida sexual, 38% dos jovens consideram que a influência dos pais pesa mais que a dos colegas. É um incentivo e tanto aos pais que imaginam que seus filhos reagem apenas à pressão dos colegas e amigos da mesma faixa etária. O relatório foi divulgado pela entidade americana Campanha Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência.

 

MÁ NOTÍCIA

Quilinhos em saquinhos

Os salgadinhos vendidos em máquina – feitos com batata frita, milho, queijo ou bacon, ensacados a vácuo – podem estar contribuindo para ampliar a epidemia de obesidade nos Estados Unidos. Pesquisa da Universidade da Carolina do Norte, divulgada no fim do mês passado, mostrou que o consumo calórico diário aumentou entre os anos 70 e 90, quando essas maquininhas se tornaram onipresentes em escolas, escritórios e fábricas.

 

BOA NOTÍCIA

Pílula para mais mulheres

As mulheres que sofrem com enxaqueca, náuseas e vômito provocados pelo uso de pílulas anticoncepcionais podem consultar seus médicos sobre uma alternativa recém-lançada nas farmácias: o Cerazette, um medicamento do fabricante Organon. "A eficácia do novo contraceptivo é semelhante à da pílula tradicional", diz o ginecologista Nilson Roberto de Melo. Segundo ele, mulheres que fumam ou têm mais de 35 anos e mesmo as que já tiveram trombose ou, ainda, as que querem usá-la durante o período de amamentação são potenciais usuárias da nova pílula. O segredo: a droga não contém estrogênio, o hormônio associado aos efeitos colaterais dos contraceptivos tradicionais.

 

Para contar no bar: férias de bolso


Nando Buco


O que você faria se, no lugar de suas merecidas férias regulares, fossem estabelecidas interrupções curtas mas diárias para todo mundo no escritório? Essa é a idéia da americana Judith Sachs, autora de 20 Minutos de Férias, que a Editora Best Seller está colocando nas livrarias. O objetivo é suavizar a rotina do trabalho e aliviar o stress. Dê asas a sua imaginação e se inspire em algumas das iniciativas sugeridas por ela:

Domine a arte de cochilar sem que ninguém perceba.

Adote uma planta como guru ou mentor e peça conselhos a ela, com um olhar sempre de respeito.

Torne-se o rei do ioiô, um jogo que não é capaz de fazer mal a ninguém, ou dê um pulo ao supermercado da esquina e encomende um deleite caribenho, isto é, um coquetel de manga, papaia, kiwi e frutas exóticas.

Visite o Museu do Louvre, em Paris, pela internet e torne-se um erudito em pouco tempo.

Se você é daqueles que gostam de desafiar o cérebro, dispense o jornal e tente criar o próprio jogo de palavras cruzadas, ampliando os limites de sua habilidade lingüística.

Escreva um diário na linha minhas queridas férias, só que bem curtinho, para ser coerente com o tempo dedicado, de vinte minutos.

 

Defeitos de fabricação

Durante dez anos, a consultora Rosa Bernhoeft, da Alba & Bernhoeft Associados, estudou 7.500 executivos de cerca de 200 empresas de médio e grande porte de todo o Brasil em busca de suas deficiências profissionais mais evidentes. Abaixo, algumas delas:

Muita informação, pouca digestão: os executivos recebem um volume de conhecimento que nem sempre conseguem transformar em ferramenta eficaz.

Seduzido pelo detalhe: os chefes dão muita importância às minúcias do processo, nas quais concentram muita energia e desperdiçam trabalho, com perda da visão estratégica.

Desinteresse pelo papel de educador: apesar de deterem o know-how em sua área, os gerentes não se comprometem com a formação de seus subordinados.

Falta de visão de conjunto: os executivos dominam bem seu trabalho mas não sabem o que se passa em outros setores da empresa e no mercado.

A reboque dos acontecimentos: muitos conseguem executar tarefas que lhes são passadas e até propor novos projetos, mas têm dificuldade em assumir os riscos de mudança.

 




Fotos Ricardo Salgado/Romero Cruz


Coordenado por Fábio de Oliveira.
Colaboraram Fernanda Colavitti
e Maurício Oliveira
e-mail: parausar@abril.com.br



 
 
   
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