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Eles decidem os rumos da guerra
Nas últimas semanas, o mundo conheceu vários novos nomes e rostos à frente do noticiário sobre a guerra do Iraque. Um deles foi o general americano Vincent Brooks, porta-voz do Centro de Comando Militar, com suas entrevistas coletivas recheadas de gráficos, vídeos e fotos. Outro homem em evidência foi o ministro da Informação, Mohamed Said al-Sahaf, que fala em nome das forças iraquianas. Alguns membros de alto escalão dos dois países, como o secretário de Defesa americano Donald Rumsfeld e o vice-presidente do Iraque, Taha Yassin Ramadan, também foram destaque. A esses, somam-se outros nomes já conhecidos, como Udai e Qusai, filhos de Saddam Hussein, e Condoleezza Rice, conselheira de George W. Bush. VEJA on-line preparou uma nova seção com o perfil de vinte personagens capazes de influenciar e decidir os rumos da guerra. Saiba quem são eles.
KUWAIT NO CONFRONTO A capa de VEJA de 6 de março de 1991 trazia reportagem sobre a libertação da Cidade do Kuwait após meses de saques e terror impostos pela invasão de Saddam Hussein. Doze anos depois, o país serve de base para os Estados Unidos atacarem o antigo inimigo e mais uma vez a população se vê ameaçada diante do fantasma da guerra. Acesse a seção Em Dia e leia mais sobre o que ocorreu ao Kuwait nesse período.
Democracias árabes Leitores de VEJA on-line escreveram sobre a possibilidade de um governo minimamente democrático no Iraque servir como fonte de estabilização aos demais países do Oriente Médio. Confira algumas opiniões: ''O
conceito de democracia como se conhece nos países ocidentais não
se aplica aos povos do Oriente. Querer que a cada quatro anos eles compareçam
às urnas para votar é pedir muito." "É
possível fazer com que o povo iraquiano perceba o valor da democracia.
Com esse regime, a população pode se conscientizar, fazer
suas escolhas livremente e arcar com as conseqüências."
E-mail: vejaonline@abril.com.br |
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