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"Gisele
Bündchen é um exemplo
nacional. Ela venceu
acreditando em seu potencial.
Merece tudo isso
e muito mais."
Ricardo
Felipe Creres Rosa
ric25@uol.com.br
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Gisele Bündchen
Parabéns
por colocarem na capa a supermodel Gisele Bündchen.
VEJA mostra mais uma vez que é uma revista
antenada, diversificada e atual. Por isso, e por tudo
o que VEJA tem feito em sua história, me orgulho
em afirmar: VEJA tem um passado glorioso, um presente
inteligente e um futuro promissor ("Pelé, Senna
e agora Gisele", 1º de dezembro).
Renata Ferreira
Mauá, SP
Os
corruptos, traficantes e facínoras de plantão
que me perdoem, mas a beleza é fundamental.
Cícero
Soares da Silva.
Belo
Horizonte, MG
Gisele
Bündchen já merecia, fazia muito tempo,
não só a capa de VEJA como todas as
capas de revistas do Brasil. Foi uma pena a reportagem,
que poderia ter falado mais da menina que, além
de deslumbrante, é uma superpersonalidade,
perder-se em tantos números e cifras e dar
espaço demais às declarações
cafajestes do senhor Casablancas, que poderia ter
perdido sua comissão de 10% com mais classe.
De qualquer maneira, é sempre bom ver a Gisele
reconhecida. Maravilha, Gisele!
Francisca
Baptista
Manaus, AM
Em
relação à reportagem de capa,
gostaria de dizer que a beleza dessa moça
é incontestável. No entanto, as indústrias
internacional e nacional da beleza e do endeusamento
ao corpo impõem um manual padronizador dessa
beleza que torna a vida de milhares de meninas um
verdadeiro inferno.
Márcio
Paula de Moraes
marciopaula@uol.com.br
A
matéria de capa de VEJA, edição
1626, não merece o espaço que ocupa.
Comparar a modelo a Pelé e a Senna foi de
uma precipitação poucas vezes vista
nesta revista.
Paulo
de Tarso Leite dos Santos
Rio de Janeiro, RJ
Penso
que teríamos outros assuntos mais relevantes
para servir de capa do que a história de
uma modelo.
Uelton Santos
usa@escelsa.com.br
Claudio de Moura Castro
Começando
a ler o artigo "A universidade do distrito federal"
(1º de dezembro), de Claudio de Moura Castro,
fiquei meio pasma entre o real e o imaginário,
pois nunca havia ouvido nada a respeito. Algumas colocações
me lembravam passagens recentes dos jornais nacionais,
como o estuprador que foi designado delegado; a decadência
da escola pública brasileira, a interdição
de várias escolas pelo Corpo de Bombeiros e
os detectores de metais para diminuir o número
de mortes nesses estabelecimentos. Mas algumas, como
a plantação de salsa/cebolinha, a história
dos carneiros e do general do Exército como
secretário da Educação, não
conseguia ligar com nada. Parabéns a Claudio
de Moura Castro pela maneira envolvente como escreve.
Maria Angela Bastos de Aguiar
Catanduva, SP
Polígono da maconha
Sobre
o tema da reportagem "O bandido agradece" (1º
de dezembro), esclareço que desde junho deste
ano, com base no relatório da Secretaria de
Inteligência da Presidência da República,
o Banco do Nordeste vem realizando o até agora
exitoso Projeto Moxotó-Pajeú naquela
região, com o objetivo de oferecer alternativas
de atividade econômica legal às pessoas
envolvidas com o plantio de maconha. A Operação
Mandacaru complementa, na área de segurança
pública, o conjunto de ações
integradas que visam banir o cultivo da maconha. Da
mesma forma que o Projeto Moxotó-Pajeú,
sua intenção é beneficiar a população,
permitir-lhe readquirir a sensação de
segurança, por meio da ação maciça
de forças policiais apoiadas pelas Forças
Armadas, por período não inferior a
um mês. Na região não vivem os
grandes chefes do narcotráfico nem os chefes
de quadrilhas. A "investigação silenciosa"
vem sendo realizada há muito, pela Secretaria
de Inteligência, Polícia Federal, Coaf
e órgãos estaduais. O sigilo não
é pré-condição para o
êxito da Operação Mandacaru. Pelo
contrário. O conhecimento público prévio
de sua finalidade é importante para predispor
favoravelmente seu alvo prioritário a população.
A divulgação da operação
não visa a uma efêmera "extração
de dividendos políticos para o Planalto".
Alberto Mendes Cardoso
Ministro-chefe
do Gabinete de
Segurança Institucional da Presidência
da República
Brasília, DF
Petrobras
Sobre
a reportagem "Negócios inexplicáveis"
(1o
de dezembro) com o subtítulo "Como a
pequena Marítima ganhou quase todas as concorrências
da gigante Petrobras" , com o intuito de esclarecer
essa prestigiosa revista informo que a tomada de decisões,
numa empresa do porte e da complexidade da Petrobras,
jamais é fruto da vontade isolada de seu presidente,
mas resulta de um amplo processo de formação
de decisão, que passa pelos pareceres dos mais
diversos órgãos e departamentos, como
os setores técnicos de exploração
e produção, financeiros, de planejamento,
jurídico e outros que tenham competência
para opinar. Ao fim desse processamento, a tomada
de decisão envolvendo assuntos de maior relevância,
como o de que trata a reportagem, é submetida
a um colegiado, a diretoria executiva, integrado pelo
presidente e por seis diretores, sendo o resultado
publicado no Diário
Oficial,
para conhecimento de terceiros, que podem interpor
recursos contra qualquer decisão. O presidente
da empresa não tem, assim, o poder absoluto
e autocrático que parece emprestar-lhe a reportagem.
Joel Mendes Rennó
Rio de Janeiro, RJ
Clipes
Na
reportagem "Vamos faturar" (24 de novembro), sobre
os clipes apresentados na abertura da novela Vila
Madalena,
da Rede Globo, havia uma foto de meu vídeo
(a primeira de cima para baixo) com a legenda errada.
Onde se deveria ler Marcio Tucunduva estava LS Jack,
nome de outra banda.
Marcio
Tucunduva
São Paulo, SP
Portugal
Na
qualidade de leitora assídua da vossa revista,
gostaria de alertá-los que o primeiro-ministro
português governa apenas por quatro anos em
cada mandato, e não por cinco como se encontra
referido na reportagem ("O milagre português",
10 de novembro).
Rute
Vieira
Cascais, Portugal
Justiça
Sobre
a reportagem "Filha não é dele" (1o
de dezembro), causam estranheza as informações
corretas contidas no texto, especialmente as
que dizem respeito ao número de páginas
do laudo e à forma pela qual o resultado chegou
às mãos do magistrado (envelope lacrado).
Há de se destacar que não foi feita
por parte do Judiciário paulista magistrado,
escrivã que tem a guarda do processo ou, ainda,
pela assessoria de imprensa do TJ divulgação
alguma sobre o resultado do exame de DNA realizado
pelo Laboratório Genomic; embora os processos
sejam públicos e os atos processuais requeiram
publicidade, as ações que correm em
segredo de Justiça têm amparo legal para
que não haja divulgação; as informações
divulgadas pela revista não tiveram origem
em órgãos e/ou pessoas ligadas ao Poder
Judiciário do Estado de São Paulo, como
a reportagem pode levar o leitor a crer.
Rosangela
Sanches
Assessoria
de Imprensa do Tribunal
de Justiça
São
Paulo, SP
Sobre
a informação publicada no "Boletim das
reformas" (1º de dezembro) "Recuou. Foi aprovado
o teto salarial de 12.720
reais para os servidores públicos. Juízes
e parlamentares deverão aumentar seus salários
até esse limite" , cabe registrar que a aprovação
do teto salarial não representa nenhum recuo
no andamento do projeto da reforma administrativa,
desde quando a fixação do limite máximo
remuneratório no serviço público
significa enorme avanço no controle das contas
governamentais.
Sônia
Lima França
Juíza
do Trabalho
Valença,
BA
Socialismo
Que
pena que o grande Roberto Campos não pôde
fazer uma palestra no Congresso do PT, só para
explicar que não existe e nunca existirá
"ideal socialista com propostas concretas dentro do
capitalismo" ("As correntes do PT", 1º de dezembro).
José
Rubens Camargo da Motta
São
Paulo, SP
Na
reportagem sobre a Praia Mole, em Florianópolis
("Este é o verão do Brasil", 24 de novembro),
foi publicado que na vizinha Praia da Galheta algumas
mulheres arriscavam o topless. Desejamos informar
que na Praia da Galheta, que faz parte do Parque Municipal
da Galheta, é praticado o naturismo, sem caráter
de obrigatoriedade, aprovado pela Lei CMF 195/97.
Há pelo menos vinte anos se pratica o naturismo
naquela praia, hoje com respaldo legal, apesar de
alguns interesses econômicos contrariados, que
desejam ocupá-la com hotéis e outros
empreendimentos imobiliários elitistas.
Paulo
F. Schlatter
Secretário
da Associação Amigos
da Galheta
Florianópolis,
SC
Arc
Oi,
Arc. Meu nome é Sandra, tenho 11 anos e te
curto pra caramba. Por isso te darei um conselho:
não perca tempo aqui, porque a cada dia que
passa tenho a impressão de que a Terra não
tem mais conserto. A não ser que o homem
resolva mudar suas atitudes a partir de agora, o
que acho impossível. Beijos.
Sandra
Hei,
Arc! Que tal você me levar para Marte? Aqui
só há violência e morte. Acho
melhor você desistir de investir no Brasil
e levar as pessoas que fazem o bem na Terra para
Marte. Te adoro
Laura,
13 anos
Lavras,
MG
CORREÇÕES:
As
obras de recuperação e restauração
da Basílica de Assis, na Itália, ainda
não estão concluídas ("Parece
milagre", 20 de outubro).
O
município mineiro de Alfredo Vasconcelos
não foi desmembrado de Barbacena, mas de
Ressaquinha ("Parasitas federais", 1º de dezembro).
A
cidade de Xambioá fica no norte do Tocantins,
e não no sul do Pará, como foi publicado
na reportagem "Doutor na mira" (24 de novembro).
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