Edição 1 627 - 8/12/1999

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Roberto Campos
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações

Veja recomenda

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

"Gisele Bündchen é um exemplo nacional. Ela venceu acreditando em seu potencial. Merece tudo isso e muito mais."

Ricardo Felipe Creres Rosa
ric25@uol.com.br

 

Gisele Bündchen

Parabéns por colocarem na capa a supermodel Gisele Bündchen. VEJA mostra mais uma vez que é uma revista antenada, diversificada e atual. Por isso, e por tudo o que VEJA tem feito em sua história, me orgulho em afirmar: VEJA tem um passado glorioso, um presente inteligente e um futuro promissor ("Pelé, Senna e agora Gisele", 1º de dezembro).
Renata Ferreira
Mauá, SP

Os corruptos, traficantes e facínoras de plantão que me perdoem, mas a beleza é fundamental.
Cícero Soares da Silva.
Belo Horizonte, MG

Gisele Bündchen já merecia, fazia muito tempo, não só a capa de VEJA como todas as capas de revistas do Brasil. Foi uma pena a reportagem, que poderia ter falado mais da menina que, além de deslumbrante, é uma superpersonalidade, perder-se em tantos números e cifras e dar espaço demais às declarações cafajestes do senhor Casablancas, que poderia ter perdido sua comissão de 10% com mais classe. De qualquer maneira, é sempre bom ver a Gisele reconhecida. Maravilha, Gisele!
Francisca Baptista
Manaus, AM

Em relação à reportagem de capa, gostaria de dizer que a beleza dessa moça é incontestável. No entanto, as indústrias internacional e nacional da beleza e do endeusamento ao corpo impõem um manual padronizador dessa beleza que torna a vida de milhares de meninas um verdadeiro inferno.
Márcio Paula de Moraes
marciopaula@uol.com.br

A matéria de capa de VEJA, edição 1626, não merece o espaço que ocupa. Comparar a modelo a Pelé e a Senna foi de uma precipitação poucas vezes vista nesta revista.
Paulo de Tarso Leite dos Santos
Rio de Janeiro, RJ

Penso que teríamos outros assuntos mais relevantes para servir de capa do que a história de uma modelo.
Uelton Santos
usa@escelsa.com.br

 

Claudio de Moura Castro

Começando a ler o artigo "A universidade do distrito federal" (1º de dezembro), de Claudio de Moura Castro, fiquei meio pasma entre o real e o imaginário, pois nunca havia ouvido nada a respeito. Algumas colocações me lembravam passagens recentes dos jornais nacionais, como o estuprador que foi designado delegado; a decadência da escola pública brasileira, a interdição de várias escolas pelo Corpo de Bombeiros e os detectores de metais para diminuir o número de mortes nesses estabelecimentos. Mas algumas, como a plantação de salsa/cebolinha, a história dos carneiros e do general do Exército como secretário da Educação, não conseguia ligar com nada. Parabéns a Claudio de Moura Castro pela maneira envolvente como escreve.
Maria Angela Bastos de Aguiar
Catanduva, SP 

 

Polígono da maconha

Sobre o tema da reportagem "O bandido agradece" (1º de dezembro), esclareço que desde junho deste ano, com base no relatório da Secretaria de Inteligência da Presidência da República, o Banco do Nordeste vem realizando o até agora exitoso Projeto Moxotó-Pajeú naquela região, com o objetivo de oferecer alternativas de atividade econômica legal às pessoas envolvidas com o plantio de maconha. A Operação Mandacaru complementa, na área de segurança pública, o conjunto de ações integradas que visam banir o cultivo da maconha. Da mesma forma que o Projeto Moxotó-Pajeú, sua intenção é beneficiar a população, permitir-lhe readquirir a sensação de segurança, por meio da ação maciça de forças policiais apoiadas pelas Forças Armadas, por período não inferior a um mês. Na região não vivem os grandes chefes do narcotráfico nem os chefes de quadrilhas. A "investigação silenciosa" vem sendo realizada há muito, pela Secretaria de Inteligência, Polícia Federal, Coaf e órgãos estaduais. O sigilo não é pré-condição para o êxito da Operação Mandacaru. Pelo contrário. O conhecimento público prévio de sua finalidade é importante para predispor favoravelmente seu alvo prioritário – a população. A divulgação da operação não visa a uma efêmera "extração de dividendos políticos para o Planalto".
Alberto Mendes Cardoso
Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República
Brasília, DF

 

Petrobras

Sobre a reportagem "Negócios inexplicáveis" (1o de dezembro) – com o subtítulo "Como a pequena Marítima ganhou quase todas as concorrências da gigante Petrobras" – , com o intuito de esclarecer essa prestigiosa revista informo que a tomada de decisões, numa empresa do porte e da complexidade da Petrobras, jamais é fruto da vontade isolada de seu presidente, mas resulta de um amplo processo de formação de decisão, que passa pelos pareceres dos mais diversos órgãos e departamentos, como os setores técnicos de exploração e produção, financeiros, de planejamento, jurídico e outros que tenham competência para opinar. Ao fim desse processamento, a tomada de decisão envolvendo assuntos de maior relevância, como o de que trata a reportagem, é submetida a um colegiado, a diretoria executiva, integrado pelo presidente e por seis diretores, sendo o resultado publicado no Diário Oficial, para conhecimento de terceiros, que podem interpor recursos contra qualquer decisão. O presidente da empresa não tem, assim, o poder absoluto e autocrático que parece emprestar-lhe a reportagem.
Joel Mendes Rennó
Rio de Janeiro, RJ

 

Clipes

Na reportagem "Vamos faturar" (24 de novembro), sobre os clipes apresentados na abertura da novela Vila Madalena, da Rede Globo, havia uma foto de meu vídeo (a primeira de cima para baixo) com a legenda errada. Onde se deveria ler Marcio Tucunduva estava LS Jack, nome de outra banda.
Marcio Tucunduva
São Paulo, SP

 

Portugal

Na qualidade de leitora assídua da vossa revista, gostaria de alertá-los que o primeiro-ministro português governa apenas por quatro anos em cada mandato, e não por cinco como se encontra referido na reportagem ("O milagre português", 10 de novembro).
Rute Vieira
Cascais, Portugal

 

Justiça

Sobre a reportagem "Filha não é dele" (1o de dezembro), causam estranheza as informações – corretas – contidas no texto, especialmente as que dizem respeito ao número de páginas do laudo e à forma pela qual o resultado chegou às mãos do magistrado (envelope lacrado). Há de se destacar que não foi feita por parte do Judiciário paulista – magistrado, escrivã que tem a guarda do processo ou, ainda, pela assessoria de imprensa do TJ – divulgação alguma sobre o resultado do exame de DNA realizado pelo Laboratório Genomic; embora os processos sejam públicos e os atos processuais requeiram publicidade, as ações que correm em segredo de Justiça têm amparo legal para que não haja divulgação; as informações divulgadas pela revista não tiveram origem em órgãos e/ou pessoas ligadas ao Poder Judiciário do Estado de São Paulo, como a reportagem pode levar o leitor a crer.
Rosangela Sanches
Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça
São Paulo, SP

 

Boletim das reformas

Sobre a informação publicada no "Boletim das reformas" (1º de dezembro) – "Recuou. Foi aprovado o teto salarial de 12.720 reais para os servidores públicos. Juízes e parlamentares deverão aumentar seus salários até esse limite" – , cabe registrar que a aprovação do teto salarial não representa nenhum recuo no andamento do projeto da reforma administrativa, desde quando a fixação do limite máximo remuneratório no serviço público significa enorme avanço no controle das contas governamentais.
Sônia Lima França
Juíza do Trabalho
Valença, BA  

 

Socialismo

Que pena que o grande Roberto Campos não pôde fazer uma palestra no Congresso do PT, só para explicar que não existe e nunca existirá "ideal socialista com propostas concretas dentro do capitalismo" ("As correntes do PT", 1º de dezembro).
José Rubens Camargo da Motta
São Paulo, SP

 

Praia

Na reportagem sobre a Praia Mole, em Florianópolis ("Este é o verão do Brasil", 24 de novembro), foi publicado que na vizinha Praia da Galheta algumas mulheres arriscavam o topless. Desejamos informar que na Praia da Galheta, que faz parte do Parque Municipal da Galheta, é praticado o naturismo, sem caráter de obrigatoriedade, aprovado pela Lei CMF 195/97. Há pelo menos vinte anos se pratica o naturismo naquela praia, hoje com respaldo legal, apesar de alguns interesses econômicos contrariados, que desejam ocupá-la com hotéis e outros empreendimentos imobiliários elitistas.
Paulo F. Schlatter
Secretário da Associação Amigos da Galheta
Florianópolis, SC

 

Arc

Oi, Arc. Meu nome é Sandra, tenho 11 anos e te curto pra caramba. Por isso te darei um conselho: não perca tempo aqui, porque a cada dia que passa tenho a impressão de que a Terra não tem mais conserto. A não ser que o homem resolva mudar suas atitudes a partir de agora, o que acho impossível. Beijos.
Sandra

Hei, Arc! Que tal você me levar para Marte? Aqui só há violência e morte. Acho melhor você desistir de investir no Brasil e levar as pessoas que fazem o bem na Terra para Marte. Te adoro
Laura, 13 anos
Lavras, MG

 

CORREÇÕES: As obras de recuperação e restauração da Basílica de Assis, na Itália, ainda não estão concluídas ("Parece milagre", 20 de outubro). O município mineiro de Alfredo Vasconcelos não foi desmembrado de Barbacena, mas de Ressaquinha ("Parasitas federais", 1º de dezembro). A cidade de Xambioá fica no norte do Tocantins, e não no sul do Pará, como foi publicado na reportagem "Doutor na mira" (24 de novembro).


Às Suas Ordens

Para assinar VEJA ou solicitar
os serviços ao assinante, ligue:
Na Grande São Paulo (11) 3990-2112
Outras localidades
0800-552112
Estamos à sua disposição de segunda
a sexta, das 8 às 22 horas
Fax: (11) 3361-5600
Internet:
Para fazer novas assinaturas:
abril.assinaturas@abril.com.br
Serviços ao assinante:
abrilsac@abril.com.br
Para se corresponder com a redação de VEJA:
As cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para:
Diretor de Redação, VEJA
Caixa Postal 11 079
CEP 05422-970, São Paulo, SP
Fax: (11) 3037-5638

e-mail: veja@abril.com.br

Por motivos de espaço ou de clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

Para comprar números atrasados:
Central de Atendimento
Caixa Postal 14151
São Paulo - SP
CEP 02799-970
Tel: (11) 3990-2200
Fax: (11) 3990-2233
De segunda a sexta, das 8 às 22 horas
e-mail:
abrilea@abril.com.br
Reprints Editoriais
Você pode solicitar cópias das reportagens de VEJA (mínimo de 500) até uma semana depois da publicação.
Ligue para (11) 3037-5138
Para anunciar, ligue 0800-166676
Para informações sobre VEJA NA SALA DE AULA, ligue:
Grande São Paulo: (11) 3990-2112
Demais cidades: 0800-552112
De segunda a sexta, das 8 às 22 horas
Na Internet
http://www.veja.com.br
http://www2.uol.com.br/veja