Edição 1883 . 8 de dezembro de 2004

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Gente

Vivendo no mundo da Luma


xaro
Adalmir Chixaro
Luma, sozinha (foto abaixo) e com os fardados que ela mal conhece: Sigmar, em pé atrás, e Abucacys, ao lado

No mundo de Luma de Oliveira, a realidade é tão dúctil quanto as soberbas curvas de seu corpo. Separada há oito meses, ela protagoniza outro enredo envolvendo pin-ups fortões e uniformizados do calendário Anjos do Brasil. Desta vez, porém, em vez de vaudeville, a história ganhou contornos policiais, conforme o B.O. lavrado pelo fotógrafo que denuncia ter sido torturado, espancado e ameaçado de morte por tê-la flagrado com o policial Sigmar de Almeida, 29 anos, em um hotel em Itacaré, na Bahia. Versão Luma número 1: não tem nada, nadinha, a ver com o rapaz (o mês de junho do calendário que ela patrocinou). Versão número 2: pois não é que ela conhece, sim, Sigmar? Até saíram juntos algumas vezes em Itacaré – mas isso porque, no hotel, ele dividia o quarto com uma amiga dela, Regina Cruz. Tem mais: ela mesma, Luma, está namorando, mas não é ninguém de farda. "Não vou dizer o nome. Eu o conheci em Itacaré e estou muito feliz. Por isso, fui para o hotel duas vezes no último mês", disse a VEJA. Sigmar, que é casado, dá uma força: "Caí de gaiato na história. Nunca tive nada com ela. Eu estava no quarto com a Regina". Ah, em tempo: Luma continua a não ter tido nunca, jamais, nada com o bombeirão José Albucacys, o mês de julho do movimentado calendário.

 

O trono? Também veio

Queen International
O rei em Manaus: andou na selva, pescou piranha e deixou 20 000 dólares de gorjeta


Quem acha que não se fazem mais reis como antigamente não sabe o que foi a passagem de Mohammed VI do Marrocos pelo Brasil. Comitiva: 100 pessoas, entre as quais dois cozinheiros, cada um com dez ajudantes. Transporte: oito aviões, sendo dois Boeings 757 e um 747. Bagagem: tudo, de louça, ar-condicionado, geladeira e três TVs de plasma a tapetes e cortinas (isso mesmo: cortinas. As da suíte do hotel Blue Tree Park foram trocadas). E o trono, claro, que sempre viaja com o rei. "Antes dele, recebemos três rainhas e dois príncipes. Nunca vimos tanta bagagem", disse um funcionário do hotel. Depois de passar 24 horas na capital, o grupo fechou as malas, distribuiu 20.000 dólares em gorjetas e partiu para Manaus. O rei de 41 anos e figurino elegantérrimo caminhou pela Floresta Amazônica, pescou piranha (pegou uma, com caniço) e provou pratos típicos. Três dias depois, distribuiu outros 20.000 dólares em gorjetas e seguiu na turnê que deve se encerrar na Argentina, nesta semana.

 

Lugar de gente feliz

Marina Malheiros
Geyze e Diniz depois do sim: em família, ao som de Roberto


Ao som de Como É Grande o Meu Amor por Você e com ar de felicidade, o próprio noivo, Abilio Diniz, 67 anos, dono do grupo Pão de Açúcar, incumbiu-se de conduzir Geyze Marchesi, 32, ao altar montado no jardim de casa, na semana passada, em São Paulo. Os quatro filhos de Diniz assistiram ao casamento (o segundo dos dois). Geyze, que é diretora de planejamento do Pão de Açúcar (entrou na empresa como trainee há oito anos e namora Diniz desde 2000), diz que a diferença de idade "nunca pesou" e a relação patrão-empregada obviamente já virou outra coisa. Ela vai acrescentar Diniz ao sobrenome – "O Abilio faz questão" –, mas não acha que é hora de falar em filhos: "Cada coisa a seu tempo". A lua-de-mel, no Caribe, foi vapt-vupt: quatro dias.

 

Quanto mais curto, melhor

Berg Silva/Ag. O Globo
Vera ajeita o vestido: viva a genética

Em fase de libações comportadas (algumas taças de champanhe e olhe lá) e guarda-roupa nem tanto, Vera Fischer comemorou seus 53 anos soprando velinhas e cercada por rapagões na boate gay Le Boy, no Rio de Janeiro. Convidou boa parte do elenco de estrelas da Globo, mas poucos deram o ar da graça – entre eles justamente Susana Vieira, que, aos 62 anos, lhe fazia concorrência desleal no quesito pernas de fora. A deusa pairou soberana: em grande forma, num microvestido preto, dançou até as 5 da manhã. O segredo de tanta disposição e da silhueta invejável é o de sempre. "Eu não faço nada, meu bem, a genética me ajuda", desconversa.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Daniela Pinheiro, Marcelo Carneiro e Sandra Brasil

 

 
 
 
 
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