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Algo de novo no front

Bob Wolfenson

Scheila: "Me senti mais mulher"


A próxima Playboy mostrará, entre atributos já sobejamente conhecidos, os efeitos da plástica que turbinou os seios de Scheila Carvalho com 170 mililitros de silicone. Pela quarta vez na capa da revista, a morena adorou o resultado. "Não sei se foi por causa dos seios novos ou por eu ter amadurecido, mas desta vez me senti mais mulher", diz. Só foi necessário um retoque – no cenário. Em uma das fotos feitas no Rio de Janeiro, o Cristo Redentor foi apagado do topo do Corcovado para evitar problemas com a Igreja Católica. Scheila, que é espírita, aprovou a cirurgia.

 

Cara de uma, colar da outra

André Schilró

Hebe de Ana, Ana de Hebe: amicíssimas


Desde que se reencontraram e voltaram a ficar de bem, há um mês, as apresentadoras Ana Maria Braga, 51 anos, e Hebe Camargo, 71, estão unha e carne. É tamanha a identificação que, transformadas para uma sessão de fotos na semana passada – Ana virou Hebe, de colar de coração, Hebe virou Ana, de cruz –, mal se distingue uma da outra. "Conheço a Hebe há décadas, desde que fui assessora de Sylvia Maluf", conta Ana. "Durante quinze anos, fomos ao mesmo cabeleireiro e nos víamos toda semana." O tempo e a carreira as separaram, mas agora vivem na casa uma da outra. "Estamos recuperando o tempo perdido", diz Ana.

 

Sim, ela é modelo e atriz

Antonio Milena

Gianne: estréia no cinema, ao lado de Xuxa


Gianne Albertoni finalmente pode ostentar a dupla designação: modelo e atriz. O papel de estréia não chega a ser desafiador – no novo filme de Xuxa, Pop Star, ela é ela mesma, Gianne Albertoni, top model. "Ainda bem que apareço desfilando, uma coisa que eu sei que faço bem", brinca a modelo, que garante ainda não pensar em pendurar os saltos. Gianne realizou também o indefectível sonho de conhecer a rainha dos baixinhos. "Quando era pequena, eu não queria ser paquita. Queria ser Xuxa", conta.

 

 

Americano para brasileiro ver

Moises Pazzianotto

Tem Cuccurullo na G: criador de música e músculos


A revista gay G Magazine se internacionaliza. Em dezembro, a estrela da edição é o americano Warren Cuccurullo, 44 anos, guitarrista da banda Duran Duran. "Passei anos criando música e músculos", gaba-se o fortão desinibido – a pose na banheira é a mais discreta. Em 1983, ele já havia feito um ensaio para a Playgirl americana. "Mas desta vez mostrei muito mais", diz o guitarrista, que só se viu em maus lençóis quando posou numa moto, veículo que ele não sabe dirigir e sobre o qual custou a se equilibrar. O cenário foi a Barra da Tijuca, onde o músico, que foi casado com uma brasileira, tem uma casa. "Aqui é meu lugar no mundo", garante.

 

Leve, bonitinho e lisinho

A quem pergunta, Cesar Maia, 55 anos, prefeito eleito do Rio de Janeiro, tem na ponta da língua a explicação para a vitória: sua "fase Parmalat". "Estou como aqueles bichinhos de pelúcia, todo bonitinho, todo leve", comenta. Como chegou lá? Alguns truques ele divulga: aulas de respiração, de técnicas vocais e de ativação dos chacras, pontos de energia, segundo a crendice indiana. Outros, esconde, como as aplicações de Botox para amenizar as rugas da testa. "Tomei até injeção na testa, e não foi de graça", entregou a certa altura da campanha. Hoje, renega – como se fosse brincadeira.

 

Diplomada em ziriguidum

Oscar Cabral

Autora de The Social History of The Brazilian Samba, a inglesa Lisa Shaw, 34 anos, fala português irretocável e comanda um animado Carnaval na universidade de Leeds, onde dá aulas. Já esteve no Brasil quatro vezes, a última na semana passada.

Veja – Como começou seu interesse pelo samba?

Lisa – Fui estudar línguas latinas em Lisboa, conheci muitos brasileiros e me apaixonei pela cultura.

Veja – O que despertou essa paixão?

Lisa – As pessoas parecem ser mais felizes no Brasil. As coisas na Inglaterra funcionam bem demais, fica meio chato.

Veja – Você já aprendeu a sambar?

Lisa – Não levo o menor jeito. Meu interesse é pelas letras dos sambas. As de Noel Rosa são muito sofisticadas.

Veja – O que não faltará em sua bagagem de volta?

Lisa – Cachaça, para fazer caipirinha no Natal, e guaraná.

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui,
Marcelo Carneiro e Silvia Rogar

 

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