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Cinema
Peixe pequeno
Um desenho que não é nenhum
Nemo,
mas tem seu charme

Sérgio
Martins
Divulgação
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| O
herói-sardinha e sua missão: achar a irmã e salvar os sete mares
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Depois do sucesso de Procurando Nemo, fica difícil
encarar outras produções infantis cuja trama se passe
no fundo do mar. Mas Mamãe Virei um Peixe (Help,
I'm a Fish, Alemanha/Dinamarca/Noruega, 2000), que estréia
nesta sexta-feira no país, está repleto de qualidades
para o público abaixo dos 10 anos. Três crianças
um fã de esportes radicais, sua irmã mais nova
e o primo gorducho e afeito a cálculos matemáticos
deparam com uma poção que transforma humanos
em peixes. Stella, a mais nova da trupe, acidentalmente bebe o preparado
e é jogada no meio do oceano. Cabe aos outros dois, transformados
em sardinha e água-viva, achar a menina e fazê-la beber
o antídoto. Os momentos de maior criatividade acontecem em
torno do efeito do antídoto nos peixes de verdade. Um deles,
um peixe-piloto (espécie cuja "missão" é limpar
os restos de alimentos dos dentes do tubarão), vira um ditador
megalomaníaco, que quer conquistar os sete mares com a ajuda
de um exército de caranguejos e de um tubarão atrapalhado.
Como nada é perfeito, as vozes tarimbadas da versão
em inglês (entre elas a de Terry Jones, do grupo Monty Python)
não serão ouvidas aqui, já que o filme está
sendo lançado apenas em versão dublada cuja
"estrela" é a apresentadora Jackeline Petkovic, fraquinha
de dar dó como a menina Stella.
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