Edição 1823 . 8 de outubro de 2003

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Guia


Pragas urbanas

O que são, como agem e qual o melhor jeito
de se livrar delas, com a ajuda de especialistas

 

Baratas – São transmissoras de tifo e hepatite, entre outros. O tratamento consiste em pulverização de inseticida e aplicação de gel (180 reais, para até 100 m2).

Cupins – Os de madeira seca se aninham nos móveis. Um pozinho é o indício de sua presença. Combate-se com inseticida ou gás (130 a 150 reais por peça). A variedade subterrânea aparece em rodapés, batentes de portas e fundos de armários. É preciso aplicar cupinicidas (15 reais por m2).

Formigas – Parecem inofensivas, mas podem transmitir amebíase e outras doenças. Devem-se usar formicidas em forma de iscas ou gel – a aplicação custa 150 reais para um imóvel de 100 m2 –, barreiras físicas (como azulejos) e muita limpeza.

Pombos – São protegidos pela Lei de Crimes Ambientais. Mas podem transmitir doenças como a toxoplasmose. O jeito é impedi-los de pousar. Isso pode ser feito com grades de pontas de metal não afiadas (50 reais o metro linear), fios ou molas estendidos no muro ou no parapeito (30 a 40 reais o m2) ou redes de polietileno (50 reais o m2).

Roedores – Vêm de terrenos baldios ou redes de esgoto. Podem transmitir tifo, raiva, leptospirose e outras doenças. Uma desratização, com veneno e iscas, custa 150 reais por visita, para um imóvel de 100 m2.

Fonte: Luís Fernando Macul, presidente da Associação
Paulista dos Controladores de Pragas Urbanas

 

 

Saúde

BOA NOTÍCIA
O salto alto e as causas da artrite

Os médicos sempre suspeitaram haver uma correlação entre o uso de salto alto e problemas no joelho, como a artrite. Uma pesquisa da Universidade Oxford Brookes, na Inglaterra, descartou essa hipótese. O estudo, publicado no Journal of Epidemiology and Community Health, concluiu que outros fatores contribuem para mais casos de artrite, como engordar depois dos 40 anos, fumar ou fazer serviços pesados, como lavar assoalhos.

MÁ NOTÍCIA
Os raios que o filtro solar não pega

Bloqueadores solares filtram bem os raios ultravioleta UVB, que atingem a superfície da pele, mas não tão bem os UVA, que penetram mais e também causam câncer. É o que diz estudo publicado na revista New Scientist. Pesquisadores do Hospital Mount Vernon, na Inglaterra, usando filtros com fator maior que 20, concluíram que os cremes reduzem apenas à metade os radicais livres criados pelos UVA na pele. Um protetor eficaz teria de bloquear 95%.

 

 

 
Foto divulgação


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Editado por André Fontenelle.
Colaboraram Helena Fruet, Maurício Oliveira e Paulo Araújo

 
 
 
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