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Gente
Tudo pela
Bíblia
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Reuters

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O ex-padre irlandês Cornelius Horan (apelido: Neil), 57 anos,
aquele que, de kilt e colete, invadiu a maratona das Olimpíadas
de Atenas e atropelou o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, meteu-se
em outra encrenca: em Londres, onde mora, é acusado de haver
abusado de uma criança nos anos 90. Sem traço de preocupação,
comentou esses e outros assuntos com VEJA.
Veja
De onde saiu a idéia de atrapalhar a maratona?
Horan
Queria
anunciar que a segunda vinda de Jesus está próxima.
Escolhi a maratona por ser a prova mais tradicional e que chamaria
mais atenção. Não para mim, mas para a Bíblia.
Já havia feito isso antes, numa corrida de Fórmula
1, mas agora chega. Parei.
Veja
E como o senhor financia seus, digamos, manifestos?
Horan
Fui
afastado da Igreja há dez anos, pelas coisas diferentes que
faço. Recebo seguro social do governo porque sofro de depressão.
Para ir a Atenas, economizei durante um ano.
Veja
E esse caso de abuso de menor nos anos 90, que será
julgado no mês que vem?
Horan
Sou totalmente inocente. Eu era muito amigo de uma fiel, andávamos
de mãos dadas. Diante do filho, ela me pediu para ficar nu
e eu obedeci. Nada mais aconteceu. Fui muito idiota.
Veja
O senhor pinta o cabelo?
Horan
Pinto desde os 21. Acho que cabelo escuro combina melhor com meu
traje irlandês. Retoquei antes de ir para a Grécia.
Pertinho,
porém longe
AFP
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| Ronaldo
e Daniella:
namoro na concentração |
Namorar
a distância, e com a agenda cheia, dá trabalho
que o digam Ronaldo e Daniella Cicarelli. Ela mora
em São Paulo. Ele, em Madri. Na semana passada ficaram pertinho
um do outro ele, porém, concentrado com a seleção
em Teresópolis, no Estado do Rio, para o jogo deste domingo.
Nesta semana é ela quem vai para a Espanha, desfilar em Barcelona.
Um feliz reencontro? Nada disso: o craque voa do Brasil para Berlim,
onde o time brasileiro enfrenta a Alemanha. O jeito foi furar o
bloqueio do técnico Parreira e aparecer na concentração
para namorar um pouquinho, sob os olhos atentos de Sônia,
a sogra da modelo.
O Brasil no
tapete vermelho
Divulgação
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AP
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| O vestido
original (na modelo), e a versão Lil'Kim: mais
decote e fenda |
AFP
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| Sasha e Xuxa:
branco total,
maquiagem, figa e nada de prêmio |
Duas entregas de prêmios musicais nos Estados Unidos na mesma
semana, ambas com marcante presença brasileira. Mais marcante,
evidentemente, no Grammy latino-americano, com Xuxa
e Sasha
na platéia, fazendo figa (sem efeito
a loira não ganhou nada). Xuxa foi de Lino Villaventura
branco, a mesma cor do vestidinho de boneca de Sasha, ambas maquiadas
e penteadas. Mas a roupa brasileira que estourou em mais
de um sentido na premiação da MTV americana,
dias antes, foi o modelito Carlos Miele escolhido pela exuberante
rapper Lil'Kim. Era o último na loja, manequim 36,
mas Kim bateu o pé: queria porque queria usá-lo. E
usou, com uma vasta tesourada no decote, outra na fenda lateral,
tudo arrematado por um imenso broche. O tapete vermelho tremeu.
Tão
frágil e tão poderosa
Multimilionária
desde 30 de junho, quando fez 18 anos e tomou posse da herança
que o tio Gianni Versace lhe deixou 50% do controle da marca
, Allegra não mudou nada: na semana passada,
fazendo compras em Londres, era a mesma menina frágil, arredia,
timidíssima, calada, que compareceu às comemorações
do aniversário agarrada à mão da mãe,
Donatella. Diferente, só o peso perdeu mais alguns
quilos, dos poucos que exibia. Ela está de mudança
para os Estados Unidos, onde quer tentar ser atriz. Assim diz Donatella
Allegra, a própria, não dá entrevistas.
Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Bel Moherdaui,
Roberta Salomone e, de Londres, Silvia Rogar
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