Edição 1908 . 8 de junho de 2005

Índice
Claudio de Moura Castro
Millôr
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
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Radar
Holofote
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Holofote

Felipe Patury

• ELE ENTREGA O LIVRO E BAIXA A BOLA

Germano Luders


Na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entregou à editora Record a versão preliminar do livro sobre o seu governo. A introdução, publicada por VEJA em 2004, foi reformulada. Parte dela passou a integrar o primeiro capítulo. FHC cogita, agora, escrever uma conclusão. Enquanto isso, continuará a fazer suas palestras. Na última delas, irritou o Planalto com críticas à política externa de Lula. "A crítica estava na pergunta que me fizeram. Até baixei a bola", diz.

 

• DEUS ME LIVRE DOS MEUS AMIGOS

Reanta Cobatti


Anda dura a vida dos amigos do presidente do PTB, Roberto Jefferson. O presidente da Eletronorte, Roberto Salmeron, indicado por Jefferson, não agüenta mais ver seu nome envolvido nos escândalos do PTB. Há dez dias, escreveu sua carta de demissão e convocou os funcionários para anunciar sua saída. Foi demovido da idéia pelo PTB, que ponderou que a demissão poderia ser interpretada como assunção de culpa. Salmeron topou esperar a poeira baixar, mas avisou que sairá em seguida.

 

• DESACORDO EM CASA

Tasso Marcelo/AE


O Citibank e a Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, firmaram um contrato pelo qual se comprometem a vender juntos suas ações na Brasil Telecom, avaliadas em mais de 1 bilhão de reais. O acordo foi assinado há seis meses, mas a diretoria do Banco do Brasil só tomou conhecimento dele recentemente. O presidente do BB, Rossano Maranhão, convocou o presidente da Previ, Sérgio Rosa, para se explicar. O clima foi de mal-estar.

 

• SE COCHILAR, SAI CONVOCAÇÃO

Jarbas Oliverira/Folha Imagem


Enquanto o governo tenta barrar a CPI dos Correios na Câmara, os senadores de oposição traçam estratégias para impor, no mínimo, constrangimentos ao Palácio do Planalto. Uma das saídas, proposta pelo presidente do PFL, Jorge Bornhausen, é aproveitar eventuais cochilos da bancada governista para convocar os envolvidos nas denúncias de corrupção a prestar esclarecimento nas comissões ordinárias do Senado.

 

Com reportagem de Camila Antunes, Fábio Portela e Heloisa Joly

 
 
 
 
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