Edição 1 639 - 8/3/2000

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Ramallah

Jospin esquece quem são seus amigos

AFP
Primeiro-ministro francês em Ramallah: empurrões

Uma das bandeiras da política externa francesa é manifestar, sempre que surge a ocasião, simpatia pelas causas árabes. Na semana passada, em visita ao Oriente Médio, o primeiro-ministro Lionel Jospin saiu da linha, ao classificar de "terrorismo" as ações do Hezbollah contra os israelenses no sul do Líbano. Os palestinos reagiram com pedras e empurrões. A gafe repercutiu mal também em Paris. Jospin foi acusado de avançar sobre as funções do presidente Jacques Chirac.

 

Nova Delhi

A Índia põe mais lenha na fogueira

 
AP

Míssil indiano: força

A Índia mostrou que não está para brincadeira. Anunciou um aumento recorde, de 28%, nos gastos militares, que chegarão a 13,5 bilhões de dólares ao ano, em um orçamento de 78 bilhões. O Paquistão, cujo orçamento nacional é um pouco maior que as despesas militares indianas, entrou em surto. Os dois países têm armas nucleares, trocam tiros há cinqüenta anos, e uma corrida armamentista só deve piorar as coisas.

 

Maputo

Sinais de esperança em meio às águas

 
AP
Ponte submersa: caos

Castigado por mais de um mês de chuvas intensas, Moçambique é uma verdadeira terra arrasada. As enchentes já deixaram mais de 1 milhão de desabrigados e o número de mortos pode chegar aos milhares. Em meio ao desespero, houve alguns momentos de alívio, como o nascimento, na quarta-feira, de uma menina em Chiputo, a 150 quilômetros da capital, Maputo. O parto aconteceu em cima de uma árvore, onde a mãe estava para fugir das águas.

 

Londres

Para alguns, a ressaca do réveillon foi pior

As celebrações pela entrada do ano 2000 foram quentes na Inglaterra. Nos primeiros dois meses do ano, o total de abortos nas principais clínicas do país foi 20% maior do que no mesmo período de 1999. O motivo é óbvio: no réveillon, a turma soltou-se demais e não se cuidou.

 

Washington

À espera da filha pródiga

AFP

Albright: opção de Havel

Com emprego garantido até 2002, o presidente da República Checa, Vaclav Havel, já anunciou seu nome preferido à própria sucessão: a secretária de Estado americana Madeleine Albright, checa de nascimento. Ela nega a intenção de concorrer, mas se mudar de idéia pode seguir o caminho aberto pelo lituano Valdas Adamkus, imigrante que fez fortuna nos Estados Unidos e voltou para ser eleito presidente em seu país.