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as notas

Ramallah
Jospin esquece quem são seus
amigos
AFP
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| Primeiro-ministro francês
em Ramallah: empurrões |
Uma das bandeiras da política externa francesa é
manifestar, sempre que surge a ocasião, simpatia
pelas causas árabes. Na semana passada, em visita
ao Oriente Médio, o primeiro-ministro Lionel Jospin
saiu da linha, ao classificar de "terrorismo" as ações
do Hezbollah contra os israelenses no sul do Líbano.
Os palestinos reagiram com pedras e empurrões. A
gafe repercutiu mal também em Paris. Jospin foi acusado
de avançar sobre as funções do presidente
Jacques Chirac.
Nova
Delhi
A Índia põe mais lenha na
fogueira
AP
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Míssil indiano: força
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A Índia mostrou que não está para
brincadeira. Anunciou um aumento recorde, de 28%, nos gastos
militares, que chegarão a 13,5 bilhões de
dólares ao ano, em um orçamento de 78 bilhões.
O Paquistão, cujo orçamento nacional é
um pouco maior que as despesas militares indianas, entrou
em surto. Os dois países têm armas nucleares,
trocam tiros há cinqüenta anos, e uma corrida
armamentista só deve piorar as coisas.
Maputo
Sinais de esperança em meio às
águas
AP
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| Ponte submersa: caos |
Castigado por mais de um mês de chuvas intensas,
Moçambique é uma verdadeira terra arrasada.
As enchentes já deixaram mais de 1 milhão
de desabrigados e o número de mortos pode chegar
aos milhares. Em meio ao desespero, houve alguns momentos
de alívio, como o nascimento, na quarta-feira, de
uma menina em Chiputo, a 150 quilômetros da capital,
Maputo. O parto aconteceu em cima de uma árvore,
onde a mãe estava para fugir das águas.
Londres
Para alguns, a ressaca do réveillon
foi pior
As celebrações pela entrada do ano 2000
foram quentes na Inglaterra. Nos primeiros dois meses do
ano, o total de abortos nas principais clínicas do
país foi 20% maior do que no mesmo período
de 1999. O motivo é óbvio: no réveillon,
a turma soltou-se demais e não se cuidou.
Washington
À espera da filha pródiga
AFP

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Albright: opção de
Havel
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Com emprego garantido até 2002, o presidente da
República Checa, Vaclav Havel, já anunciou
seu nome preferido à própria sucessão:
a secretária de Estado americana Madeleine Albright,
checa de nascimento. Ela nega a intenção de
concorrer, mas se mudar de idéia pode seguir o caminho
aberto pelo lituano Valdas Adamkus, imigrante que fez fortuna
nos Estados Unidos e voltou para ser eleito presidente em
seu país.