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Edição 1 784 - 8 de janeiro de 2003
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Empresas brigam e consumidor perde
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A novela do 0300

Companhias telefônicas brigam e quem
sai perdendo são os consumidores

Como se não bastasse a substituição do atendimento gratuito dos telefones 0800 pelo sistema pago 0300 – que transfere o ônus das ligações para o cliente –, um novo problema está dificultando a comunicação entre os consumidores e as áreas de atendimento ao público das empresas. Por falta de entendimento entre as operadoras de telefonia fixa e móvel, as chamadas de celular para o código 0300 nem sempre são completadas. O problema é a falta de acordo sobre o porcentual da tarifa que cabe às operadoras de telefonia fixa, donas da plataforma que oferece o serviço 0300. Na ligação feita do celular, o usuário paga 50 centavos por minuto, mais os impostos. As empresas de telefonia fixa embolsam entre 12 e 16 centavos por minuto, mas querem mais. As operadoras de celular questionam as empresas que prestam serviços pelo 0300 e que divulgam a seus clientes a tarifa de 27 centavos, mais impostos – cobrada pela chamada originada de um telefone fixo. Para completar o martírio do consumidor, alguns hotéis também estão bloqueando os telefonemas, pela dificuldade de cobrar seu custo. A Agência Nacional de Telecomunicações já suspendeu a liberação de novos números 0300, enquanto define novos critérios de tarifação e utilização do código. Quem se sentir prejudicado pode reclamar pelo telefone 0800-33-2001. A ligação, nesse caso, ainda é gratuita.

 
Veja também
A distribuição da receita e o critério para fixação do valor do 0300

 

 

Aviso aos atletas de verão

Dê a largada para exercícios e corridas seguindo
estas recomendações e emagreça com segurança


José Antonio

Verão e praia inspiram sedentários a entrar em forma. A corrida ou a caminhada são as opções preferidas dos atletas de estação. Na empolgação de quem entra em férias, alguns cuidados básicos às vezes são deixados de lado. A escolha do terreno, por exemplo, é um detalhe importante. É recomendável que ele seja plano. A inclinação lateral na beira da praia ou a areia muito fofa, por exemplo, podem exigir esforço exagerado e provocar dores nas articulações. O preparador físico Paulo Nogueira, de São Paulo, explica que não adianta correr nos dois sentidos para compensar a pisada mais alta em uma das pernas. "A inclinação pode causar distensões nos músculos tanto na ida quanto na volta." Veja outras recomendações para exercitar-se de forma segura.

É conveniente fazer uma avaliação médica antes de começar a se esforçar mais do que de costume.

Não é aconselhável praticar exercícios em jejum nem após ingerir alimentos pesados. Correr descalço na praia pode provocar bolhas e lesões nos pés.

A reidratação deve ser feita com água, a cada quinze minutos. Alongamentos são recomendados antes e depois da corrida. O banho de mar atenua as dores musculares.

 
Veja também

Você está em forma?

 

Lembranças da Copa

Brasil Penta, de Edgardo Martolio. Livro de 500 páginas editado pela revista Caras com a história das copas e dicionário dos craques. 50 reais O Filme da Copa 2002. DVD da revista Placar com todos os 161 gols dos 64 jogos da Copa e compactos das disputas finais. 50 reais Felipão – A Alma do Penta, de Ruy Carlos Ostermann, editado pela ZH. Anotações feitas pelo técnico da seleção brasileira durante os jogos da Copa. 24 reais

Os analistas econômicos prometem um 2003 mais difícil que o ano passado. Essa será outra boa razão para lembrar um momento em que os brasileiros foram felizes em 2002. Há uma fartura de edições que ajudam a reviver a gloriosa campanha do pentacampeonato na Copa do Mundo. Alguns desses produtos são da Editora Abril, que edita VEJA, ou de empresas coligadas. Outros foram produzidos por empresas diversas. Eis algumas das obras para quem quer recordar coisas boas do ano que passou.

O Penta Também É Seu. Livro com mais de 100 imagens feitas pelo fotógrafo Ricardo Corrêa, da revista Placar, durante os jogos. 20 reais O Penta e Eu, de Rogério Nottoli. Descreve cada um dos trinta dias da disputa da Copa, com ficha técnica dos times e tabelas. 25 reais

 

Veja também

Especial É Penta!

 

 


 

PERGUNTE AO GUIA

Qual é a melhor maneira de pedir ao ocupante
da poltrona ao lado, no cinema, que pare de
conversar durante o filme?

Negreiros


O
tradicional "psiu" ou uma indireta não são boas maneiras de resolver o problema, diz a consultora de etiqueta Ligia Marques, de São Paulo. Segundo Ligia, não é deselegante ser direto e dizer algo como "Será que o senhor pode parar de conversar ou fazer isso lá fora?". Geralmente, é o que basta. Mas, se a pessoa voltar a incomodar, não é errado fazer nova tentativa, acrescentando a ameaça de chamar o gerente. E, depois, chamar mesmo o gerente, caso a conversa continue. "Não há como ser mais polido", afirma a consultora.


Envie sua dúvida para guiaveja@abril.com.br

 

Editado por Cley Scholz.
Colaboraram Adriana Negreiros e Denise Carvalho



 
 
   
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