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Edição 1 725 - 7 de novembro de 2001
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A traquinagem de Carolina

Tripoli
Carolina, no TRT: estrelando filme assinado por Diogo Mainardi

A atriz Carolina Ferraz tentou pular a cerca. Não no sentido bíblico da expressão, e sim no, digamos, jurídico. Num ensaio fotográfico para divulgar o filme Mater Dei, do diretor Vinicius Mainardi, a bela Carolina simulou uma invasão do prédio inacabado do TRT, em São Paulo, aquele do juiz Lalau. O escândalo inspirou em parte o roteiro assinado pelo colunista de VEJA Diogo Mainardi. Foi tudo muito chique, bem ao estilo da atriz. Ela vestia um modelito de Ocimar Versolato e foi clicada pelo badaladíssimo Tripoli. Mater Dei, estrelado e co-produzido por Carolina, será lançado em 15 de novembro.

 

Olha o Nobel aí, gente!

Vai ter um prêmio Nobel (talvez dois!) na Sapucaí. José Ramos Horta, líder da independência do Timor Leste e Nobel da Paz de 1996, aceitou o convite da escola de samba Unidos da Tijuca, cujo enredo é O Sol Brilha Eternamente sobre o Mundo de Língua Portuguesa. Entrará no último carro alegórico, ao lado da cantora cabo-verdiana Cesaria Evora (que já disse sim) e, possivelmente, do escritor português e Nobel de Literatura José Saramago, que está pensando. Será um carro seriíssimo. "Só terá sambistas vestidas, em respeito às autoridades", garante Luiz Carlos Bruno, diretor da escola.

 

Selinho, sim, mas só para poucos

 
Reprodução televisão
Silvio beija Gil: surpresa na madrugada do SBT

Primeiro, Hebe Camargo, toda animada, pediu a Silvio Santos um "selinho" (beijinho). Não ganhou: "Nem selinho, nem selo, nem selão", ouviu dele, categórico. Em seguida, Gilberto Gil entrou no palco, de mão estendida para cumprimentá-lo. O que fez o apresentador? Disse "selinho", esticou os lábios e zás – tascou um beijinho na boca do músico. A cena foi ao ar de madrugada, no encerramento do Teleton, a maratona beneficente exibida pelo SBT. Gil ficou surpreso, Hebe fingiu brabeza e Silvio riu muito. "Tirei uma onda, foi só uma bicotinha", diz ele. "Tudo tem uma primeira vez."

 

A conquista da África do Sul

Ana: depois da capa, autógrafos na rua

Dona das mais longas pernas das passarelas, a bela Ana Hickmann, 20 anos, é destaque da Sports Illustrated. Nada a ver com a revista americana, famosa por seu calendário de beldades de biquíni. A publicação em que Ana saiu é sul-africana. Mas, pelo que mostra na capa e nas nove páginas internas, clicadas na Malásia, ela bem que merecia estar na SI original. "Desde que cheguei à África do Sul, as pessoas me param na rua e pedem autógrafo", conta a modelo, que está na Cidade do Cabo para o lançamento da edição. Para quem reparou, confirma: "Sim, coloquei silicone nos seios".

 

O convidado de Frasier

O pouco empolgante Bill Gates fazendo o papel dele mesmo na TV só podia dar no que deu: bocejos – engraçados, mas bocejos mesmo assim. No 200º episódio da série Frasier, Gates faz uma ponta. Aparece no estúdio onde Kelsey Grammer, no papel-título, comanda seu programa de rádio, e responde à pergunta de um ouvinte. Aí, não pára mais de falar, desfiando toda a linha de produtos da Microsoft. Frasier, ao lado, faz cara de tédio profundo. Meticuloso, Gates contratou um professor para ensaiar sua fala, que vai ao ar nos Estados Unidos no dia 13.

 

Princesa mascarada

 
Fotos Fabio Cordeiro

Cristina, ao natural e fantasiada: "Um árabe qualquer"

Personagem de um embaraçoso boletim de ocorrência – denunciou o sumiço de porcelanas da sua casa e veio a saber que as peças tinham sido passadas no cobre por um sobrinho, o príncipe Pedro Tiago –, a princesa Cristina de Orleans e Bragança foi espairecer e causou novo tititi: em uma festa de Halloween em Petrópolis, onde mora, circulou para lá e para cá com uma máscara de Osama bin Laden. Ela diz que sabe de quem se trata, claro, mas não ligou o nome à caricatura: "Pensei que fosse um árabe qualquer. Tenho um monte de gravuras árabes em casa", esclarece. Quanto a Pedro, que confessou o crime, Cristina diz que o perdoa. "Não estou com raiva, só triste. Esse menino nasceu prematuro e cuidei dele como se fosse meu filho", suspira.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Aida Veiga, Bel Moherdaui
e Ronaldo França


 
 
   
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