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Edição 1 725 - 7 de novembro de 2001
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"O chefe que grita, xinga e humilha está, na realidade, tentando esconder sua incompetência. Odiá-lo não é a questão."
Antônio José dos Anjos Brito
Salvador, BA

 

Trabalho

Cumprimento VEJA pela necessária e brilhante reportagem de capa "Cale a boca, incompetente" (31 de outubro). E também pela descrição direta e verdadeira das humilhações que o ser humano é obrigado a suportar em seu ambiente de trabalho. Um forte motivo para seu chefe destratá-lo é o sentimento da concorrência que ele acha que você estabeleceu com ele. Algumas vezes imaturos, despreparados, inseguros e invejosos, determinados chefes têm medo de sua evolução e sucesso e de você tomar o lugar deles.
Daniela Coimbra Tory
São Paulo, SP

Só existem dois tipos de chefe, e eles são transformadores: um inferniza e inibe o crescimento dos subordinados, o outro incentiva e reconhece os talentos humanos.
Nilson Figueiredo
São Paulo, SP

Tive chefes como os citados na reportagem, engoli muito sapo. Ao sair da universidade, fui contratada por uma multinacional na qual tive um superior que queria que eu assumisse seus erros. Além disso, forçava-me a trabalhar até mais tarde nos dias de minhas aulas de alemão e me obrigava a ir à empresa aos sábados sem motivo. Vivíamos (eu e minha equipe) um terror diário, que durou quase quatro anos, até sua partida, que foi devidamente comemorada por todos.
Leslie de Oliveira Heringer
leslieoh@terra.com.br

A era do "sim, senhor" chegou ao fim! Pena que muita gente em cargo de chefia ainda não tenha percebido isso, trazendo muitos problemas para a saúde dos funcionários e das empresas. O chefe do novo milênio precisa ter três virtudes básicas: humildade, coragem e ética. Humildade, sendo útil nos momentos de sucesso; coragem, nos momentos de fracasso; ética, em todos os momentos.
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP

O diabo perto de meu chefe é um anjo.
Janio Cunha Lindoso
São Luís, MA

 

Tasso Jereissati

Surge uma opção diferente para presidente em 2002. Tasso Jereissati representa a necessidade de adaptação ao novo momento que atravessa o Brasil no contexto mundial. O que foi feito no Ceará o credencia como empresário e político descomprometido com futricas, independente e limpo como administrador (Amarelas, 31 de outubro).
Joseval Alves Augusto
Recife, PE

Não sou cearense, mas tenho visto o que o governo Tasso tem feito no Ceará. Tasso é um homem de poucas palavras e muita ação, um administrador por excelência. Um político preocupado com os problemas de seu Estado. Acredito que será futuramente um bom presidente da República.
Nhircele Guimarães Paz e Silva
Fortaleza, CE

 

Diogo Mainardi

Concordo plenamente com Diogo Mainardi sobre o brasileiro não saber usar o telefone. Só discordo quando ele torce para que uma bomba dos americanos caia sobre sua cabeça, pois, assim, ficaríamos mais miseráveis em questões culturais ("O Afeganistão é aqui", 31 de outubro).
Cintia Macedo
Cachoeiro de Itapemirim, ES

Fico torcendo para que a tecnologia de guerra americana desenvolva logo um míssil de altíssima precisão que sirva para atingir Diogo Mainardi.
Emmanuel Penna
empenna@amazon.com.br

 

Consumo de energia

Como nordestino, cumprimento VEJA por ter mostrado à sociedade brasileira os reais motivos que impossibilitaram nossa região de ter alcançado a meta dos 20%, diferentemente de grande parte da imprensa, que faz o impossível para passar a imagem do nordestino como sendo um povo relapso e preguiçoso ("Sem gordura para cortar", 31 de outubro).
Gustavo de França

Costa Gomes
Campina Grande, PB

Fiquei muito satisfeita ao ler a reportagem "Sem gordura para cortar" na última edição de VEJA. Até que enfim uma matéria confiável e com credibilidade para mostrar quão difícil é economizar energia no Nordeste, onde o povo já vive em um eterno "apagão".
Louise Barros
Maceió, AL

Vale lembrar que grande parte dos nordestinos não tem chuveiro elétrico por ser um tanto quanto inútil.
Mayra Salsa Galdino da Silva
Cachoeiro de Itapemirim, ES

 

Medicina

Em atenção à reportagem "Ajuda aos aflitos" (24 de outubro), esclarecemos que a técnica cirúrgica de reversão da lesão do plexo braquial pode ser executada por médicos brasileiros. Apesar de ser um procedimento relativamente novo e de alta complexidade, vem sendo rotineiramente executado e desenvolvido com excelentes resultados há aproximadamente cinco anos por nossa equipe médica no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão, e no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, Santa Catarina, em caráter particular e pelo Sistema Único de Saúde.
Marcos Flavio Ghizoni
mghizoni@matrix.com.br
Jayme Augusto Bertelli
bertelli@matrix.com.br

 

Para usar

Um dos produtos da empresa catarinense Ceramarte aparece ilustrando a nota "Por dentro das panelas" (Para usar, 24 de outubro), que aborda os diferentes tipos de materiais empregados no desenvolvimento de panelas, entre eles, a cerâmica. As informações contidas nesse item, ilustrado com a foto da panela Ceramarte, não conferem com as características do produto. As peças fabricadas pela Ceramarte são muito resistentes e aquecem mais rápido que as demais. Os produtos da Ceramarte foram desenvolvidos pelo senhor Klaus Schumacher, fundador e presidente da empresa, que investiu trinta anos e 5 milhões de dólares em pesquisas.
Vânia Bueno
Anima Planejamento e Imagem
São Paulo, SP

 

David Nasser

Na reportagem sobre a biografia de David Nasser ("Repórter em causa própria", 24 de outubro) se diz que a Belgo-Mineira era uma empresa estatal. A empresa Belgo-Mineira jamais foi uma estatal.
Guilherme Studart Neves
Belo Horizonte, MG

 

Paulo Roberto de Almeida

Surpreendi-me ao ler o título "Ricos e arrogantes" em minha entrevista (Amarelas, 24 de outubro). Esses termos não correspondem exatamente a meu pensamento, nem são produto de uma frase específica dita por mim. Na transcrição da linguagem oral para a escrita, a entrevista adquiriu também um tom que não seria exatamente o que imprimiria a ela.
Paulo Roberto de Almeida
Washington, DC, EUA

 

Roberto Pompeu de Toledo

Como mulher ocidental economicamente emancipada, sei bem avaliar o que representa o xador e o xador ocidental, em um mundo masculino e em grande parte misógino, onde todo o prazer deve ser castigado, florescendo os Omares, os Khomeinis, os Agostinhos e até mesmo João XXIII. Assim, fica fácil deduzir o motivo de ser o mundo dos homens beligerante e infeliz ("Em torno do xador II", 24 de outubro).
Telma Faraco

Belém, PA

 

CORREÇÕES: A seção Radar (31 de outubro), equivocadamente, citou o hospital Albert Einstein como tendo sido descredenciado pela Sul América. Na verdade, o hospital em questão é o Sírio Libanês. A Sul América informa que as partes já estão renegociando o recredenciamento. Késia Diego Quintaes não é nutricionista, mas aluna de doutorado da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (Para usar, 24 de outubro).

 

JOSÉ SERRA É ECONOMISTA

A nota "O doutor Serra" (Radar, 24 de outubro) citou uma pesquisa nacional do instituto Vox Populi que perguntava ao brasileiro qual a formação do ministro da Saúde, José Serra. VEJA informou que apenas 10% dos entrevistados acertaram ao responder "economista". Alguns leitores, como Marcos Adriano Rodrigues da Silva e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, contestaram a informação. "José Serra é doutor em economia, mas formado em engenharia", disse Marcos Adriano. Marcelo Gurgel lembrou que "para ser economista é necessário ter o diploma de graduação em ciências econômicas e o registro no conselho profissional competente, pois a diplomação confere apenas o título de bacharel". E aproveitou para explicar: "Pelo que se sabe, o senhor Serra é formado na área de engenharia e pós-graduado em economia, sem demérito algum. Porém tais predicados não o habilitam ao exercício profissional de economista". O Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro da Fundação Getúlio Vargas, organizado pelo Centro de Pesquisa e Documentação (CPDOC), registra que ele se formou em engenharia civil pela Escola Politécnica de São Paulo, em 1964. O próprio Serra esclarece. Diz que realmente cursou engenharia, mas não chegou a se formar. "Sou economista", informa o ministro e presidenciável do PSDB.



 
 

 

 

   
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