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Home  »  Revistas  »  Edição 2133 / 7 de outubro de 2009


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Para exercitar músculos
que parecem não existir

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Na última década, as academias de ginástica passaram a oferecer o treinamento funcional. Trata-se de exercícios feitos com equipamentos originalmente destinados a clínicas de fisioterapia. São ótimos complementos, porque, além de projetados para não causar lesões, trabalham músculos pouco exigidos durante os treinos convencionais. As novidades nessa área são as seguintes:

Fotos divulgação

Vario

Para que serve: funciona como transport, step e simulador de esqui, dependendo da escolha do usuário. O grande diferencial do equipamento é que o praticante consegue controlar a distância das passadas

 



Kinesis One

Para que serve: quatro barras com cabos flexíveis permitem fazer 250 tipos de movimento. Com ele, é possível simular, por exemplo, braçadas de natação e golpes de judô



Pedro Rubens

Kangoo Jumps

Para que serve: o tênis esquisitão, inventado na Suíça, tem um sistema que absorve até 80% do impacto das passadas e dos saltos. Segundo o fabricante, o produto, que substitui o step e a cama elástica, permite a queima de até 800 calorias em apenas 45 minutos de exercício



Disco de equilíbrio

Para que serve: com os dois pés apoiados na superfície instável, a pessoa trabalha e fortalece músculos do abdômen e das pernas pouco solicitados nas atividades físicas tradicionais



Body Togs

Para que servem: trata-se de pesos para braços e pernas que se moldam à musculatura e, portanto, não forçam as articulações como os pesos comuns



Contagem high-tech

Existem no mercado bons equipamentos para avaliar o desempenho dos corredores. Um dos mais recentes é a pulseira SportBand, da Nike. Ela registra distância, ritmo, tempo e calorias consumidas durante o exercício. As informações são transmitidas a um pen drive anexado ao fecho por um sensor colocado no tênis. Ao descarregá-lo num site específico do fabricante, o praticante pode confrontar suas informações com as de mais de 2 milhões de corredores



Esta combinação, não!

Remédios para emagrecer devem ser evitados por quem corre.
O motivo: normalmente, eles contêm estimulantes que aumentam a frequência cardíaca e aceleram o metabolismo. Ou seja, o corredor pode sofrer taquicardias e desidratar-se. "Quando há uso de medicamentos, o indicado são exercícios bem leves, com intensidade abaixo de 60% da capacidade cardiorrespiratória do praticante", diz o treinador Emerson Gomes, no livro Programa de Caminhada e Corrida

Especialistas consultados: Aulus Sellmer, diretor da assessoria esportiva 4any1; Carlos Eduardo Negrão, diretor da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do Incor; Isaías Rodrigues, personal trainer; Rene Abdalla, ortopedista; Turíbio Leite de Barros, fisiologista

Com reportagem de Gabriella Sandoval e Jacqueline Manfrin

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