Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 763 - 7 de agosto de 2002
Guia Viagem

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
 

O manual do nó da gravata
Como escolher a mala certa
O que estou lendo

Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
VEJA on-line
Veja essa
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Literatura brasileira
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Arquivo 1997-2002
Reportagens de capa
2000|2001|2002
Entrevistas
2000|2001|2002
Busca somente texto
96|97|98|99|00|01|02


Crie seu grupo




 

Companheira de viagem

Cada mala pode servir a um
destino ou a um tipo de viajante.
Saiba como escolher a sua

Diogo Schelp

Veja também
Trecho do livro Manual Prático para Organização de Viagens

Se a idéia é desacatar, talvez não seja bom usar a palavra "mala" para qualificar alguém. A boa companheira dos viajantes está hoje tão versátil e sofisticada que pode tornar-se sinônimo de elogio – mesmo que pareça sem alça. Em alguns modelos, a alça é escamoteável. Para fora, facilita o transporte. Para dentro, permite encaixe perfeito no porta-malas ou no carrinho de bagagem. Os desenhos e os materiais evoluíram a tal ponto que as malas de viagem viraram símbolo de eficiência. Já se pode até escolhê-las de acordo com o tipo de roteiro que se pretende fazer (veja no fichário as opções mais acertadas conforme as características da viagem).

Nessa escolha, há quatro itens a considerar: o tamanho, o material, as alças e as rodinhas. O tamanho deve combinar com a distância, o destino, o tempo de permanência e, sobretudo, o furor consumista do viajante. Para quem faz questão de trazer lembrancinhas de toda parte, o ideal é uma mala maior – com outra dentro, que vai vazia para voltar repleta de suvenires. É óbvio que se leva mais roupa, e mais peso, para lugares frios, mas já houve quem analisasse tecnicamente a questão, para evitar exageros. "Para que a mala não se torne um estorvo, não pode pesar mais que 12 quilos", ensina Lúcio Martins Rodrigues, um dos autores do Manual do Turista Brasileiro (Editora Aleph). Outra consideração evidente, mas que muitos esquecem na euforia da viagem, é que não se deve levar mais do que se pode carregar. Como temos duas mãos, apenas, dois volumes de bagagem são o máximo que podemos administrar com autonomia. Além desse ponto, o viajante está entregue à sanha dos carregadores.

Quanto ao material, a regra é simples: quanto mais chance houver de maus-tratos à bagagem, mais rígida ela deve ser. Conexões costumam fazer muito mal ao estado geral das malas e mais ainda a seu conteúdo. As malas flexíveis, por seu lado, significam menos peso para o viajante, mas é melhor garantir que sejam pelo menos impermeáveis. Dois detalhes que melhoram a relação de conforto entre o dono e sua bagagem são as rodinhas e as alças. Esse é um assunto tão sério que merece um test drive, pessoalmente, na loja, antes de fazer a aquisição. Existem malas horizontais com até quatro rodas, ideais para quem pretende carregar muito peso. "O esforço para puxar uma mala dessas é 50% menor que o utilizado com um modelo vertical de duas rodas", explica Simone Martin, gerente de marketing das malas Samsonite. Alguns modelos comportam até 80 quilos e precisam de rodas robustas, portanto.

Considere, também, a hipótese de ter de arrastar as próprias malas fora do aeroporto – coisa comum em Veneza, Roma e Praga, por exemplo. Nesses casos, os modelos de duas rodas e alças verticais são mais apropriados, porque não tombam facilmente em pisos irregulares. Para hotéis de selva ou expedições na neve, é melhor não inventar. As mochilas foram criadas para esse propósito. Por último, acredite sempre na máxima segundo a qual companhias aéreas são capazes de perder qualquer coisa. Documentos, valores e objetos pessoais, incluindo uma muda de roupa, devem fazer parte da bagagem de mão.





Montagem com fotos de Xico Buny/Frederico Busch/Luiz Roberto Pereira/
Marcelo Spatafora/Ivan Carneiro


 
 
   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS