Edição 1861 . 7 de julho de 2004

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Guia

O diploma via computador

Já há 80 000 alunos matriculados em cursos on-line no país. O ensino a distância pela internet oferece vantagens como ganho de tempo, maior autonomia para o aluno e possibilidade de estudo em instituições renomadas para quem mora em cidades menores. Para que esses cursos possam ser bem aproveitados, é necessário tomar alguns cuidados. Andrea Filatro, autora do livro Design Instrucional Contextualizado (Editora Senac), sobre cursos de educação a distância, dá algumas orientações para quem tem interesse em estudar desse modo.

Antes

• Idoneidade – antes de fazer a opção por um curso de graduação, verifique se a instituição de ensino tem autorização do MEC (o site www.mec.gov.br/nivemod/educdist.shtm tem essa informação).

• Método – experimente as aulas demonstrativas que a maioria das instituições oferece. Observe a apresentação do conteúdo, quais são as formas de interação com o professor e se há chat, jogos, vídeos educativos e outros meios que auxiliam no aprendizado.

• Suporte – cheque se a instituição oferece uma central de suporte ou um telefone para que o aluno possa tirar dúvidas com um professor.

• Presença – apesar de já existirem opções 100% on-line, os cursos credenciados pelo MEC exigem que o aluno compareça à instituição – mesmo que apenas no dia da prova final. É bom conferir o calendário.

• Teste – comece com um curso simples, oferecido gratuitamente, para ter certeza de que se adaptará ao sistema.

 

Durante o curso

• Ambiente – o local de estudo em casa deve ser organizado e silencioso. Filhos, animais de estimação ou o barulho da televisão não podem perturbar a concentração.

• Tempo – crie uma rotina de estudo. Defina dias e horários para se dedicar ao curso.

• Interação – participe dos fóruns e salas de discussão on-line. Sugira temas, troque dados e não perca oportunidades para esclarecer suas dúvidas.

DA INTERNET
Mais informações

 

 

É fogo no bolso

A maioria dos países desenvolvidos não exige que os carros tenham extintor a bordo porque não se acredita que um cidadão comum tenha treinamento para controlar um princípio de incêndio. No Brasil, a última pesquisa sobre o tema mostrou que praticamente nenhum motorista sabe os procedimentos a seguir em caso de incêndio e que 91% deles nunca usaram o extintor do carro. O equipamento é obrigatório no país desde 1976 e agora está entrando em vigor uma nova legislação a respeito, que, além de manter a obrigatoriedade, aumenta as despesas de quem possui automóvel. Abastecidos com um tipo de pó químico mais eficiente, esses acessórios vão custar mais caro e já não poderão ser recondicionados. Alexandre Novaes, coordenador da Comissão de Segurança Veicular da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, explica as mudanças:

• Desde 22 de junho, os extintores novos têm validade de cinco anos e garantia no mesmo período. Até então, tinham três anos de validade.

• Até agora, os equipamentos atuavam só sobre chamas em combustíveis líquidos ou de origem elétrica. Os fabricados a partir de janeiro de 2005 terão carga de pó eficiente também contra chamas em materiais sólidos.

• O extintor torna-se descartável.


Editado por Eduardo Burckhardt.
Colaboraram Helena Fruet, Luis Perez e Roberta Abreu Lima

 
 
 
 
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