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Guia
O diploma via computador
Já há 80 000 alunos matriculados em
cursos on-line no país. O ensino a distância pela internet
oferece vantagens como ganho de tempo, maior autonomia para o aluno
e possibilidade de estudo em instituições renomadas
para quem mora em cidades menores. Para que esses cursos possam
ser bem aproveitados, é necessário tomar alguns cuidados.
Andrea Filatro, autora do livro Design Instrucional Contextualizado
(Editora Senac), sobre cursos de educação a distância,
dá algumas orientações para quem tem interesse
em estudar desse modo.
Antes
• Idoneidade antes de fazer a opção
por um curso de graduação, verifique se a instituição
de ensino tem autorização do MEC (o site www.mec.gov.br/nivemod/educdist.shtm
tem essa informação).
• Método experimente as aulas
demonstrativas que a maioria das instituições oferece.
Observe a apresentação do conteúdo, quais são
as formas de interação com o professor e se há
chat, jogos, vídeos educativos e outros meios que auxiliam
no aprendizado.
• Suporte cheque se a instituição
oferece uma central de suporte ou um telefone para que o aluno possa
tirar dúvidas com um professor.
• Presença apesar de já
existirem opções 100% on-line, os cursos credenciados
pelo MEC exigem que o aluno compareça à instituição
mesmo que apenas no dia da prova final. É bom conferir
o calendário.
• Teste comece com um curso simples,
oferecido gratuitamente, para ter certeza de que se adaptará
ao sistema.
Durante o curso
• Ambiente o local de estudo em casa
deve ser organizado e silencioso. Filhos, animais de estimação
ou o barulho da televisão não podem perturbar a concentração.
• Tempo crie uma rotina de estudo.
Defina dias e horários para se dedicar ao curso.
• Interação participe
dos fóruns e salas de discussão on-line. Sugira temas,
troque dados e não perca oportunidades para esclarecer suas
dúvidas.
É fogo no bolso
A
maioria dos países desenvolvidos não exige que os
carros tenham extintor a bordo porque não se acredita que
um cidadão comum tenha treinamento para controlar um princípio
de incêndio. No Brasil, a última pesquisa sobre o tema
mostrou que praticamente nenhum motorista sabe os procedimentos
a seguir em caso de incêndio e que 91% deles nunca usaram
o extintor do carro. O equipamento é obrigatório no
país desde 1976 e agora está entrando em vigor uma
nova legislação a respeito, que, além de manter
a obrigatoriedade, aumenta as despesas de quem possui automóvel.
Abastecidos com um tipo de pó químico mais eficiente,
esses acessórios vão custar mais caro e já
não poderão ser recondicionados. Alexandre Novaes,
coordenador da Comissão de Segurança Veicular da Associação
Brasileira de Engenharia Automotiva, explica as mudanças:
• Desde 22 de junho, os extintores novos têm
validade de cinco anos e garantia no mesmo período. Até
então, tinham três anos de validade.
• Até agora, os equipamentos atuavam
só sobre chamas em combustíveis líquidos ou
de origem elétrica. Os fabricados a partir de janeiro de
2005 terão carga de pó eficiente também contra
chamas em materiais sólidos.
• O extintor torna-se descartável.
Editado por Eduardo Burckhardt.
Colaboraram Helena Fruet, Luis Perez e Roberta Abreu Lima
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