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Holofote
Felipe Patury
• QUANDO
O GRATUITO PODE SAIR CARO
Dida Sampaio/AE
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Está explicado por que o senador baiano Antonio
Carlos Magalhães não apareceu no último
programa de televisão do PFL, que foi ao ar em junho. Uma
pesquisa encomendada pelo partido mostra que boa parte dos eleitores
associa a sigla a coronelismo e práticas retrógradas.
Ela também revela que a personalidade pefelista que mais
encarna tais defeitos é justamente ele, ACM. O senador não
foi convidado a participar do programa, enfim, porque o horário
gratuito poderia sair caro em termos de imagem.
• O
PARTIDO DO GAROTINHO
Agliberto Lima/AE
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O secretário de Segurança Pública do Rio,
Anthony Garotinho, quer herdar o espólio político
de Leonel Brizola. Garotinho pretende trocar o PMDB pelo PDT e levar
consigo a governadora Rosinha e dez deputados federais. O secretário
também articula a fusão do PDT com o PSC. Se der certo,
Garotinho comandará um PDT revigorado de quase trinta deputados
e cinco senadores. Com a saída de Garotinho, o PMDB deverá
colar de vez no governo e disputar a vaga de vice de Lula em 2006.
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"NÃO SOU A NICÉIA PITTA"
Heudes Régis
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Um boato cruel agitou Brasília na semana passada: o de que
o casamento do presidente do PL, Waldemar Costa Neto, com a publicitária
Maria Christina Mendes Caldeira teria
terminado em briga e ameaças de denúncias. Eles, de
fato, estão separados, mas continuam amigos. Tanto que Maria
Christina tem ajudado Costa Neto a procurar investidores
para as estradas nacionais. "Não sou a Nicéia Pitta.
Vou continuar ajudando o Waldemar", diz a ex mais boazinha do Brasil.
• "SOU
QUASE O FELIPÃO"
Bia Parreiras
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Quando o executivo Fernando Pinto
deixou a presidência da Varig, em 2000, pipocaram notícias
de que sua gestão fora um desastre. Ele deu a volta por cima,
como todo-poderoso da portuguesa TAP. Em 2003, a empresa teve um
lucro de 20 milhões de euros, o primeiro em trinta anos,
o que a transformou em objeto de estudo na Universidade de Harvard.
"Por aqui, sou quase tão popular quanto o Luiz Felipe Scolari",
diz. Ainda assim, seu emprego não está garantido.
A TAP é estatal e o governo português está prestes
a mudar.
Divulgação
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Fotos Germano Luders e Marcello Casal
Jr./Agência Brasil
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Com reportagem de Camila Antunes e Juliana Linhares
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