|
|
Cartas
 |
"Só nesta republiqueta um ministro
se presta a participar de reuniões na calada da noite
com objetivos escusos e continua impávido no cargo."
Paulo Cardoso da Silva Jr.
São Paulo, SP |
Ministro Márcio Thomaz Bastos
Brilhantemente VEJA disse aquilo
que toda a sociedade vinha questionando sobre a verdadeira função
do doutor Bastos no governo ("O escudo de Lula", 31 de maio). Tratando-se
de um dos maiores criminalistas do país, esperávamos
que pudesse contribuir na defesa da ordem jurídica e das
garantias constitucionais. Mas, infelizmente, sua atuação
vem se prestando somente à defesa das inúmeras "quadrilhas"
que estão instaladas no poder.
Ataliba Rodrigues Filho
São Paulo, SP
Quando um advogado presta juramento,
faz a promessa de exercer a advocacia com dignidade e independência,
observando principalmente a ética, os deveres e as prerrogativas
profissionais. É de seu juramento defender a Constituição,
a ordem jurídica do estado de direito, os direitos humanos,
a justiça social, a boa aplicação das leis,
a rápida administração da Justiça e
o aperfeiçoamento da cultura e das instituições
jurídicas. O senhor Márcio Thomaz Bastos esqueceu
completamente os princípios basilares de sua formação,
o que é lamentável para a nação brasileira.
Marcelo Gonçalves de Oliveira, advogado criminalista
Manaus, AM
Exatamente por ser um criminalista
de capacidade já testada e aprovada, o ministro da Justiça
Márcio Thomaz Bastos bem que podia deixar passar o papel
menor de defensor de um governo afundado no lodaçal da corrupção
e da canalhice política.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Recife, PE
O atual governo torna amadora
a corrupção da era Collor. O ministro da Justiça
defende quem deveria prender. O atual Congresso é pior do
que os "apenas" 300 picaretas. Se o povo, nas urnas, não
for no mínimo igual ao daquela época, salve-se quem
puder!
Jeremias Rodrigues
Pindamonhangaba, SP
VEJA expressou o que penso a
respeito do governo Lula. Parece-me sempre que as decisões
deste governo são tomadas não por aqueles obrigados
pela responsabilidade do cargo, mas por terceiros e, ainda por cima,
de maneira nunca transparente. Jamais votei no atual presidente,
por pura convicção, mas nem por isso deixei de torcer
para que o país legado aos meus filhos e netos fosse uma
pátria decente, onde homens respeitáveis, como o senhor
Márcio Thomaz Bastos, não aceitassem ofensas e ameaças
veladas e reagissem à altura do cargo que exercem.
Francisco Garcia de Araujo Filho
Currais Novos, RN
Pode o ministro? Pode, claro
que pode. No governo do Ali Babá e seus quarenta quadrilheiros
que aí estão tudo pode. Pode roubar, pode comprar
a consciência (?) de suas excelências, pode mentir,
pode esquecer tudo o que for incriminatório, pode dançar
comemorando a impunidade do companheiro corrupto...
Francisco de Assis Lacerda Sales
Fortaleza, CE
Sinceramente não consigo
acreditar que Lula será reeleito. Se isso realmente acontecer,
terei certeza de que nosso povo merece tudo o que vem passando.
Jailson Silva
Feira de Santana, BA
Intenção de
voto
Sabe quem está pagando
a conta desse alimento barato ("Votando com a barriga", 31 de maio)?
É o agricultor brasileiro. Estamos pagando para produzir,
e todos precisam saber essa verdade. O governo Lula está
acabando com um setor produtivo, a agropecuária, que sempre
teve papel decisivo no controle da inflação e na geração
de divisas e empregos, e isso tudo está sendo inviabilizado.
A diminuição da área plantada neste ano será
grande, com conseqüências desastrosas para toda a economia,
no próximo ano.
Dalmar Rolim
Tangará da Serra, MT
Na verdade, a história
se repete. O que vivemos agora é uma reedição
da histórica política do pão e circo, aplicada
pelos romanos quando estavam em via de um levante popular. O pior
é que o governo, na releitura dessa política do pão
e circo, precisa apenas se concentrar nos esforços do pão,
com seus programas de bolsa "alguma coisa", pois o circo virá
sem grande dificuldade. Afinal, estamos a poucos dias da Copa do
Mundo.
Jean Carlo Caramanico
Londrina, PR
Celular
Bem-humorada a maneira como VEJA
tratou a demonização dos celulares por parte das autoridades.
Uma divertida e informativa entrevista com um celular, juntamente
com uma análise técnica ("Ouvimos o grande culpado:
o celular", 31 de maio).
Pablo Cassiano Santos
Por e-mail
Meu "porta-voz" não parou
de tocar após a reportagem. Ele soube que, depois da publicação,
para se eximir de responsabilidade, as autoridades jogarão
a culpa nos concessionários e na imprensa, que exagerou.
Explicarão que a bagunça em São Paulo decorreu
de uma peça publicitária bem-sucedida, cujas etapas
foram: lançamento do Plano Celular Comunitário (PCC),
desconto de tarifa no Dia das Mães e alguns trotes.
Antonio Carlos Rigitano
Bauru, SP
Há anos não lia
uma entrevista tão interessante, com respostas claras, corretas
e objetivas. Toda semana VEJA consegue me surpreender. Desta vez
se superou. Parabéns.
Solange Santos
Belo Horizonte, MG
VEJA Especial Mulher
Fiquei encantada com a edição
Especial Mulher (maio/junho de 2006). Pensei que fosse apenas
uma edição comum com reportagens simples, mas fiquei
tão impressionada que não consegui parar de ler até
o fim. Todos os assuntos são interessantes e mostram a realidade
da mulher brasileira. Fiquei aliviada por verificar que temos as
mesmas angústias, preocupações e objetivos.
Parabéns.
Rosângela Dias
Recife, PE
VEJA Especial Mulher retratou
a minha vida! Há um mês, quando revelei a minha médica
a angústia de ter em menos de um ano a família reduzida
à metade pela saída de dois filhos e uma nora para
fazerem faculdade a 1.000 quilômetros de distância,
ela disse que eu estava sofrendo da "síndrome do berço
vazio". Gente, é impossível, a cada página
folheada eu me via ali refletida. Eu me sentia a personagem das
reportagens. Parece que vocês se espelharam na minha vida
para fazer a revista. Melhor, impossível!
Rosana Rodrigues Ritta, jornalista
Jaraguá do Sul, SC
A edição Especial
Mulher é o maior presente que as mulheres poderiam receber
nos dias de hoje. Mostrou que a mulher quer simplesmente voltar
a ser mulher. Ela não pode querer incorporar todos os papéis
que a sociedade lhe impõe.
Juliana Pisetta de Oliveira
Foz do Iguaçu, PR
Adorei a edição
Especial Mulher. Muito completa e interessante, os assuntos
foram feitos sob medida. Eu me identifiquei com vários temas
abordados pela revista.
Marcela Oliveira Cardoso
Goiatuba, GO
Marcos Pontes
Na seção Sobe de
31 de maio foi mencionado o mais recente vôo do astronauta
Marcos Pontes, rumo à iniciativa privada. Parece piada que,
depois de anos nos Estados Unidos e da carona caríssima na
Soyuz, o "herói" tenha mandado para o espaço seu compromisso
com a Agência Espacial Brasileira, que pagou seu treinamento.
Será que o presidente continua achando baixo o custo da viagem
do astronauta 10 milhões de dólares
"considerando os benefícios para nosso programa espacial",
conforme ele declarou numa entrevista em abril?
Esmeralda Kiefer
Porto Alegre, RS
Seleção do mensalão
Nesta época de disputas de futebol,
examinei atentamente a escalação da seleção
do mensalão (Contexto, 31 de maio), na condição
de integrante da torcida do time adversário. Devo admitir
que fiquei esperançoso: a defesa deles comete faltas em excesso
e fica sujeita à marcação de pênaltis,
o primeiro volante rouba poucas bolas, os meias são fominhas
e não distribuem o jogo e os atacantes, acomodados, contentam-se
com poucos gols. Assim, a despeito do volume da torcida e do fato
de os juízes serem escalados por eles, creio que meu time
tem boa chance de vitória.
Armando de Melo Dutra
Belo Horizonte, MG
Daniel Dantas
VEJA (31 de maio de 2006) faz duas referências
ao meu nome. Em legenda de foto minha, VEJA afirma que faço
"parte de uma bancada sensível aos interesses do dono do
Opportunity". Repilo, veementemente. Fui eu que levei ao conhecimento
da CPI dos Bingos a manifestação do advogado Philip
C. Korologos no processo que corre na Corte Distrital Sul de Nova
York, no qual a senhora Verônica Dantas, irmã do banqueiro
Daniel Dantas, diz que a perseguição do governo a
esse cidadão se iniciou depois que ele se recusou a doar
"dezenas de milhões de dólares" ao PT, pedidos por
Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci e José
Dirceu. Fui eu a requerer, na CPI dos Bingos, a convocação
do banqueiro para que ele confirmasse ou desmentisse a afirmação
de sua irmã, bem como as declarações, mais
ou menos no mesmo sentido, que VEJA lhe atribuiu. Não sou
"sensível" a nenhum interesse que não seja legal,
legítimo e conveniente para o país e para o Amazonas,
estado que tenho a honra de representar no Senado. Quanto à
insinuação de que "Virgílio sumiu do mapa.
Por que será? Dantas sabe", devo dizer que nunca sumi de
lugar algum. Luto abertamente, de frente. Passei a semana, por sinal,
criticando a covardia do governo, que ameaçava VEJA com processo,
mas silenciava diante de quem teria fornecido as informações
à revista.
Arthur Virgílio
Senador, líder do PSDB
Brasília, DF
Gostaria de esclarecer que não mantenho
relações de proximidade com o senhor Daniel Dantas.
Pelo contrário, conforme reconhecido por todos os órgãos
de imprensa, quando esse empresário foi depor na CPMI dos
Correios, em dezembro passado, fiz-lhe uma argüição
rigorosa que, obviamente, jamais seria feita por um "aliado" do
banqueiro.
José Eduardo Martins Cardozo
Deputado federal (PT-SP)
Brasília, DF
Bancada do José Dirceu
No quadro "A bancada do Zé", sou citado
como tendo ficado "marcado por discursar em defesa da absolvição
dos mensaleiros em todos os processos de cassação".
A informação não é verdadeira ("A última
de Zé Dirceu", 31 de maio).
Luiz Sérgio
Deputado federal (PT-RJ)
Brasília, DF
Lya Luft
Gostaria de cumprimentar Lya pela visão
poética de nossa realidade às avessas, no maravilhoso
artigo "Vamos fazer de conta" (Ponto de vista, 31 de maio). E acrescentar
que Goiânia é tudo o que ela tão habilmente
descreveu e muito mais, pois se trata da cidade mais linda e acolhedora
do mundo.
Marcus Stevani
Genebra, Suíça
Lya, você botou o boné; eu, ao
contrário, tiro o boné para você. Não
se preocupe, que sua lucidez com relação ao desvirtuamento
dos que se dizem defensores dos direitos humanos, à desmoralização
do Congresso, corrupto, a um governante que não sabe de nada,
não viu nada e é a pessoa mais honesta e de maior
moral deste país não passa despercebida por este seu
fã.
João Peres Galvão
Natal, RN
Cumprimento a escritora Lya Luft e manifesto
minha plena concordância com o teor de seu artigo. Desejo
também expressar-lhe meus sinceros agradecimentos pelas referências
à capital de meu estado, Goiânia.
Alcides Rodrigues Filho
Governador
Goiânia, GO
André Petry
Foi com extrema lucidez que André Petry
discorreu sobre o verdadeiro significado dos direitos humanos ("Eles
não passarão", 31 de maio). Estávamos, de fato,
carecendo de palavras assim, para se contraporem a essa visão
equivocada e generalizada de que o respeito aos direitos humanos
seja sinônimo de impunidade. Muito pelo contrário,
creio eu, uma das causas do crescimento vertiginoso da violência
no Brasil reside em décadas de desrespeito a tais direitos.
Está aí a podridão de nosso sistema carcerário
como um dos maiores exemplos disso.
Dener Serafim Mattar
Passos, MG
Desde a ocorrência dos atentados em
São Paulo, tenho ficado chocada com a ignorância das
pessoas que insistem em culpar os defensores dos direitos humanos
e se insurgir contra eles. Foi o primeiro texto que li sobre o assunto
que demonstrou capacidade de percepção da real dimensão
do problema com coerência e lucidez.
Renata Bandeira Machado Chaves
Salvador, BA
Masp
Sobre a reportagem "Este tesouro ficou no
escuro" (30 de maio), solicito publicar que as últimas doze
contas mensais referentes ao consumo de energia do edifício-sede
do Masp estavam devidamente pagas. O Masp tem uma divergência
com o INSS relativa a sua aceitação como entidade
filantrópica. Foi destinada uma obra de arte de seu acervo
apenas para garantir a continuidade da ação, não
tendo a mesma jamais saído do museu. A quantidade de visitantes
do Masp em 2005 (364.000) foi superior à média dos
quatro anos anteriores (258.000/ano).
Julio Neves
Presidente do Museu de Arte de São Paulo
São Paulo, SP
Roberto Pompeu de Toledo
Clima tropical, paisagens belas, povo alegre
e comida gostosa sem segurança não dá para
aproveitar. O Brasil deveria investir em dois extremos: de cima
para baixo, segurança; de baixo para cima, educação.
Quando ambas as áreas estiverem no eixo central, unidas e
resolvidas, aí, sim, seremos um país abençoado
por Deus ("Seleção brasileira de estrangeiros", Ensaio,
31 de maio).
Mônica Delfraro David
Campinas, SP
Rapaz, que beleza. Certamente o texto mais
lúcido e verdadeiro que já li sobre a seleção
brasileira. Não consigo me entusiasmar nem torcer por esse
time e não sabia como dizê-lo. Para mim esta é
a grande virtude do colunista/escritor "craque": dizer o que a gente
pensa e gostaria de expressar mas não sabe como.
Joil Operti
Rio de Janeiro, RJ
Bicho de estimação
As pessoas é que se deixam escravizar,
seja pelo trabalho, pelo cônjuge, pelos filhos e até
por bichos ("Escravo de seu bicho", 31 de maio). Os animais precisam
de limites, assim como as crianças. Eu amo muito minhas três
vira-latas, mas elas sabem o lugar delas. A relação
é de cuidado mútuo: elas cuidam da casa, dão
sinal quando qualquer estranho se aproxima, me recebem com festa
e eu cuido delas com carinho, sem exageros. Bichos dão trabalho
e alguma despesa, mas fazem bem para a saúde, porque qualquer
tipo de amor vale a pena!
Denise Dias
Cascavel, PR
Sou louco por cães, indiscutivelmente
nossos melhores amigos (tenho três), mas, convenhamos, alguns
excessos beiram o absurdo; alguns absurdos beiram o ridículo.
Nilson Pessoa Filho
Caravelas, BA
Voto no exterior
Os brasileiros que residem no Japão
têm o amparo da lei de imigração japonesa, que
concede visto permanente a descendentes até da terceira geração,
cônjuges e os filhos que venham a nascer em território
japonês. A maioria esmagadora dos brasileiros que moram aqui
se encaixa nesses casos. A ausência de participação
nas eleições, na minha opinião, se deve a uma
puxada carga horária de trabalho e à dificuldade de
acesso às urnas ("O voto dos brasileiros no exterior", Contexto,
24 de maio).
Sergio Otani
Toyota, Japão
VEJA Especial Mulher 2
É errada a informação
de que comer carne de frango implica estar comendo hormônio
injetado nas rações. Frangos criados industrialmente
não recebem hormônio na ração nem de
forma injetável com a finalidade de aumentar o crescimento.
O crescimento rápido dos frangos deve-se a pesquisas genéticas,
determinação de exigências nutricionais e balanceamento
de nutrientes das dietas, ambiência adequada com controle
de temperatura, umidade do ar e ventilação das instalações,
monitoria e controle de doenças da produção
e adequado manejo da produção, transporte e transformação
do frango em carne. Os hormônios de crescimento são
substâncias protéicas e se fossem utilizados nas dietas
não teriam efeito farmacológico, porque seriam quebrados/destruídos
pela digestão das aves. Portanto, seria pouco inteligente
usá-los em dietas, pois não teriam eficácia.
Claudio Bellaver
Pesquisador da Embraá
Por e-mail
Veja essa
Como diz o ditado, "o tiro saiu pela culatra".
O deputado Arnaldo Faria de Sá não esperava uma resposta
como a dada pelo advogado Sérgio Weslei da Cunha, que todo
brasileiro gostaria de dizer às "excelências" do nosso
Legislativo (Veja essa, 31 de maio)!
Jairo Pereira Ribeiro
Taubaté, SP
Ao ler as frases da semana na seção
Veja essa, mais uma vez me vem a pergunta: nós, mulheres,
somos de fato umas idiotas ou a revista VEJA tem a intenção
de nos ridicularizar?
Jurema Cappelletti
Rio de Janeiro, RJ
CORREÇÃO: O publicitário
Edson Barbosa não foi sócio de Duda Mendonça.
Eles foram parceiros em algumas campanhas eleitorais ("Ele está
em todas", 31 de maio).
|
CONSTITUINTES DE 1946
Na nota de falecimento de
Aluizio Alves (Datas, 17 de maio) foi dito que ele era
o "último remanescente da Constituinte de 1946".
A leitora Dorany Sampaio, do Recife, lembrou: "Está
vivo, válido e lúcido o pernambucano Jarbas
Maranhão, residindo no Rio de Janeiro. Ele foi
deputado federal de 1946 a 1954 e eleito senador. É
aposentado do Tribunal de Contas, jurista e historiador".
De Brasília, Flavio Flores da Cunha Bierrenbach,
ministro vice-presidente do Superior Tribunal Militar,
lembrou ainda outro constituinte de 1946: "Gofredo da
Silva Telles, professor emérito da Faculdade
de Direito da USP, foi constituinte em 1946 e continua
vivo, completando 91 anos em 16 de maio".
|
|
|
A EMISSÃO DE PASSAPORTES
Sobre a informação
da reportagem "O grátis saiu mais caro" (17 de
maio), que trata do uso da internet na emissão
de documentos públicos, Rogério Augusto
Viana Galloro e Rodrigo Duarte Guimarães, delegados
da Divisão de Passaportes da Polícia Federal,
informam em que pé está a automação
do serviço: "Há um ano o Departamento
de Polícia Federal disponibiliza na internet
(www.dpf.gov.br)
o Formulário de Requerimento de Passaporte para
preenchimento on-line, o que possibilita a agilização
do atendimento e proporciona economia de tempo e recursos
públicos no serviço de emissão
de documentos de viagem. No site do DPF também
podem ser encontradas informações sobre
a localização dos postos de atendimento
e acerca dos requisitos e documentos necessários
para a obtenção do passaporte comum brasileiro".
Galloro e Guimarães informam ainda que no site
da PF há "informações sobre o novo
documento de viagem que será implementado no
Brasil neste ano".
|
|
|
MUDANÇA DE ÚLTIMA
HORA NA COPA
Até
a véspera do primeiro jogo, qualquer uma das
32 seleções que disputam a Copa do Mundo
pode substituir jogadores lesionados. O Brasil fez uso
desse direito na quarta-feira 31, ao cortar o atleta
Edmílson, por um problema no joelho direito,
e chamar Mineiro, jogador do São Paulo Futebol
Clube. Outras seleções, como a dos Estados
Unidos, do Japão e da Sérvia e Montenegro,
também fizeram alterações. Um dos
jogadores cortados figura na edição especial
de VEJA sobre o Mundial distribuída gratuitamente
aos assinantes e à venda nas bancas. Johan Vonlanthen,
da Suíça, foi dispensado por contusão
depois do fechamento da edição e substituído
por Hakan Yakin.
|
|
|