Edição 1959 . 7 de junho de 2006

Índice
Millôr
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Veja.com
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 
"Só nesta republiqueta um ministro se presta a participar de reuniões na calada da noite com objetivos escusos e continua impávido no cargo."
Paulo Cardoso da Silva Jr.
São Paulo, SP

Ministro Márcio Thomaz Bastos

Brilhantemente VEJA disse aquilo que toda a sociedade vinha questionando sobre a verdadeira função do doutor Bastos no governo ("O escudo de Lula", 31 de maio). Tratando-se de um dos maiores criminalistas do país, esperávamos que pudesse contribuir na defesa da ordem jurídica e das garantias constitucionais. Mas, infelizmente, sua atuação vem se prestando somente à defesa das inúmeras "quadrilhas" que estão instaladas no poder.
Ataliba Rodrigues Filho
São Paulo, SP

Quando um advogado presta juramento, faz a promessa de exercer a advocacia com dignidade e independência, observando principalmente a ética, os deveres e as prerrogativas profissionais. É de seu juramento defender a Constituição, a ordem jurídica do estado de direito, os direitos humanos, a justiça social, a boa aplicação das leis, a rápida administração da Justiça e o aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas. O senhor Márcio Thomaz Bastos esqueceu completamente os princípios basilares de sua formação, o que é lamentável para a nação brasileira.
Marcelo Gonçalves de Oliveira, advogado criminalista
Manaus, AM

Exatamente por ser um criminalista de capacidade já testada e aprovada, o ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos bem que podia deixar passar o papel menor de defensor de um governo afundado no lodaçal da corrupção e da canalhice política.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Recife, PE

O atual governo torna amadora a corrupção da era Collor. O ministro da Justiça defende quem deveria prender. O atual Congresso é pior do que os "apenas" 300 picaretas. Se o povo, nas urnas, não for no mínimo igual ao daquela época, salve-se quem puder!
Jeremias Rodrigues
Pindamonhangaba, SP

VEJA expressou o que penso a respeito do governo Lula. Parece-me sempre que as decisões deste governo são tomadas não por aqueles obrigados pela responsabilidade do cargo, mas por terceiros e, ainda por cima, de maneira nunca transparente. Jamais votei no atual presidente, por pura convicção, mas nem por isso deixei de torcer para que o país legado aos meus filhos e netos fosse uma pátria decente, onde homens respeitáveis, como o senhor Márcio Thomaz Bastos, não aceitassem ofensas e ameaças veladas e reagissem à altura do cargo que exercem.
Francisco Garcia de Araujo Filho
Currais Novos, RN

Pode o ministro? Pode, claro que pode. No governo do Ali Babá e seus quarenta quadrilheiros que aí estão tudo pode. Pode roubar, pode comprar a consciência (?) de suas excelências, pode mentir, pode esquecer tudo o que for incriminatório, pode dançar comemorando a impunidade do companheiro corrupto...
Francisco de Assis Lacerda Sales
Fortaleza, CE

Sinceramente não consigo acreditar que Lula será reeleito. Se isso realmente acontecer, terei certeza de que nosso povo merece tudo o que vem passando.
Jailson Silva
Feira de Santana, BA

 

Intenção de voto

Sabe quem está pagando a conta desse alimento barato ("Votando com a barriga", 31 de maio)? É o agricultor brasileiro. Estamos pagando para produzir, e todos precisam saber essa verdade. O governo Lula está acabando com um setor produtivo, a agropecuária, que sempre teve papel decisivo no controle da inflação e na geração de divisas e empregos, e isso tudo está sendo inviabilizado. A diminuição da área plantada neste ano será grande, com conseqüências desastrosas para toda a economia, no próximo ano.
Dalmar Rolim
Tangará da Serra, MT

Na verdade, a história se repete. O que vivemos agora é uma reedição da histórica política do pão e circo, aplicada pelos romanos quando estavam em via de um levante popular. O pior é que o governo, na releitura dessa política do pão e circo, precisa apenas se concentrar nos esforços do pão, com seus programas de bolsa "alguma coisa", pois o circo virá sem grande dificuldade. Afinal, estamos a poucos dias da Copa do Mundo.
Jean Carlo Caramanico
Londrina, PR

 

Celular

Bem-humorada a maneira como VEJA tratou a demonização dos celulares por parte das autoridades. Uma divertida e informativa entrevista com um celular, juntamente com uma análise técnica ("Ouvimos o grande culpado: o celular", 31 de maio).
Pablo Cassiano Santos
Por e-mail

Meu "porta-voz" não parou de tocar após a reportagem. Ele soube que, depois da publicação, para se eximir de responsabilidade, as autoridades jogarão a culpa nos concessionários e na imprensa, que exagerou. Explicarão que a bagunça em São Paulo decorreu de uma peça publicitária bem-sucedida, cujas etapas foram: lançamento do Plano Celular Comunitário (PCC), desconto de tarifa no Dia das Mães e alguns trotes.
Antonio Carlos Rigitano
Bauru, SP

Há anos não lia uma entrevista tão interessante, com respostas claras, corretas e objetivas. Toda semana VEJA consegue me surpreender. Desta vez se superou. Parabéns.
Solange Santos
Belo Horizonte, MG

 

VEJA Especial Mulher

Fiquei encantada com a edição Especial Mulher (maio/junho de 2006). Pensei que fosse apenas uma edição comum com reportagens simples, mas fiquei tão impressionada que não consegui parar de ler até o fim. Todos os assuntos são interessantes e mostram a realidade da mulher brasileira. Fiquei aliviada por verificar que temos as mesmas angústias, preocupações e objetivos. Parabéns.
Rosângela Dias
Recife, PE

VEJA Especial Mulher retratou a minha vida! Há um mês, quando revelei a minha médica a angústia de ter em menos de um ano a família reduzida à metade pela saída de dois filhos e uma nora para fazerem faculdade a 1.000 quilômetros de distância, ela disse que eu estava sofrendo da "síndrome do berço vazio". Gente, é impossível, a cada página folheada eu me via ali refletida. Eu me sentia a personagem das reportagens. Parece que vocês se espelharam na minha vida para fazer a revista. Melhor, impossível!
Rosana Rodrigues Ritta, jornalista
Jaraguá do Sul, SC

A edição Especial Mulher é o maior presente que as mulheres poderiam receber nos dias de hoje. Mostrou que a mulher quer simplesmente voltar a ser mulher. Ela não pode querer incorporar todos os papéis que a sociedade lhe impõe.
Juliana Pisetta de Oliveira
Foz do Iguaçu, PR

Adorei a edição Especial Mulher. Muito completa e interessante, os assuntos foram feitos sob medida. Eu me identifiquei com vários temas abordados pela revista.
Marcela Oliveira Cardoso
Goiatuba, GO

 

Marcos Pontes

Na seção Sobe de 31 de maio foi mencionado o mais recente vôo do astronauta Marcos Pontes, rumo à iniciativa privada. Parece piada que, depois de anos nos Estados Unidos e da carona caríssima na Soyuz, o "herói" tenha mandado para o espaço seu compromisso com a Agência Espacial Brasileira, que pagou seu treinamento. Será que o presidente continua achando baixo o custo da viagem do astronauta – 10 milhões de dólares – "considerando os benefícios para nosso programa espacial", conforme ele declarou numa entrevista em abril?
Esmeralda Kiefer
Porto Alegre, RS

 

Seleção do mensalão

Nesta época de disputas de futebol, examinei atentamente a escalação da seleção do mensalão (Contexto, 31 de maio), na condição de integrante da torcida do time adversário. Devo admitir que fiquei esperançoso: a defesa deles comete faltas em excesso e fica sujeita à marcação de pênaltis, o primeiro volante rouba poucas bolas, os meias são fominhas e não distribuem o jogo e os atacantes, acomodados, contentam-se com poucos gols. Assim, a despeito do volume da torcida e do fato de os juízes serem escalados por eles, creio que meu time tem boa chance de vitória.
Armando de Melo Dutra
Belo Horizonte, MG

 

Daniel Dantas

VEJA (31 de maio de 2006) faz duas referências ao meu nome. Em legenda de foto minha, VEJA afirma que faço "parte de uma bancada sensível aos interesses do dono do Opportunity". Repilo, veementemente. Fui eu que levei ao conhecimento da CPI dos Bingos a manifestação do advogado Philip C. Korologos no processo que corre na Corte Distrital Sul de Nova York, no qual a senhora Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, diz que a perseguição do governo a esse cidadão se iniciou depois que ele se recusou a doar "dezenas de milhões de dólares" ao PT, pedidos por Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci e José Dirceu. Fui eu a requerer, na CPI dos Bingos, a convocação do banqueiro para que ele confirmasse ou desmentisse a afirmação de sua irmã, bem como as declarações, mais ou menos no mesmo sentido, que VEJA lhe atribuiu. Não sou "sensível" a nenhum interesse que não seja legal, legítimo e conveniente para o país e para o Amazonas, estado que tenho a honra de representar no Senado. Quanto à insinuação de que "Virgílio sumiu do mapa. Por que será? Dantas sabe", devo dizer que nunca sumi de lugar algum. Luto abertamente, de frente. Passei a semana, por sinal, criticando a covardia do governo, que ameaçava VEJA com processo, mas silenciava diante de quem teria fornecido as informações à revista.
Arthur Virgílio

Senador, líder do PSDB
Brasília, DF

Gostaria de esclarecer que não mantenho relações de proximidade com o senhor Daniel Dantas. Pelo contrário, conforme reconhecido por todos os órgãos de imprensa, quando esse empresário foi depor na CPMI dos Correios, em dezembro passado, fiz-lhe uma argüição rigorosa que, obviamente, jamais seria feita por um "aliado" do banqueiro.
José Eduardo Martins Cardozo
Deputado federal (PT-SP)
Brasília, DF

 

Bancada do José Dirceu

No quadro "A bancada do Zé", sou citado como tendo ficado "marcado por discursar em defesa da absolvição dos mensaleiros em todos os processos de cassação". A informação não é verdadeira ("A última de Zé Dirceu", 31 de maio).
Luiz Sérgio
Deputado federal (PT-RJ)
Brasília, DF

 

Lya Luft

Gostaria de cumprimentar Lya pela visão poética de nossa realidade às avessas, no maravilhoso artigo "Vamos fazer de conta" (Ponto de vista, 31 de maio). E acrescentar que Goiânia é tudo o que ela tão habilmente descreveu e muito mais, pois se trata da cidade mais linda e acolhedora do mundo.
Marcus Stevani
Genebra, Suíça

Lya, você botou o boné; eu, ao contrário, tiro o boné para você. Não se preocupe, que sua lucidez com relação ao desvirtuamento dos que se dizem defensores dos direitos humanos, à desmoralização do Congresso, corrupto, a um governante que não sabe de nada, não viu nada e é a pessoa mais honesta e de maior moral deste país não passa despercebida por este seu fã.
João Peres Galvão
Natal, RN

Cumprimento a escritora Lya Luft e manifesto minha plena concordância com o teor de seu artigo. Desejo também expressar-lhe meus sinceros agradecimentos pelas referências à capital de meu estado, Goiânia.
Alcides Rodrigues Filho
Governador
Goiânia, GO

 

André Petry

Foi com extrema lucidez que André Petry discorreu sobre o verdadeiro significado dos direitos humanos ("Eles não passarão", 31 de maio). Estávamos, de fato, carecendo de palavras assim, para se contraporem a essa visão equivocada e generalizada de que o respeito aos direitos humanos seja sinônimo de impunidade. Muito pelo contrário, creio eu, uma das causas do crescimento vertiginoso da violência no Brasil reside em décadas de desrespeito a tais direitos. Está aí a podridão de nosso sistema carcerário como um dos maiores exemplos disso.
Dener Serafim Mattar
Passos, MG

Desde a ocorrência dos atentados em São Paulo, tenho ficado chocada com a ignorância das pessoas que insistem em culpar os defensores dos direitos humanos e se insurgir contra eles. Foi o primeiro texto que li sobre o assunto que demonstrou capacidade de percepção da real dimensão do problema com coerência e lucidez.
Renata Bandeira Machado Chaves
Salvador, BA

 

Masp

Sobre a reportagem "Este tesouro ficou no escuro" (30 de maio), solicito publicar que as últimas doze contas mensais referentes ao consumo de energia do edifício-sede do Masp estavam devidamente pagas. O Masp tem uma divergência com o INSS relativa a sua aceitação como entidade filantrópica. Foi destinada uma obra de arte de seu acervo apenas para garantir a continuidade da ação, não tendo a mesma jamais saído do museu. A quantidade de visitantes do Masp em 2005 (364.000) foi superior à média dos quatro anos anteriores (258.000/ano).
Julio Neves
Presidente do Museu de Arte de São Paulo
São Paulo, SP

 

Roberto Pompeu de Toledo

Clima tropical, paisagens belas, povo alegre e comida gostosa sem segurança não dá para aproveitar. O Brasil deveria investir em dois extremos: de cima para baixo, segurança; de baixo para cima, educação. Quando ambas as áreas estiverem no eixo central, unidas e resolvidas, aí, sim, seremos um país abençoado por Deus ("Seleção brasileira de estrangeiros", Ensaio, 31 de maio).
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

Rapaz, que beleza. Certamente o texto mais lúcido e verdadeiro que já li sobre a seleção brasileira. Não consigo me entusiasmar nem torcer por esse time e não sabia como dizê-lo. Para mim esta é a grande virtude do colunista/escritor "craque": dizer o que a gente pensa e gostaria de expressar mas não sabe como.
Joil Operti
Rio de Janeiro, RJ

 

Bicho de estimação

As pessoas é que se deixam escravizar, seja pelo trabalho, pelo cônjuge, pelos filhos e até por bichos ("Escravo de seu bicho", 31 de maio). Os animais precisam de limites, assim como as crianças. Eu amo muito minhas três vira-latas, mas elas sabem o lugar delas. A relação é de cuidado mútuo: elas cuidam da casa, dão sinal quando qualquer estranho se aproxima, me recebem com festa e eu cuido delas com carinho, sem exageros. Bichos dão trabalho e alguma despesa, mas fazem bem para a saúde, porque qualquer tipo de amor vale a pena!
Denise Dias
Cascavel, PR

Sou louco por cães, indiscutivelmente nossos melhores amigos (tenho três), mas, convenhamos, alguns excessos beiram o absurdo; alguns absurdos beiram o ridículo.
Nilson Pessoa Filho
Caravelas, BA

 

Voto no exterior

Os brasileiros que residem no Japão têm o amparo da lei de imigração japonesa, que concede visto permanente a descendentes até da terceira geração, cônjuges e os filhos que venham a nascer em território japonês. A maioria esmagadora dos brasileiros que moram aqui se encaixa nesses casos. A ausência de participação nas eleições, na minha opinião, se deve a uma puxada carga horária de trabalho e à dificuldade de acesso às urnas ("O voto dos brasileiros no exterior", Contexto, 24 de maio).
Sergio Otani
Toyota, Japão

 

VEJA Especial Mulher 2

É errada a informação de que comer carne de frango implica estar comendo hormônio injetado nas rações. Frangos criados industrialmente não recebem hormônio na ração nem de forma injetável com a finalidade de aumentar o crescimento. O crescimento rápido dos frangos deve-se a pesquisas genéticas, determinação de exigências nutricionais e balanceamento de nutrientes das dietas, ambiência adequada com controle de temperatura, umidade do ar e ventilação das instalações, monitoria e controle de doenças da produção e adequado manejo da produção, transporte e transformação do frango em carne. Os hormônios de crescimento são substâncias protéicas e se fossem utilizados nas dietas não teriam efeito farmacológico, porque seriam quebrados/destruídos pela digestão das aves. Portanto, seria pouco inteligente usá-los em dietas, pois não teriam eficácia.
Claudio Bellaver
Pesquisador da Embraá
Por e-mail

 

Veja essa

Como diz o ditado, "o tiro saiu pela culatra". O deputado Arnaldo Faria de Sá não esperava uma resposta como a dada pelo advogado Sérgio Weslei da Cunha, que todo brasileiro gostaria de dizer às "excelências" do nosso Legislativo (Veja essa, 31 de maio)!
Jairo Pereira Ribeiro
Taubaté, SP

Ao ler as frases da semana na seção Veja essa, mais uma vez me vem a pergunta: nós, mulheres, somos de fato umas idiotas ou a revista VEJA tem a intenção de nos ridicularizar?
Jurema Cappelletti
Rio de Janeiro, RJ

 

CORREÇÃO: O publicitário Edson Barbosa não foi sócio de Duda Mendonça. Eles foram parceiros em algumas campanhas eleitorais ("Ele está em todas", 31 de maio).

 

 

CONSTITUINTES DE 1946


Na nota de falecimento de Aluizio Alves (Datas, 17 de maio) foi dito que ele era o "último remanescente da Constituinte de 1946". A leitora Dorany Sampaio, do Recife, lembrou: "Está vivo, válido e lúcido o pernambucano Jarbas Maranhão, residindo no Rio de Janeiro. Ele foi deputado federal de 1946 a 1954 e eleito senador. É aposentado do Tribunal de Contas, jurista e historiador". De Brasília, Flavio Flores da Cunha Bierrenbach, ministro vice-presidente do Superior Tribunal Militar, lembrou ainda outro constituinte de 1946: "Gofredo da Silva Telles, professor emérito da Faculdade de Direito da USP, foi constituinte em 1946 e continua vivo, completando 91 anos em 16 de maio".

 

A EMISSÃO DE PASSAPORTES


Sobre a informação da reportagem "O grátis saiu mais caro" (17 de maio), que trata do uso da internet na emissão de documentos públicos, Rogério Augusto Viana Galloro e Rodrigo Duarte Guimarães, delegados da Divisão de Passaportes da Polícia Federal, informam em que pé está a automação do serviço: "Há um ano o Departamento de Polícia Federal disponibiliza na internet (www.dpf.gov.br) o Formulário de Requerimento de Passaporte para preenchimento on-line, o que possibilita a agilização do atendimento e proporciona economia de tempo e recursos públicos no serviço de emissão de documentos de viagem. No site do DPF também podem ser encontradas informações sobre a localização dos postos de atendimento e acerca dos requisitos e documentos necessários para a obtenção do passaporte comum brasileiro". Galloro e Guimarães informam ainda que no site da PF há "informações sobre o novo documento de viagem que será implementado no Brasil neste ano".

 

MUDANÇA DE ÚLTIMA HORA NA COPA

Até a véspera do primeiro jogo, qualquer uma das 32 seleções que disputam a Copa do Mundo pode substituir jogadores lesionados. O Brasil fez uso desse direito na quarta-feira 31, ao cortar o atleta Edmílson, por um problema no joelho direito, e chamar Mineiro, jogador do São Paulo Futebol Clube. Outras seleções, como a dos Estados Unidos, do Japão e da Sérvia e Montenegro, também fizeram alterações. Um dos jogadores cortados figura na edição especial de VEJA sobre o Mundial distribuída gratuitamente aos assinantes e à venda nas bancas. Johan Vonlanthen, da Suíça, foi dispensado por contusão depois do fechamento da edição e substituído por Hakan Yakin.

 
 
 
 
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