Edição 1 652 -7/6/2000

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"Graças ao Guga, não precisamos viver só de Marcelinhos e Edmundos. Que ele sirva de inspiração para as novas gerações."
Adriano Pinheiro
a.a.pinheiro@uol.com.br

 

Guga

Guga despertou um interesse pelo tênis nunca visto antes por nós, brasileiros. Hoje, a torcida vibra e se emociona como nos tempos do saudoso Ayrton Senna. Ele é uma pessoa carismática, simples e nos devolveu o orgulho de ser brasileiros ("A pátria de raquete", 31 de maio).
Paulinho Ferrarini

pef@uol.com.br

Finalmente, a merecida capa com Guga Kuerten. Seus valores humanos – forjados numa família tão sólida – nos dão alegria e confiança para educar nossos filhos.
Altamira Ottoni Gouveia
Cruz Alta, RS

Talvez nosso Guga seja hoje o único desportista brasileiro que esteja em dia com o Leão. Ou seja, vem declarando tudo o que recebe, bem como não deve um centavo aos cofres públicos, pois possui uma assessoria tributária desde o início de sua carreira. Parabéns, Guga, você realmente é um ícone do esporte brasileiro, como profissional e cidadão.
Jaime Behrmann

Salvador, BA
jaime_b_martins@hotmail.com

Depois de Gisele Bündchen, Guga é a mais nova estrela brasileira em ascensão mundial.
Aloma Cristina Schmaltz Rocha
Goiânia, GO

Eu já sentia um imenso prazer em ser fã do Guga. Saber um pouco mais sobre a vida e a belíssima trajetória desse vencedor aumentou meu orgulho de ser seu compatriota. Tenho quase a idade dele e admiro sua força de vontade e sua garra, além de seu prazer em ajudar o próximo. Valeu, Guga! São exemplos como o seu que nossas crianças e jovens deveriam seguir.
Veruschka Siqueira Teixeira
Fortaleza, CE

O Brasil (e a Rede Globo) está até hoje correndo atrás de um novo Ayrton Senna e não percebeu que ele não está nas pistas, mas nas quadras de tênis.
Walter Djanikian
wdjan@linsnet.br

 

Funcionalismo

Muito interessante a reportagem "O Planalto diz não" (31 de maio), sobre o peso que o reajuste dos salários dos servidores públicos teria no Orçamento da União. Faltaram algumas linhas sobre o aumento dos juízes, que nem precisaram fazer greve, bastou a ameaça. E o auxílio-moradia inclusive para aqueles que residem onde trabalham? Esses valores também não saem da sociedade civil?
Michel Salvador
Brasília, DF

Achei importante a posição do governo em relação ao funcionalismo. Até que enfim ele resolveu ser firme com esse tipo de pressão. É uma pena que essa atitude seja tomada apenas contra funcionários, enquanto juízes e deputados fazem o que querem com o próprio salário.
Sérgio Ricardo Alves Nogueira
São Paulo, SP

 

General Alberto Mendes Cardoso

Excelente a entrevista com o general Alberto Mendes Cardoso ("Amarelas", 31 de maio). Mais cidadãos com sua formação dirigindo o Brasil nos tornariam mais bem realizados e felizes.
Otto Mário Waller
Belo Horizonte, MG

Surpreendente a entrevista com o general Alberto, pois apresenta, àqueles que não conhecem, a verdadeira essência das doutrinas em que impera a preocupação com o bem comum. Não é de admirar que exista dentro da Academia Militar uma corrente forte do kardecismo, que prega, acima de tudo, o livre-arbítrio. Parabéns, general Alberto.
Sydney Zucchini
zucchini@uol.com.br

A entrevista enfatizou apenas energias, espiritismo e extraterrestres. Havia coisas mais interessantes a ser abordadas. E o entrevistado foi infeliz quando disse que a camaradagem é um sentimento muito mais forte que a amizade. A amizade é um dos sentimentos mais nobres dessa vida. Quem não conhece seu significado não sabe nada.
Kelli Ferreira Pedroso
Porto Alegre, RS

 

Chico Anysio

Chico Anysio, fui deixando o tempo passar na esperança de que um dia você refizesse seu eterno discurso de homem magnânimo com suas ex-mulheres. Afinal, o tempo dá às pessoas sabedoria e objetividade. Não há por que repisar velhos jargões, ainda mais quando são fruto apenas de marketing de um homem à antiga, que assume ad eternum suas mulheres. No entanto, não posso mais aceitar esse velho paradigma, tão falso quanto ultrapassado. Sou e ser-lhe-ei imensamente grata pelas duas ou três vezes em que você me emprestou dinheiro, que sempre teve de volta. E você também cumpre à risca o pagamento da prestação do imóvel que lhe vendi em 1995. Quanto à pensão, que fique aqui bem claro, você pagou apenas ao nosso filho (mais ou menos 350 reais), até ele completar 17 anos; foi quando seus advogados conseguiram cancelá-la e um juiz reverteu tal decisão; aí, sim, você FOI INTIMADO a me dar uma pensão, a ÚNICA, de 500 reais, por um ano. Agora, passados dezenove anos de nossa separação, não posso mais continuar a permitir que essa sua verdade predomine. Sucesso com o novo livro ("Ph.D. em casamento", 31 de maio).
Alcione Mazzeo
Rio de Janeiro

 

Livros

Quero cumprimentar VEJA e o jornalista Rodrigo Amaral pela coragem de publicar a reportagem referente ao livro de Robert Whelan, Bárbaros na Floresta: O Mito do Nobre Ecosselvagem (24 de maio), que desmitifica a visão idealizada que a população urbana tem sobre como os índios vivem. Neste momento, em que a conduta "ecologicamente correta" coloca em segundo plano o equilíbrio e o bom senso, a obra do sociólogo inglês derruba a idéia difundida entre os ambientalistas de acordo com a qual os índios sabem como ninguém a arte de preservar a natureza.
José Armando Amado
josearmando@famasul.com.br

 

CORREÇÕES: O presidente da Sociedade Brasileira de Urologia é o professor-doutor Salvador Villar Correia Lima, do Recife, Pernambuco. Eric Wroclawski é o presidente eleito para o próximo mandato ("Os direitos do paciente", 31 de maio). Por erro na informação fornecida pela Sanepar, o índice de perda de água em Curitiba saiu errado. O correto é 15,4% ("Radar", 31 de maio). O trecho publicado em destaque na seção Cartas da última edição de VEJA é de Raphael S. Schmitt, e não de Elizeu Machado de Lima.