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Home  »  Revistas  »  Edição 2159 / 7 de abril de 2010


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Internacional

Rússia: A volta do terror

Leitor

Assuntos mais comentados
Caso Isabella (capa)
Roberto Kalil (Perfil)
Ideologia na educação
Pedofilia e o clero
Nora Volkow (Entrevista)

Caso Isabella

"Isabella não voltará e, entre seus familiares e todos os brasileiros, restarão muita dor, saudade e comoção. No entanto, é maravilhoso saber que Nardoni e Anna Carolina foram condenados, num claro exemplo de que ainda há justiça neste país."
Caroline Caldeira
Por e-mail

Ao condenar Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, por fim a Justiça brasileira mostra ao mundo que o Brasil não é totalmente o país da impunidade ("A justiça foi feita", 31 de março). Esse caso pode entrar para a história, ao revelar o teatro montado pela defesa para livrar da condenação dois assassinos impiedosos. Eu, como pai de uma menina de 9 anos, inteligente e indefesa, me sinto na obrigação de protegê-la diária e incondicionalmente. Confesso que não entendo a monstruosidade de um pai ao compactuar com a madrasta em um crime horrendo e bárbaro contra a própria filha. Resta, ainda, esclarecer o que motivou tal barbárie. Isso, apenas os envolvidos poderão revelar.
Marcelo Antonio Mariz Maia
João Pessoa, PB

Hélio Romero/AE

Justiça que consola
Francisco Cembranelli, promotor: "Os olhos do Brasil estão voltados para esta sala. As provas são arrasadoras, e as pessoas não querem vingança, mas justiça"



Para quem tem filhos e conhece os detalhes dessa história, saber que esses assassinos frios foram condenados é um alívio para a alma e o fim de uma angústia que comoveu o país. É a esperança de que ainda existe justiça neste país.
Antonio Augusto João
São Paulo, SP

Tenho 78 anos e conheço a dor de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella, pois há dois anos minha filha também foi cruelmente assassinada. Não contive as lágrimas ao ouvir a leitura da sentença. Quero cumprimentar o doutor Francisco Cembranelli pela brilhante atuação. Agora, podemos acreditar que a Justiça brasileira ainda existe.
Adaltiva Barbosa de Miranda
Goiânia, GO

Isabella não voltará e, entre seus familiares e todos os brasileiros, restarão muita dor, saudade e comoção. No entanto, é maravilhoso saber que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram condenados, num claro exemplo de que ainda há justiça neste país. É lamentável o fato de não existir a prisão perpétua por aqui, condenação que, de fato, os dois assassinos mereciam, pela perversidade de sua ação: matar uma criança inocente e indefesa de maneira cruel e brutal, com agravante para Alexandre, que era o pai da menina. Parabéns à Justiça brasileira!
Caroline Caldeira
Por e-mail

A barbárie contra Isabella, cometida por aqueles que deveriam protegê-la a qualquer custo, atingiu mortalmente não apenas seus familiares e amigos, mas a todas as famílias brasileiras que amam e zelam por seus filhos. Apesar de não trazê-la de volta, a condenação exemplar nos trouxe alívio e paz interior. Obrigada, promotor Francisco Cembranelli!
Kátia Peixoto Gazano
Jundiaí, SP

Sou assinante de VEJA e tive uma grata surpresa quando, na tarde do último sábado (27 de março), recebi o meu exemplar, que estampava logo na capa a condenação, mais do que merecida, dos monstros que covardemente assassinaram a pequenina Isabella.
Kildare Johnson Medeiros
Recife, PE

Roberto Kalil

O doutor Roberto Kalil Filho é um daqueles modelos de médico dedicado, atencioso, que dá a vida pela medicina ("O médico mais poderoso da República", 31 de março). Como médica do Hospital Sírio-Libanês, presencio seu dinamismo e dedicação aos pacientes 24 horas por dia. Seu exemplo profissional é um estímulo para todos os médicos.
Ariane Vieira Scarlatelll Macedo
Coordenadora operacional da Unidade Crítica Cardiológica do Hospital Sírio-Libanês
São Paulo, SP

Excelente a reportagem de Adriana Dias Lopes sobre o renomado cardiologista Roberto Kalil Filho. Também sou médico cardiologista e o conheço há mais de quinze anos. Desde então nós nos tornamos parceiros, e eu lhe encaminho muitos pacientes, por confiar na sua competência, dedicação e rigidez nas condutas médicas, obtendo êxito nos tratamentos que realiza e acompanha. Não é à toa que Roberto Kalil Filho é considerado um ícone e referência na cardiologia brasileira, fruto de muito trabalho e humildade, independentemente de classe social.
Raimundo Jose Vieira de Assis
Fortaleza, CE

Fantástica e fidedigna a reportagem que Adriana Dias Lopes fez sobre Roberto Kalil Filho. Conheço Kalil há vinte e poucos anos, e ele é de uma generosidade inacreditável. Esse cara é generosidade e coração. Coração que não cabe em seu peito. Obrigada por termos você. Acredite, você é muito querido!
Luciana Ruas Rodrigues
Campinas, SP

 

Ideologia na educação

Não bastasse o sucateamento da educação, com a obrigatoriedade, agora, das disciplinas de sociologia e filosofia no ensino médio, nossos alunos serão submetidos a uma lavagem cerebral comunista. Essas matérias, sérias e complexas, como mostra VEJA, serão transformadas num amontoado de asneiras. Melhor destino seria a lata do lixo. Pobre Brasil ("Ideologia na cartilha", 31 de março).
Luigi Vercesi
Botucatu, SP

Concordo com o ponto de vista de VEJA em relação à obrigatoriedade do ensino de sociologia e filosofia no ensino médio. Tive essas disciplinas na escola e sei bem a que tipo de simplificação desastrosa elas se prestam quando ministradas por professores despreparados ou mais comprometidos com ideologias do que com a educação propriamente dita. No entanto, achei desnecessária a forma como o jornalista se referiu a Rubem Alves, um autor muito querido de seus leitores e que sempre se dedicou a pensar o papel da educação como formadora de indivíduos – e não de "cidadãos" –, isento de proselitismo político-ideológico.
Victor Bombieri
Belo Horizonte, MG

Uma das coisas mais importantes que aprendi na filosofia foi não generalizar nunca. E é exatamente isso que a reportagem "Ideologia na cartilha" faz, ao apresentar os professores dessas duas matérias como panfletários e parciais nas suas aulas. Há, sim, muita gente mal formada, como em todos os outros cursos, mas isso não dá o direito de simplificar a questão e apresentar "as aulas de filosofia e sociologia" como propagadoras de "conceitos rasos e tom panfletário". O que se espera é realmente "expandir o horizonte dos alunos", e isso não se faz apenas com matemática. Aliás, "matemática que é bom..." está realmente difícil de encontrar, pois a grande maioria dos professores dessa área também não tem a menor ideia de como apresentar o conteúdo aos seus alunos. Basta observar os índices medíocres alcançados. E, como diz Dostoievski, "o homem não é 2 + 2 = 4".
Christian Scarillo
São Paulo, SP

 

A pedofilia e o clero

O ato sexual, quando saudável, faz parte da natureza humana; é algo intrínseco e básico para o homem. Mas, quanto mais casos de pedofilia são descobertos, mais percebo que o celibato é uma opção antinatural para os religiosos – eu diria pseudorreligiosos. Quando Jesus disse "Deixai vir a mim as criancinhas", não havia nenhuma conotação sexual e
doentia na frase, coisa que alguns "representantes" de Deus parecem não perceber. Que os culpados sejam julgados e punidos exemplarmente ("O passado assombra o papa", 31 de março)!
Beto Lima
Por e-mail

Definitivamente, o mundo não aceita mais que pessoas responsáveis pela formação religiosa de crianças e jovens sejam doentes, pedófilas. Por que no Brasil não há comoção? Os fiéis devem, sim, cobrar uma atitude e formalizar seu descontentamento, sem risco de ofender sua fé. Afinal, trata-se de crianças indefesas, que haverão de colher a deformação psicológica que esses criminosos lhes impõem.
Jorge Carriço Rentroia
Rio de Janeiro, RJ

 

Nora Volkow

Excelente a entrevista com a psiquiatra mexicana Nora Volkow (Entrevista, 31 de março). Didático, firme e educativo, seu oportuno conteúdo é de grande interesse na orientação de pais e educadores e tem base plenamente científica. Realmente, é um erro considerar a maconha droga inofensiva, pois comprovadamente ela tem efeitos bastante danosos, e quem atua em clínica no dia a dia percebe a droga fazendo estragos e destruindo. É muito difícil alguém chegar à cocaína sem passar antes (e até precocemente) pela maconha e pelas drogas lícitas, álcool e tabaco. Onde existe a ignorância reinam os mitos e crescem os riscos. Nada como o real conhecimento para desfazer os enganos.
Eustázio Alves Pereira Filho
Psicólogo clínico, especialista e pós-graduado no tratamento das compulsões pós-modernas
Santos, SP

Acompanho há mais de 25 anos o trabalho da doutora Nora Volkow, cuja entrevista a VEJA resume o que muitos já deveriam saber: "Não existe droga segura". Enquanto houver omissão da mídia, dos órgãos públicos e da população em geral, continuaremos enterrando seres humanos de forma trágica, independentemente da graduação "leve ou pesada" da droga ou do estágio em que se encontra o viciado.
Samir Khoury
Psicoterapeuta
São Paulo, SP

 

Reinaldo Azevedo

Numa edição que supera muitas outras pelo conteúdo denso, destaco como perfeita a síntese do pensamento de Reinaldo Azevedo na edição de 31 de março ("O AI-13 dos militontos"). Sinto a necessidade de mais vozes a se levantar contra essa "ditadura de minorias". O que está ocorrendo no Brasil lembra-me, com horror, o apartheid sul-africano, de triste memória, no qual a minoria segregava a maioria. Vemos atualmente, no Brasil, o culto às minorias, não no sentido de dar-lhes o respeito que todos merecem, mas com o propósito deslavado de impingir à maioria o "direito" que essas minorias querem ter de impor suas teses, desvios e defeitos, numa total inversão de valores defendidos por qualquer democracia.
Paulo Camelo de Andrade Almeida
Recife, PE

Lula é o inspirador das propostas de controle da vida brasileira. Apenas isso interessa a ele e seus seguidores.
Luciano Jorge de Faria Neves
Camaragibe, PE

 

J.R. Guzzo

Brilhante o artigo "Mundo-cão" (31 de março). Mostra a prepotência do político, querendo esconder o descontrole da máquina pública, cita as dificuldades em doar via poder público e remete à burocracia criada para proteger os recursos e máquina públicos que, infelizmente, são usados para atrapalhar esse controle, facilitando desvios, como o de Barueri.
Rui F.C. Guião
Ribeirão Preto, SP

 

Kit pré-campanha de Dilma Rousseff

Com a reportagem "O kit da candidata é um luxo" (31 de março), VEJA prestou um inestimável serviço à nação, ao mostrar aos eleitores o "homem dos 12% de propina" que vai comandar a campanha da Dilma. Creio que num possível governo, diante de uma encrenca tipo "mensalão", a presidenta não terá como alegar que "nada sabia", a não ser que a amnésia crônica do seu compadre Lula já tenha contaminado os seus neurônios.
Levi Bronzeado dos Santos
Guarabira, PB

 

Google versus dragão chinês

Indignação. Esse foi o meu sentimento ao ler a reportagem "Derrota da liberdade" (31 de março), sobre o fechamento do escritório do Google na China. A interferência do estado na vida das pessoas e a censura aos meios de comunicação, como o Google, o Facebook, o YouTube e outros, são atitudes inadmissíveis nos dias atuais. Se países de regime comunista como a China tivessem acesso a mais informações, não somente às que o governo libera, seriam melhores em todos os aspectos.
Fernanda Oliveira Alves Rocha
Sete Lagoas, MG

 

Música

A canção Like a Rolling Stone ("A canção que mudou as canções", 31 de março), composta por Bob Dylan para seu álbum Highway 61 Revisited, de 1965, de fato é um marco incontestável na história do rock’n’roll, permanecendo relevante ao longo de quatro décadas.
Edson de Faria Francisco
São Bernardo do Campo, SP

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