Notas internacionais

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Luiz Felipe de Alencastro
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 
Clique nos nomes e leia as notas

PEQUIM

Propaganda do inimigo

Reuters

AP

Incêndio na TV: o governo mostra a imolação dos monges e acusa a Falun Gong

Não fosse a intolerância dos dirigentes da China, a seita esotérica Falun Gong mal seria notada em meio à maior população do mundo. A forma radical de protesto contra a perseguição – a imolação em praça pública de cinco seguidores, incluindo uma menina de 12 anos – também teria repercussão reduzida: jornalistas não puderam registrar o ato, há duas semanas, e a falta de divulgação diminuiu seu impacto. Pois a cúpula dirigente chinesa reincidiu no erro: colocou na televisão estatal as imagens chocantes da imolação. Queria provar o desvario dos seguidores da seita. A Falun Gong, uma seita religiosa que cresce na mesma medida em que é perseguida, negou qualquer participação no ato, mas agradeceu a propaganda gratuita.

 

Reuters


Touro louco –
A doença da vaca louca, que apavora a Europa, está ameaçando a paixão nacional dos espanhóis. A partir de julho, os animais de touradas terão de ser examinados para se constatar que não estão contaminados antes de ter sua carne posta à venda, como é costume. Os criadores de touros acham que é uma missão impossível, já que a cada ano 17 000 animais são abatidos nas touradas e não há veterinário para examinar tanto bicho.

 

ROMA

Com elas, confronto ideológico é no tapa

Fotos AP


Mussolini e o palco da discórdia ideológica com a comunista Bellillo: briga na TV

O debate na TV era sobre o machismo dos italianos. De um lado, a deputada Alessandra Mussolini, de extrema direita. Do outro, a ministra Katia Bellillo, comunista. Ambas concordaram com o tema do debate, mas não puderam superar as diferenças ideológicas. "Com um sobrenome desses você não devia ter direito de falar", gritou a ministra. "Não recebo lição de você, comunista safada", rebateu a neta de Benito Mussolini. Foram as últimas palavras antes de passarem à ação. Katia jogou o microfone em Alessandra, que reagiu com um chute. O programa foi ao ar, sem cortes.


 

Copyright 2001
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Curitiba
Veja BH | Veja Fortaleza | Veja Porto Alegre | Veja Recife
Edições especiais | Especiais on-line | Estação Veja
Arquivos | Próxima VEJA | Fale conosco