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Edição 1 776 - 6 de novembro de 2002
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MERGULHO

Tesouros submersos

Divulgação/Florida Keys TDC


Entre as atrações do litoral brasileiro, existem mais de 200 carcaças de navios naufragados muito procuradas pelos mergulhadores. As antigas embarcações transformam-se no fundo do mar em recifes artificiais, nos quais a biodiversidade marinha é riquíssima. A aventura do mergulho pode funcionar também como uma viagem ao passado. No litoral da Bahia, por exemplo, há dezenas de destroços de galeões europeus do século XVII, afundados durante a invasão holandesa. O preço dos passeios varia de 80 a 350 reais. Quem não tem certificado de curso de mergulho pode fazer um passeio acompanhado de instrutor, o que encarece o custo. Existem cursos de mergulho por preços a partir de 500 reais. Confira abaixo algumas opções de mergulho em locais de naufrágio.

 

Segurança animal

Alfredo Franco


Transportar o cachorro solto no carro é proibido pelo Código de Trânsito. Se o animal estiver entre as pernas ou à janela do motorista, a multa é de 85 reais e implica perda de 4 pontos na carteira. Pior é levar o bichinho na carroceria da picape. A multa é de 128 reais, além de 5 pontos perdidos. O ideal é colocar os animais em veículos com bagageiro separado por grades do compartimento dos passageiros ou presos em caixas especiais. "Mesmo que o cachorro não pule, existe o risco de ele ser arremessado para fora em uma curva", alerta o zootecnista Alexandre Rossi. Outra opção é usar um cinto de segurança especial para animais, encontrado em pet shops, ao preço médio de 15 reais. Com ele, o cão fica amarrado e não pode provocar acidentes.

 
Fotos Marlos Bakker/Claudio Pinheiro/Marcelo Zocchio/Luiz Roberto Pereira

 

Maturidade em alta

O comportamento dos funcionários no ambiente de trabalho é um importante critério para as empresas no momento de escolher quem será promovido e quem escapará de eventuais demissões, dizem os consultores de recursos humanos. Quem costuma tratar os colegas como concorrentes, faz fofocas e não demonstra espírito de equipe pode até se dar bem durante algum tempo – especialmente se tiver um chefe complacente ou que incentive a competição exacerbada entre os subordinados –, mas tende a ser expelido a longo prazo. "Cada vez mais as empresas preferem evitar o ônus de lidar com aquele tipo de profissional que se comporta sempre como um adolescente", afirma a especialista Cristina Almeida, da NeoConsulting. O grau de maturidade pessoal de qualquer empregado, mesmo dos mais graduados, é avaliado nas atitudes do cotidiano. Pega mal, por exemplo, gritar ao telefone, fazer escândalo por quaisquer motivos, criticar o chefe e os colegas nas conversas de corredor, maltratar as pessoas que executam funções mais simples ou deixar que a vida pessoal invada o ambiente profissional – enfim, qualquer indício de falta de educação, prepotência ou instabilidade emocional.

 

BOA NOTÍCIA

Travesseiro antialérgico

Estudo recente publicado no jornal Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, dos Estados Unidos, concluiu que alguns cuidados simples, como envolver o travesseiro das crianças com plástico sob a fronha, podem reduzir pela metade o risco de problemas de saúde, como alergia ou asma. O estudo foi feito com 566 crianças com idade entre 1 ano e meio e 5 anos. Um grupo de pais foi orientado a encapar o travesseiro dos filhos, remover o carpete de seu dormitório, lavar os bichinhos de pelúcia, não fumar perto das crianças nem permitir a entrada de animais no quarto. Outro grupo não recebeu nenhuma recomendação. Um ano depois, 3% das crianças do primeiro grupo desenvolveram sensibilização ao pó, em comparação com 7% do segundo grupo.

 

 

MÁ NOTÍCIA

As dores do escritório

Quem sofre mais com dores musculares: o escrevente do cartório ou o homem do caminhão de mudanças? Por incrível que pareça, são os funcionários de escritório os que mais padecem desse tipo de mal. Segundo um estudo da Universidade de Montreal, os trabalhadores que fazem muito esforço físico de fato apresentam risco duas vezes maior de sentir dores musculares que as pessoas que não têm trabalho nenhum. Mas os que executam serviços burocráticos, por seu lado, correm risco três vezes maior que os do primeiro grupo. As costas e o pescoço são as áreas mais críticas. A causa do problema é a realização de esforços apenas na parte superior do corpo, além do stress. O trabalho foi publicado no Journal of Occupational and Environmental Medicine, dos Estados Unidos.

 

E-mail: guiaveja@abril.com.br

 

 
 

 

   
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