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MERGULHO
Tesouros
submersos
Divulgação/Florida Keys TDC
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Entre as atrações do litoral brasileiro, existem mais de
200 carcaças de navios naufragados muito procuradas pelos mergulhadores.
As antigas embarcações transformam-se no fundo do mar em
recifes artificiais, nos quais a biodiversidade marinha é riquíssima.
A aventura do mergulho pode funcionar também como uma viagem ao
passado. No litoral da Bahia, por exemplo, há dezenas de destroços
de galeões europeus do século XVII, afundados durante a
invasão holandesa. O preço dos passeios varia de 80 a 350
reais. Quem não tem certificado de curso de mergulho pode fazer
um passeio acompanhado de instrutor, o que encarece o custo. Existem cursos
de mergulho por preços a partir de 500 reais. Confira abaixo algumas
opções de mergulho em locais de naufrágio.
Segurança
animal
Alfredo Franco
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Transportar o cachorro solto no carro é proibido pelo Código
de Trânsito. Se o animal estiver entre as pernas ou à janela
do motorista, a multa é de 85 reais e implica perda de 4 pontos
na carteira. Pior é levar o bichinho na carroceria da picape. A
multa é de 128 reais, além de 5 pontos perdidos. O ideal
é colocar os animais em veículos com bagageiro separado
por grades do compartimento dos passageiros ou presos em caixas especiais.
"Mesmo que o cachorro não pule, existe o risco de ele ser arremessado
para fora em uma curva", alerta o zootecnista Alexandre Rossi. Outra opção
é usar um cinto de segurança especial para animais, encontrado
em pet shops, ao preço médio de 15 reais. Com ele, o cão
fica amarrado e não pode provocar acidentes.
Fotos Marlos Bakker/Claudio Pinheiro/Marcelo Zocchio/Luiz
Roberto Pereira
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Maturidade
em alta
O
comportamento dos funcionários no ambiente de trabalho é
um importante critério para as empresas no momento de escolher
quem será promovido e quem escapará de eventuais demissões,
dizem os consultores de recursos humanos. Quem costuma tratar os
colegas como concorrentes, faz fofocas e não demonstra espírito
de equipe pode até se dar bem durante algum tempo
especialmente se tiver um chefe complacente ou que incentive a competição
exacerbada entre os subordinados , mas tende a ser expelido
a longo prazo. "Cada vez mais as empresas preferem evitar o ônus
de lidar com aquele tipo de profissional que se comporta sempre
como um adolescente", afirma a especialista Cristina Almeida, da
NeoConsulting. O grau de maturidade pessoal de qualquer empregado,
mesmo dos mais graduados, é avaliado nas atitudes do cotidiano.
Pega mal, por exemplo, gritar ao telefone, fazer escândalo
por quaisquer motivos, criticar o chefe e os colegas nas conversas
de corredor, maltratar as pessoas que executam funções
mais simples ou deixar que a vida pessoal invada o ambiente profissional
enfim, qualquer indício de falta de educação,
prepotência ou instabilidade emocional.
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BOA
NOTÍCIA
Travesseiro
antialérgico
Estudo
recente publicado no jornal Archives of Pediatrics and Adolescent
Medicine, dos Estados Unidos, concluiu que alguns cuidados simples,
como envolver o travesseiro das crianças com plástico
sob a fronha, podem reduzir pela metade o risco de problemas de
saúde, como alergia ou asma. O estudo foi feito com 566 crianças
com idade entre 1 ano e meio e 5 anos. Um grupo de pais foi orientado
a encapar o travesseiro dos filhos, remover o carpete de seu dormitório,
lavar os bichinhos de pelúcia, não fumar perto das
crianças nem permitir a entrada de animais no quarto. Outro
grupo não recebeu nenhuma recomendação. Um
ano depois, 3% das crianças do primeiro grupo desenvolveram
sensibilização ao pó, em comparação
com 7% do segundo grupo.
MÁ
NOTÍCIA
As dores do escritório
Quem
sofre mais com dores musculares: o escrevente do cartório
ou o homem do caminhão de mudanças? Por incrível
que pareça, são os funcionários de escritório
os que mais padecem desse tipo de mal. Segundo um estudo da Universidade
de Montreal, os trabalhadores que fazem muito esforço físico
de fato apresentam risco duas vezes maior de sentir dores musculares
que as pessoas que não têm trabalho nenhum. Mas os
que executam serviços burocráticos, por seu lado,
correm risco três vezes maior que os do primeiro grupo. As
costas e o pescoço são as áreas mais críticas.
A causa do problema é a realização de esforços
apenas na parte superior do corpo, além do stress. O trabalho
foi publicado no Journal of Occupational and Environmental Medicine,
dos Estados Unidos.
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E-mail:
guiaveja@abril.com.br
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