Edição 1874 . 6 de outubro de 2004

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Cachoeirinha nunca viu nada igual


Marcus Luconi
Daniela na Playboy: nas horas vagas, dona de loja

Podem chamar de "loira da cerveja", "moça do comercial" e outros epítetos. Daniela Cecconello não está nem aí. Aos 25 anos, 1,75 metro, 60 quilos, 220 mililitros de silicone em cada seio e outro tanto de atributos naturais, a gaúcha colhe os fugazes frutos da fama: é capa e recheio da Playboy de outubro, trabalho que executou "em comum acordo" com o marido, Márcio Bitencourt. "Ele está louco para ver o resultado", conta. O casal tem uma revendedora de automóveis em Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre, e nas horas vagas Daniela ajuda na administração. "Ela tem até uma sala na loja", diz Bitencourt. Dá para imaginar como será a fila à porta?

 

Sr. e sra. Fenômeno, convidados do rei

Acostumado a premiações, o jogador Ronaldo acaba de acrescentar uma taça especial (e enorme) à sua coleção. Todo chique, de terno, recebeu no palácio El Pardo, das mãos do rei Juan Carlos da Espanha, o troféu Comunidade Ibero-Americana. A seu lado, a noiva, Daniella Cicarelli, que parece estar cumprindo à risca a promessa de não passarem mais que cinco dias sem se ver – praticamente toda semana ela faz a ponte aérea São Paulo–Madri. Foi o terceiro encontro de Ronaldo com o rei, torcedor do Real Madrid. Sobre o que falaram? Futebol, claro. "Ele estava contente com a última vitória do time", disse Ronaldo.

 

A vida imita o seriado

A mais certinha entre as fogosas personagens de Sex and the City, em que fazia a advogada Miranda, a atriz Cynthia Nixon, 37 anos, virou a mesa na vida real: divorciada (separou-se no ano passado do fotógrafo Danny Mozes, com quem vivia havia quinze anos), mãe de uma menina de 7 anos e um menino de quase 2, ela namora desde janeiro Christine Marinoni, ruiva corpulenta que milita em prol da educação infantil. A notícia foi dada por um jornal e assim comentada por Cynthia: "Minha vida particular é particular. Por outro lado, não tenho nada a esconder. Sendo assim, digo apenas que estou muito feliz". E ponto final.

 

Campanha + debate = dor nos pés

Luludi
Erundina no debate: tablado estreito e um minuto de descanso


A Globo deu um empurrãozinho para cima na candidata do PSB à prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina, no debate da semana passada. No bom sentido: para compensar seu modesto 1,55 metro, a emissora providenciou-lhe um tablado. Erundina considerou a medida oportuna, mas desconfortável. "Era alto e estreito. Os pés precisavam ficar juntinhos. Tive medo de cair", diz. A certa altura, juntou-se à falta de equilíbrio uma tremenda dor nos pés, de "pura exaustão – passei o dia todo sem sentar, gravando", explicou. Aí, aproveitando que não era sua vez no pergunta-e-resposta, deu-se o alívio de tirar os sapatos e descansar um pouquinho.

 

Sobrevivência na selva


ares
Cleomir Tavares
Fábio, de barba e de saia (à esq.): tirando, tirando...

O Fábio Assunção da foto à direita, de barba por fazer, boné e tentativa de glamour zero (com esses olhos azuis...), tem explicação: na sexta-feira, embarcou para uma epopéia de 45 dias em Rondônia, onde gravará a minissérie Mad Maria, da Globo, no papel de um médico americano que trabalha na construção da Ferrovia Madeira–Mamoré. Como equipamento de sobrevivência na selva, um iPod com mais de 4 000 músicas. E o rapaz seminu na foto acima? É o do comercial para uma loja de roupas femininas no qual tira uma peça por semana. Na passada, estava só de saia. Na próxima? "Não conto. Assista para ver", desafia. Nós contamos: estará sem nada.

 

Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Roberta Salomone e Sandra Brasil

 
 
 
 
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