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Gente Cachoeirinha
nunca viu nada igual
Marcus Luconi  |
| Daniela na Playboy: nas horas vagas, dona de loja
| Podem chamar de "loira da cerveja",
"moça do comercial" e outros epítetos. Daniela Cecconello não
está nem aí. Aos 25 anos, 1,75 metro, 60 quilos, 220 mililitros
de silicone em cada seio e outro tanto de atributos naturais, a gaúcha
colhe os fugazes frutos da fama: é capa e recheio da Playboy de
outubro, trabalho que executou "em comum acordo" com o marido, Márcio Bitencourt.
"Ele está louco para ver o resultado", conta. O casal tem uma revendedora
de automóveis em Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre, e nas horas vagas
Daniela ajuda na administração. "Ela tem até uma sala na
loja", diz Bitencourt. Dá para imaginar como será a fila à
porta? Sr. e sra. Fenômeno,
convidados do rei Acostumado a premiações,
o jogador Ronaldo acaba de acrescentar uma taça especial (e enorme)
à sua coleção. Todo chique, de terno, recebeu no palácio
El Pardo, das mãos do rei Juan Carlos da Espanha, o troféu Comunidade
Ibero-Americana. A seu lado, a noiva, Daniella Cicarelli, que parece estar
cumprindo à risca a promessa de não passarem mais que cinco dias
sem se ver praticamente toda semana ela faz a ponte aérea São
PauloMadri. Foi o terceiro encontro de Ronaldo com o rei, torcedor do Real
Madrid. Sobre o que falaram? Futebol, claro. "Ele estava contente com a última
vitória do time", disse Ronaldo. A
vida imita o seriado A mais certinha entre as fogosas
personagens de Sex and the City, em que fazia a advogada Miranda, a atriz
Cynthia Nixon, 37 anos, virou a mesa na vida real: divorciada (separou-se
no ano passado do fotógrafo Danny Mozes, com quem vivia havia quinze anos),
mãe de uma menina de 7 anos e um menino de quase 2, ela namora desde janeiro
Christine Marinoni, ruiva corpulenta que milita em prol da educação
infantil. A notícia foi dada por um jornal e assim comentada por Cynthia:
"Minha vida particular é particular. Por outro lado, não tenho nada
a esconder. Sendo assim, digo apenas que estou muito feliz". E ponto final.
Campanha + debate = dor nos pés
Luludi  |
| Erundina no debate: tablado estreito e um minuto de descanso
| A Globo deu um empurrãozinho
para cima na candidata do PSB à prefeitura de São Paulo, Luiza
Erundina, no debate da semana passada. No bom sentido: para compensar seu
modesto 1,55 metro, a emissora providenciou-lhe um tablado. Erundina considerou
a medida oportuna, mas desconfortável. "Era alto e estreito. Os pés
precisavam ficar juntinhos. Tive medo de cair", diz. A certa altura, juntou-se
à falta de equilíbrio uma tremenda dor nos pés, de "pura
exaustão passei o dia todo sem sentar, gravando", explicou. Aí,
aproveitando que não era sua vez no pergunta-e-resposta, deu-se o alívio
de tirar os sapatos e descansar um pouquinho.
Sobrevivência
na selva
ares  | Cleomir
Tavares  |
| Fábio, de barba e de saia (à
esq.): tirando, tirando... | O
Fábio Assunção da foto à direita, de barba
por fazer, boné e tentativa de glamour zero (com esses olhos azuis...),
tem explicação: na sexta-feira, embarcou para uma epopéia
de 45 dias em Rondônia, onde gravará a minissérie Mad Maria,
da Globo, no papel de um médico americano que trabalha na construção
da Ferrovia MadeiraMamoré. Como equipamento de sobrevivência
na selva, um iPod com mais de 4 000 músicas. E o rapaz seminu na foto acima?
É o do comercial para uma loja de roupas femininas no qual tira uma peça
por semana. Na passada, estava só de saia. Na próxima? "Não
conto. Assista para ver", desafia. Nós contamos: estará sem nada.
Editado por
Lizia Bydlowski. Colaboraram Roberta Salomone e Sandra Brasil |