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Gente
Tira daqui, desenha dali
J. R. Duran/Revista Trip
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| Lívia: longe da política, mas disposta a "mudar
o mundo" |
A mãe é senadora, o pai
é ex-ministro e candidato a deputado federal. Distante das
disputas eleitorais, Lívia, 22 anos, filha de Ciro
e Patrícia Gomes, empolga o eleitorado em trajes sumários
e poses "sensuais, mas não sexy", como ressalta, na edição
deste mês da revista Trip. "Herdei tudo da minha mãe.
Acho que só a boca é do meu pai", avalia Lívia,
preguiçosa assumida que, em matéria de exercício,
só faz "levantamento de cheeseburger". Além de tirar,
ela também desenha roupas está no 3º ano
de um curso de moda em São Paulo no qual pretende exercitar
sua veia revolucionária: "Vai ser o meu jeito de mudar o
mundo".
Pesadelo em Hollywood
Divulgação
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| Szafir em cena de O Homem do Pesadelo:
é trash, sim, mas tem falas |
Para dar o primeiro passo rumo a Hollywood
vale tudo inclusive fazer filme de terror no estilo mais
trash possível, daqueles em que o cenário é
isopor e a maquiagem provoca mais risadas do que calafrios. Exatamente
assim é O Homem do Pesadelo, no qual Luciano Szafir,
medo estampado na face respingada de sangue de mentira, fez sua
estréia no cinema americano (no Brasil, deve entrar em cartaz
em novembro). "É um filme B, não tem como negar. Mas
foi uma boa experiência", acredita Szafir, que diz já
ter convite para mais quatro papéis. "E meu personagem fala
bastante", acrescenta, cutucando colegas menos loquazes.
ARMAÇÃO ILIMITADA
Diogo Pessoa
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Condenado a prestar serviços comunitários
por agredir a mulher, Ingrid Saldanha, o ator Kadu Moliterno, 54
anos, rompeu o silêncio na semana passada numa longa entrevista
em que fala em reconciliação e diz que Ingrid
se arrepende de tê-lo processado. Ela desmente:
VOCÊS ESTÃO SE
RECONCILIANDO?
De jeito nenhum. Eu o tenho como pai dos meus filhos. Como
homem, ele morreu para mim.
NA ENTREVISTA, ELE DIZ QUE
SÓ BATEU EM VOCÊ AQUELA VEZ.
Mentira. Ele sempre foi agressivo. Aquela não foi a
primeira, mas foi a vez em que eu mais sofri. É muita covardia,
ele não assume que errou, que tem um problema.
VOCÊ SE ARREPENDEU DE
PROCESSÁ-LO?
Não, foi uma lição que ele merecia. Eu
sofria as agressões e ficava quieta. Agora ele sabe que não
pode mexer comigo, eu não tenho mais medo.
Estranhas no ninho
Sucesso em outros países,
a TV Record estréia em outubro o Troca
de Famílias brasileiro, reality show em que duas mães
passam sete dias uma na casa da outra, convivendo com (e ditando
ordens a) marido e filhos alheios. Rosângela Vieira e Jaciara
Figueiredo, estrelas de um dos seis episódios já gravados,
contam suas impressões sobre a família emprestada:
Fotos divulgação/TV Globo
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Rosângela, 51 anos, costureira, foi viver com o médico
ortopedista Fábio e os três filhos do primeiro casamento
de Jaciara num apartamento de quatro quartos em bairro nobre de
São Paulo.
O marido: "É frio
e tem um relacionamento forçado com os filhos da Jaciara.
Gosta dela, mas não aceita que trabalhe fora. O 'doutorzinho'
sai cedo para seus quatro empregos e só volta tarde da noite.
Fala que é o 'provedor' e por isso não precisa fazer
nada em casa. Dei umas broncas nele. Disse que seu casamento não
vai durar se ele continuar com essas histórias".
Os filhos: "São
três meninos levados, mas me dei bem com eles. Adoraram meu
macarrão".
A empregada: "A Selma
é uma chata de galocha. Não me deixava fazer nada.
Não ficaria uma semana com ela".
A conclusão: "Eu
me sentia solitária e estava doida para voltar para casa.
Foi uma semana ruim. Chorei muitas vezes à noite".
Jaciara, 37 anos, ex-enfermeira e atual dona-de-casa, conviveu
com o marido de Rosângela, Edson, vendedor ambulante de churrasquinho,
as três filhas e os três netos em uma chácara
em Brasília.
O marido: "Foi uma empatia
imediata. Parecia que a gente era amigo de longa data. Eu não
como carne vermelha e ele me recebeu com um belo assado de lagarto.
Comi, mas depois disse que preferia frango, peixe e verduras. Ele
gostou da idéia e passou a comprar esses alimentos".
As filhas: "A convivência
foi ótima. As meninas são trabalhadoras e extremamente
criativas. Elas me acharam zen e queriam saber de onde vinha a minha
paz".
A empregada: "Tratei a
Solange superbem. Não interferi em nada, não reclamei
de nada. Ensinei que ela deveria grelhar a carne para reduzir o
uso de óleo".
A conclusão: "Eu
amei! Eles não têm computador em casa e eu não
podia usar celular. Eu me desliguei e foi fantástico!".
Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui, Ronaldo França e Sandra Brasil
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