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Quanto custa?

Sites de busca de preços ajudam
a fazer compras pela internet

A internet brasileira já tem perto de 500 lojas virtuais. Antes de comprar, é mais do que recomendável uma cuidadosa pesquisa. Como fazer isso sem explodir a paciência e a conta telefônica? Um caminho é recorrer aos buscadores de preço e guias de compra. No Brasil, um dos pioneiros nesse segmento é o BuscaPé (www.buscape.com.br), que rastreia o preço de 6.000 produtos divididos em categorias, como alimentos, eletrodomésticos e brinquedos.

"A pesquisa de preços é uma atividade muito promissora na internet", diz Mauro Agonilha, executivo da Brasil Warrant, que, junto com o Unibanco e o grupo americano Merrill Lynch, acaba de comprar 30% do BuscaPé. A negociação deu fôlego para o site enfrentar concorrentes como o Kelkoo (www.kelkoo.com.br), versão brasileira do www.kelkoo.com, líder na Europa. A lista de lojas brasileiras do Kelkoo ainda é pequena, mas o executivo francês Pìerre Bonenberger, que coordena o site, promete um grande acervo até outubro.

Além do BuscaPé e do Kelkoo, o consumidor on-line tem outras opções. O CompareCom (www.comparecom.com.br) dá a ficha técnica e compara produtos. O Liquidando (www.liquidando.com.br) e o Off (www.off.com.br) exibem produtos em oferta. O Sniffy (www.sniffy.com.br) vasculha preços de livros, CDs, DVDs e celulares. No Brasil Online (www.bol.com.br), um guia de compras busca preços e testa lojas virtuais. A referência para todos eles é o mySimon (www.mysimon.com), o mais bem-sucedido desses serviços nos Estados Unidos.

Ao visitar esses sites, o internauta deve checar se eles respeitam o Código de Defesa do Consumidor. "Se o site induzir a um erro na hora da compra, está sujeito às mesmas penalidades impostas a uma loja de rua que faz propaganda enganosa", avisa a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Maria Inês Dolci.

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