Gente

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 
Bob Wolfenson
Angelita: sonhando com um programa em que possa dar opinião


Não sou só um corpão bonito!

Com um par de pernas de levantar a arquibancada em qualquer estádio, conservadas à base de 8 quilômetros de corrida diária, Angelita Feijó, 31 anos, apresentadora-enfeite de um programa de TV sobre futebol, mostrou o patrimônio em ensaio fotográfico para o lançamento de uma revista de esporte. Mas avisa: está farta de fazer figuração nessa área. Agora, sonha comandar um programa que trate de algum assunto que conheça bem e sobre o qual possa opinar com segurança. "Não entendo e nunca vou entender de futebol o suficiente para ser levada a sério", admite. E do que ela entende? "Ah, de muita coisa. Mulher, amenidades..."

 

Boxe, sem perder a ternura


Marcos André Pinto/COB/divulgação
O canguru e Kelson fazem pose: o truque é pôr ração dentro da luva


Calma, calma – o encantador canguruzinho não acaba de levar um jab de direita do pugilista sergipano Kelson Carlos Pinto, 23 anos. Kelson, na verdade, procurou foi guardar distância segura, ao posar na semana passada para fotos no Zoológico de Camberra, cidade onde se hospeda na busca de uma medalha olímpica. O truque para ganhar a atenção do canguru foi colocar um punhado de ração dentro da luva. O bicho se aproximou, virou-se daqui e dali, e pronto: clique. Feita a foto e comida a ração, despediram-se como bons amigos. "Juro que não encostei a mão nele", garante Kelson. A recíproca também é verdadeira.

 

A musa no papel de mamma


AFP
Bronstein e Sharon: oncinha comportada


Regozijem-se, fofinhas; comemorem, invejosas: Sharon Stone está gord..., bem, com uns quilos a mais. Com o marido Phil Bronstein a tiracolo e um batalhão de fotógrafos no encalço, a musa sexy desfilou no Festival de Veneza, na semana passada, sem os costumeiros decotes e transparências. De instinto selvagem só tinha mesmo a estampa de oncinha do vestido, comportadíssimo. Dois meses depois de adotar o bebê Roan, la Stone, quem diria, mergulhou de alma e, visivelmente, de corpo no papel de mamãe recente.

 

 


Petrolina, 40 graus


Daniel Klasmic
Ana Claudia: catarinense no calor do sertão


Quem olhar bem vai ver: os braços e pernas da bela Ana Claudia Michels, 19 anos, ainda exibiam as bolinhas vermelhas de uma alergia (produto, segundo disse, de estresse e excesso de trabalho) quando ela embarcou para uma escaldante sessão de fotos no sertão pernambucano. Durante três dias, sua rotina foi acordar às 5h30 no hotel em Petrolina, entrar num carro, rodar uma hora e passar o dia fotografando ao ar livre. Ou fornalha aberta. "Não tinha como fugir do calor. Dentro do trailer da equipe de apoio era um forno; lá fora, um sol de matar", conta a modelo, que nasceu em Santa Catarina e nunca tinha posto o pezinho no Nordeste.

 

Duro de resistir

Numa época – o alto verão – em que celebridades em férias lotam as praias da Côte d'Azur, na França, de panças, pneus e celulites, o ator Bruce Willis, 45 anos bem malhados, destaca-se entre seus pares. E sabe muito bem disso. Na praia, desfilou de bermuda bem baixa, camiseta amarrada no pescoço, carequinha provocantemente assumida. No mar, terminado o banho, subiu na lancha, ao natural, e calmamente pôs-se a se enxugar, bem diante dos paparazzi. Causou furor.

 

Paizinho querido

No livro Dream Catcher, lançado na semana passada nos Estados Unidos, Margaret Salinger escarafuncha a vida de seu pai, o ultra-recluso escritor J.D. Salinger, 81 anos. Entre outras coisas, ela revela que o autor de O Apanhador no Campo de Centeio:

Seguia as recomendações de um guru indiano, de beber a própria urina e fazer pouquíssimo sexo.

Margaret acha até estranho que tenha sido concebida.

Quando isso aconteceu, maltratava a mulher, Claire, dizendo que a gravidez a deixava repulsiva.

Também foi seguidor fanático de cientologia, homeopatia e ciência cristã. Jejuava "até ficar verde" e, em transe, falava línguas estranhas.

No fim da II Guerra, interrogando prisioneiros alemães, conheceu e casou-se com uma funcionária do Partido Nazista, de quem logo se separou.

Já velho, mantinha correspondência com adolescentes (sua primeira mulher era quinze anos mais nova; a segunda, 35; a atual, cinqüenta).

É surdíssimo.

Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Aida Veiga,
Bel Moherdaui e Sérgio Ruiz Luz

 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco