Panorama
Veja
Essa
| Divulgação
 | "A
indústria cinematográfica tem muito pouca tolerância com atores
famintos pelo poder, como eu!" Scarlett
Johansson, na revista Gloss de agosto |
"Deus
queira que não seja preciso um outro 11 de setembro."
Celso
Amorim, ministro das Relações Exteriores, sobre o fracasso das
negociações de Doha. Sem comentários
"O
mundo prega o livre-comércio e age com protecionismo. É um paradoxo."
Marcus
Vinicius Pratini de Moraes, ex-ministro da Agricultura, falando da Rodada
Doha
"Da mesma forma que a gente
faz a reforma agrária na terra, vamos fazer uma reforma aquária,
na água."
Do presidente
Lula, ao transformar a Secretaria da Pesca em ministério
| Dálcio
 | "Não
foi um acidente, não foi um procedimento normal dos negócios o que
nos levou a essa situação. Algumas decisões irresponsáveis
foram tomadas em Wall Street e em Washington." Barack
Obama, candidato democrata à Presidência americana, referindo-se
ao aumento do déficit de mais de meio trilhão de dólares
que assombrará o próximo presidente dos EUA |
"Marta
não tem autoridade para criticar Kassab. Se Marta acha que quando foi prefeita
não usou a máquina, que leia os jornais de 2004. Quem usa cuida."
Paulo
Maluf, candidato do PP à prefeitura de São Paulo
"Ele
é a maior celebridade do mundo. Mas estará preparado para comandar?"
Do
vídeo de campanha de John McCain à Presidência dos EUA,
que compara Barack Obama a Paris Hilton e Britney Spears
| Philippe Wojazer/AFP
 | "Não
é que eu tenha tido muitos amantes, é que não os escondi." Carla
Bruni-Sarkozy, primeira-dama francesa, que já namorou os roqueiros
Mick Jagger e Eric Clapton |
"Meu
projeto é ficar na Câmara, onde sempre fui feliz."
José
Múcio, ministro de Relações Institucionais, falando da
especulação com seu nome para a Vice-Presidência na chapa
do governo à sucessão de Lula
"Aracaju
quer dizer cajueiro onde voam as araras, mas aqui os tucanos também podem
voar."
Marcelo Déda,
governador petista de Sergipe, sobre a aliança PT-PSDB nas eleições
de Aracaju
| Germano Luders
 | "Desde
o começo deste governo, não tivemos nenhum acordo substancial, seja
multilateral, regional ou bilateral. O único acordo importante seria esse,
que não fechamos." Rubens
Barbosa, ex-embaixador brasileiro em Washington, em entrevista ao Estadão,
a respeito do fracasso na Rodada Doha |
Editado
por Julio Cesar de Barros
jbarros@abril.com.br