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Edição 2072

6 de agosto de 2008
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Do Leitor

Assuntos mais comentados

Novo projeto gráfico de VEJA - 82
Fertilidade no Brasil (capa) - 31
Claudio de Moura Castro -18
Diogo Mainardi - 17
Reinaldo Azevedo - 11

 

Fertilidade no Brasil

A diminuição da taxa de natalidade no país se deve, sobretudo, aos avanços da medicina reprodutiva, com todo o seu arsenal para evitar a concepção, e também ao planejamento familiar. Porém, isso ainda é pouco. Nas classes menos favorecidas, o acesso ao planejamento familiar é incipiente, seja por desconhecimento dos métodos contraceptivos, seja por uma falta de presença do estado. Essa presença do estado deve ser dada na reformulação da saúde, visando sempre a uma medicina preventiva, seja ela em postos de saúde, seja nos programas de saúde da família, que são peças-chave para o acompanhamento de quem deseja evitar a gravidez. Entre os adolescentes, principalmente, a gravidez precoce preocupa, e só com políticas sérias de saúde preventiva podemos orientar os jovens a utilizar de forma inteligente todos os métodos contraceptivos ("Poucos e bons", 30 de julho).
Carlos Fabian Seixas de Oliveira
Campos dos Goytacazes, RJ

Há pelo menos cinco anos que os conhecimentos demográficos disponíveis nos dão conta da diminuição das taxas de fertilidade e de natalidade no Brasil. Esse fenômeno é bem mais acentuado no sul do país. Hoje, no Rio Grande do Sul a taxa de fertilidade é inferior a 1,5 filho por casal. No entanto, quando uma informação desse teor aparece na mídia e se torna de conhecimento público, é porque chegou com atraso de vários anos.
Airton Fischmann
Epidemiologista
Porto Alegre, RS

Num oceano de más notícias sobre o meio ambiente, surge um dado alentador: a tendência de queda da fertilidade na população brasileira. Mas até o momento não existe sinal real de desenvolvimento sustentável, tanto em âmbito nacional quanto global. Essa notícia, porém, nos dá alguma esperança. Resta agora frear a escalada do consumo, para que o planeta consiga finalmente se curar da atual e gravíssima "humanose" que tanto mal lhe está fazendo.
Lauro Eduardo Bacca
Ecólogo
Blumenau, SC

 

VEJA de cara nova

Paulo Vitale

Carlos Neri e sua equipe: novo visual de VEJA aprovado pelos leitores

"VEJA de cara nova atingiu em cheio seu objetivo. A sensação é que há mais espaço, e a leitura foi mesmo favorecida. Ponto para Carlos Neri e equipe."
Magda M. Montenegro
Rio de Janeiro, RJ

A partir da edição 2 071, VEJA apresenta um novo projeto gráfico aos seus leitores. Embevecido pelo novo formato da revista, fiquei feliz em verificar que a linha editorial continua a mesma. Parabéns por mais essa bela novidade e pela preservação do que é bom na revista, seu conteúdo.
José Elias Aiex Neto
Foz do Iguaçu, PR

Foi uma agradável surpresa receber a última edição de VEJA "de cara nova", que tornou sua leitura um deleite. A equipe de redação que idealizou e executou o projeto está de parabéns, bem como nós, os leitores de VEJA.
Luiza Erundina
Deputada federal
Brasília, DF

O novo visual proporciona uma leitura objetiva e agradável. Os investimentos demonstram a preocupação de VEJA em nos proporcionar sempre ótimas reportagens com qualidade gráfica.
Maria Cecilia Mendes Coser
Curitiba, PR

Oxalá todas as caras novas que se nos apresentam fossem tão agradáveis quanto a nova cara de VEJA. Que estranheza gostosa! Parabéns pelas mudanças visuais na revista!
Mirelly Ferreira Barbosa
Guaraí, TO

A evolução gráfica de VEJA é diretamente proporcional à involução da minha capacidade de visão. Obrigada por pensar nos leitores mais "antigos".
Marilda Carvalho
Catanduva, SP

Leitor de VEJA desde o número 1, em 1968, ainda me lembro do anúncio de lançamento deste semanário feito pelo dinâmico fundador da Editora Abril, Victor Civita. De lá para cá, foram quarenta anos de sucesso e de crescimento desta que veio a ser a maior revista semanal de informação do Brasil, copiada pelas concorrentes, mas insuperável, além de insubstituível e necessária. A leitura ficou mais ágil, as páginas mais arejadas e, principalmente, sem prejuízo do conteúdo.
Emilton de Almeida Rocha
Rio de Janeiro, RJ

Se já era gostoso ler VEJA, agora ficou melhor ainda. Está mais arejada, e essa tipologia especialmente desenvolvida para a revista tornou-se menos cansativa e mais prazerosa de ler.
Eliana Mattos
Indaiatuba, SP

Sou assinante de VEJA há mais de 25 anos e cumprimento-os pela excelente apresentação do novo layout desta importante revista. Sou fã incondicional de VEJA, por sua capacidade de produzir sempre reportagens honestas e também de se atualizar, se renovar, se modernizar e atingir a satisfação de seus leitores.
Luiz Carlos Contel
São Paulo, SP

O novo projeto gráfico está sensacional, bastante organizado e com uma boa fonte (tipográfica) para a leitura transcorrer melhor. Sou bastante atarefado e, em certas situações, o único tempo que tenho para a leitura é no ônibus, e a "tremedeira", juntamente com uma letra pequena, não ajudava muito. A revista está mais gostosa de ler, mais acessível e completamente repaginada. Toda a equipe de VEJA está de parabéns.
Thiago Ferreira Barbosa
João Pessoa, PB

A seção Panorama ficou bem saborosa, inclusive porque Datas foi para onde realmente devia. Única ressalva: sugiro que os subtítulos/olhos sejam num tom de cinza mais escuro. Dependendo da luz do ambiente, senti dificuldade de leitura. Tenho boa visão e não uso óculos. Mas comemorem muito, pois o resultado é dos melhores. E o principal, sem tirar a identidade e o compromisso de VEJA. Parabéns!
Haroldo Maurício Pereira Júnior
Por e-mail

Com o devido respeito à equipe que trabalhou na modernização do novo visual de VEJA, como assinante não precisarei de tempo para me acostumar com sua nova cara, pois a reprovei de pronto em seu contexto geral. Sua concepção de diagramação encaminha a leitura à exaustão visual, principalmente ao utilizar o tipo Times Roman. Apesar disso, continuarei leal a sua qualidade e a sua transparência jornalística.
Renato Mendes Prestes
Brasília, DF

Nota 1 000 para o diretor de arte Carlos Neri e sua equipe. VEJA ficou mais gostosa de folhear e, principalmente, de ler. As letras ficaram maiores, dão mais nitidez. A terceira idade agradece, afinal somos o futuro do novo mercado consumidor.
Miyoko Onishi
Nagoya, Japão

 

Diogo Mainardi

("O efeito da paternidade", 30 de julho).
A criação de filhos transformou-se em projeto econômico. Criá-los é como aplicar na bolsa de valores: só saberemos se aplicamos nas ações certas depois de trinta anos. Durante esse período, sofremos sobressaltos de tirar o fôlego. Como seremos os últimos aposentados deste país ("Desse jeito, quebra", 30 de julho), tratemos de juntar uma boa poupança para ser bem tratados pelos nossos filhos ("Tempo e dinheiro para comprar", 30 de julho).
Rui Tavares da Costa
Brasília, DF

 

Claudio de Moura Castro

O artigo "Meu reino por uma tomada" (30 de julho) é o relato fiel do calvário pelo qual passamos nos aeroportos brasileiros. Só me resta acrescentar que os "dirigentes" da Infraero não durariam quinze dias numa empresa privada. Essa turma do serviço público, que arruma emprego graças ao "QI", sabe onde amarra o burro.
Luiz Carlos de Souza
São Paulo, SP

 

Reinaldo Azevedo

O ensaio "A bolacha na telinha e a nossa liberdade" (30 de julho), de Reinaldo Azevedo, abriu-me os olhos para as reais intenções do governo em limitar a publicidade de produtos considerados nocivos aos consumidores. A proposta governamental, além de partir do pressuposto de que a população não sabe escolher o que é melhor para a própria saúde, visa manter os meios de comunicação dependentes do capital estatal. Isso explica por que medidas que ferem a liberdade de mercado têm a adesão de tantos políticos, incluindo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
Marcelo Lucchesi Montenegro
Curitiba, PR

 

Otavio Mesquita

Apesar de me achar "bonitinho" (rs...), eu quis dizer: "Não sou escravo da beleza" (em geral) em vez de "Não sou escravo da minha beleza" (Holofote, 9 de julho).
Otavio Mesquita
São Paulo, SP

 

Correções: O programa 15 Minutos, da MTV Brasil, estreou em março, e não em maio ("Bagunça no quarto", 23 de julho). • A reportagem "Clichê com arte" (23 de julho), sobre o filme Era uma Vez..., informou que "os garotos que viriam a se tornar Zezé Di Camargo e Luciano cantam numa rodoviária para ganhar uns trocados". Na verdade, os garotos eram Mirosmar (Zezé Di Camargo) e Emival (o irmão que morreu no acidente de carro). Quem viria a se tornar "Luciano" é o irmão mais novo, Welson.

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
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Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 



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