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VEJA
Recomenda
DVDs
Pandora Filmes
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| O
Sétimo Selo: uma das
obras-primas do diretor sueco Ingmar Bergman
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O Sétimo Selo (Det Sjunde Inseglet, Suécia,
1957. Versátil) Um cavaleiro (Max von Sydow) volta
das Cruzadas e, no caminho, encontra a devastação
da Peste Negra e também a Morte, com a qual inicia um jogo
de xadrez para ganhar tempo e para questioná-la sobre
a existência de Deus. Feito em espetacular preto-e-branco,
O Sétimo Selo foi rodado pelo sueco Ingmar Bergman
no mesmo ano que Morangos Silvestres. Além de serem
daquelas poucas obras-primas indiscutíveis, ambos os filmes
pertencem à fase em que o diretor fez interessantes aproximações
com o cinema mudo. Muito mais do que o enredo ou os diálogos,
o que narra a história aqui é a força das imagens
não por acaso, parodiadas ao infinito desde então,
inclusive em filmes de Arnold Schwarzenegger e Keanu Reeves.
A
Cor do Dinheiro (The Color of Money, Estados Unidos,
1986. Buena Vista) Martin Scorsese não é só
cineasta. É também um cinéfilo contumaz
razão pela qual ele fez esse filme como uma espécie
de continuação para um dos grandes trabalhos de Paul
Newman, Desafio à Corrupção, de 1961.
Passados 25 anos, Eddie, o personagem de Newman, abandonou sua vida
perigosa como desafiante em mesas de bilhar. Mas, ao descobrir o
talento do novato Vincent (Tom Cruise) para o jogo, ele se vê
sugado de volta a esse mundo. Logo, eles passarão de mentor
e discípulo a rivais empenhados na destruição
mútua. Além daquela nota de desespero que Scorsese
sabe localizar tão bem em seus personagens, o grande atrativo
aqui é Newman, em excelente forma dramática.
LIVRO
Freud
Básico Pensamentos Psicanalíticos para o Século
XXI, de Michael Kahn (tradução de Luiz Paulo
Guanabara; Civilização Brasileira; 287 páginas;
30 reais) A morte da psicanálise já foi decretada
várias vezes nos últimos vinte anos, mas a verdade
é que as estruturas do pensamento de Sigmund Freud continuam
robustas. Nesse livro, o psicoterapeuta e professor americano Michael
Kahn expõe brevemente os conceitos fundamentais das teorias
freudianas, como inconsciente, complexo de Édipo e processo
de transferência, ilustrando-os com sua própria prática
clínica e, por vezes, revisando-os a partir da visão
de autores contemporâneos. Embora pretenda atingir um público
mais amplo, o livro é indicado sobretudo para quem já
tem alguma familiaridade com a obra de Freud. Leia
trecho.
CDs
Divulgação
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| Dandy
Warhols: delícias pop |
Welcome
to the Monkey House, The Dandy Warhols (EMI) Surgido
nos Estados Unidos em meados da década passada, esse quinteto
emula dois estilos musicais distintos. Copia o ar sorumbático
de bandas como Velvet Underground da qual saiu o cantor Lou
Reed ou cria delícias pop à maneira dos "new
romantics" dos anos 80. Welcome to the Monkey House, cujo
título foi tirado de uma coletânea de contos do escritor
americano Kurt Vonnegut, está mais para o segundo estilo.
O disco foi produzido por Nick Rhodes, tecladista do grupo Duran
Duran, que tratou de entupir as canções com teclados
e baterias eletrônicas. A experiência resulta num álbum
saboroso. Simon Le Bon, outro egresso do Duran Duran, participa
de Plan
A.
Reuters
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| Abbado:
Mahler gravado
na alma |
Mahler:
the Symphonies, Claudio Abbado e Filarmônica de Berlim
(Universal) Reger as obras do compositor austríaco
Gustav Mahler (1860-1911) é uma experiência intensa
para qualquer maestro. O americano Leonard Bernstein (1918-1990)
costumava afirmar que era possuído pelo espírito de
Mahler ao regê-las. O italiano Claudio Abbado, por seu turno,
diz que carrega a obra do compositor austríaco gravada na
alma. Esse registro da Terceira, Sétima e Nona
Sinfonias de Mahler marcou a despedida de Abbado da Filarmônica
de Berlim, orquestra da qual foi diretor artístico por doze
anos. Ele as comanda em andamentos lentos, para que cada trecho
da obra possa ser saboreado nota a nota.
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| Beyoncé:
linda,
e ainda
canta |
Dangerously
in Love, Beyoncé (Sony Music) Líder
do trio Destiny's Child, a cantora americana Beyoncé Knowles
é a mais forte candidata ao posto de diva da música
negra, que já foi de Diana Ross. Ela é linda de morrer,
tem carisma roubou várias cenas da comédia
Austin Powers: o Homem do Membro de Ouro e uma voz
deliciosa. Seu pai encasquetou que ela seria uma estrela da soul
music quando ainda era pequena. Ele foi o criador do Destiny's Child
e cuida para que nenhuma cantora faça sombra à sua
filha. Dangerously in Love passeia por diversas vertentes
da música negra. Os destaques são a sacolejante Signs,
que tem participação da rapper Missy Elliott, e o
dueto com Luther Vandross em The Closer I Get to You, sucesso
de Roberta Flack dos anos 70.
TELEVISÃO
Stuart
Little A Série (segunda a sexta, às
9h, e sábado e domingo, às 7h30, na Nickelodeon)
Uma das criações mais felizes da era da animação
digital, o ratinho Stuart Little deu origem a dois longas-metragens
de sucesso nos cinemas. A partir desta semana, o personagem chega
à TV paga numa versão em desenho animado que faz jus
a seu charme. Ela pode não ter o visual deslumbrante dos
filmes, mas conserva intactas as boas sacadas de enredo das suas
aventuras. O primeiro episódio, por exemplo, chega até
a parecer uma seqüência da mais recente fita do ratinho.
Numa temporada na fazenda com sua família humana, Stuart
enfrenta um bando de corvos liderados pelo mesmo falcão criminoso
que quase deu cabo de sua vida naquele último filme.
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